sábado, 28 de maio de 2016

As Densas Trevas De Salleeb



O Dever de um Salleeb é unicamente explorar as densidades mais cativantes da Obscuridade na Senda Cósmica. Para um integrante de tal Clã, a Magia Eterna em seu Obscuro Caráter tende para experiências que multiplicam o poder da própria Vida Eterna. Com esse pensamento, na Idade Dos Fatos, quando a Raça Keauriotheniana foi criada por Thornadoriusis Shodolon e a Expansão Imperial da mesma iniciou-se, os descendentes do 203º Filho Keauriotheniano do Primeiro Ser Da Criação, Zaragus Salleeb, ganharam a reputação de serem entre os Guerreiros daquela Idade os mais sanguinários, impiedosos e vitoriosos. O líder de todos foi Zaragon Salleeb, O Doutrinador Das Trevas Guerreiras, dizimador de 453 Raças e conquistador de 712 Galáxias em 23 Universos. Naquela Idade, os Keauriothenianos não tinham entre os seus Deuses além do Fundador Racial; mesmo assim, a Expansão também foi fundamentada com as mortes de 770.965 Deuses de diversas Raças. E Zaragon foi o responsável pela maioria delas e ensinou aos demais Guerreiros Maiores como matar Deuses manipulando a Obscura Natureza Cósmica presente em todas as Magias.

Com frieza, o General Maior foi criado pelos pais, Aderus e Raunan Salleeb, para ser um infalível Guerreiro. Como todos dos primórdios da Raça Keauriotheniana, aprendeu diretamente com Thornadoriusis o manejo de todas as Magias Moldadas e Automanifestadas. De sua geração, foi o mais habilidoso, implacável e ambicioso, arrasando tudo que via pela frente na resistência de inúmeras Raças contra a Colonização Keauriotheniana. As Trevas o acompanhavam, as Trevas da Espada, as Trevas do Espírito Da Guerra Revelado Na Magia Eterna, A Magia Mãe Da Criação. Trevas que sugavam o sangue de cada inimigo abatido pela Salleeb’akhara, O Pai Dos Salleeb, a Espada Mistica Sagrada forjada pelo Primeiro Salleeb nas Montanhas Admon do Planeta Keauriothen com Aço Místico e Minerais Cósmicos. Trevas rangendo sempre com a aproximação de cada batalha. Trevas emitindo um som único ao derramamento das Armas Desintegradoras Espaço/Temporais das Legiões Keauriothenianas contra Exércitos inimigos. Trevas que sussurravam-lhe aos ouvidos o modo como derrotar um inimigo. Trevas que transmitiam-lhe a Voz Obscura Das Alas Cósmicas. Trevas Cantando sobre as Guerras Passadas, desde O Apenas Início. Trevas Poetizando as Guerras que ocorriam naquele momento da Caminhada Material de Zaragon. Trevas Escrevendo os livros que contavam sobre os fatos de todas as Guerras Futuras.

E Zaragon tomava decisões baseadas nas Trevas que lhe eram Acompanhantes, Amantes E Conselheiras. Trevas que lhe diziam o que fazer com 783.118.907.636.643 planetas do Universo Saasbat Ugraurun cujos habitantes resistiam intensamente contra a Colonização de planetas inabitados entre elas. 643.977 Legiões Keauriothenianas haviam sido exterminadas pelos Guerreiros Siderais De Saasbat liderados por Shara Saasbat CCLIX, Deusa Guerreira Da Eternidade. Uma decisão precisava ser tomada por Zaragon, que se encontrava na Cabine de Navegação Mística do Intercruzador Espaço/Temporal Salleeb XXIII, dentro dos Túneis Interdimensionais de acesso a Saasbat. Com ele, sob seu comando, em 104.764.634 Legiões em outros 83.855 Intercruzadores, aguardando uma decisão concreta a partir dos terríveis e temiveis lábios dele.


— Naryon, este Universo é importante para o Império?
— Senhor Zaragon, conforme nossos Exploradores Secretos, há Metais e determinadas Substâncias de Conteúdo Cósmico em muitos planetas que servirão ao propósito de nosso Pai Eterno.
— Não é a isto que me refiro.
— Como, senhor?
— Estou me referindo ao Sentido Existencial deste Universo.
— Como bem disseram nossos Mestres Místicos, este Universo é o próprio Eco Milultiplicante Realizador da Deusa Shara como uma Representante Material Da Eternidade.
— Você ainda não me entendeu, Naryon.
— Senhor…
— A importância a qual me refiro não é Material ou Espiritual, mas Fundamental. Perdemos aqui preciosos Guerreiros e não posso aceitar a dominação pura e simples de um Universo que se configura mais uma ameaça absoluta do que uma aquisição de valor inestimável.
— Sabemos matar Deuses, Senhor…
— E quem disse que eu estou a falar de Deuses, Naryon? Será que você não tem a capacidade de me Compreender como o Mestre Comandante Maior das minhas Legiões? Como um Harok, um Sábio, você consegue me Compreender?
— Senhor, eu Compreendo.
— Muito bem, então, eu já perdi tempo demais aqui tentando ter a chance de me fazer entender por você. Para o bem do Império, não podemos deixar que este Universo seja um obstáculo para a realização da nossa Expansão. Até agora, quando pacificamente nos Expandirmos, apenas reagimos aos ataques de todos aqueles que nos Viam como Conquistadores vulgares e irracionais. Aqui é diferente, muito diferente, pois me parece que a Deusa Maior dsste Universo não pensaria tanto quanto na reação de atacar Keauriothen se aliando a outros Universos.
— Nós os venceriamos, Senhor Zaragon, temos O Primeiro Ser…
— O Primeiro não pode nunca ser a garantia de que bilhões ou inumeráveis Universos se voltem contra nós. Estamos em Expansão para que possamos realizar a moldura de uma alternativa no Futuro contra Impérios que possam querer derrubar Thornadoriusis Shodolon, que muitos consideram como O Inimigo Dos Inimigos A Ser Vencido. Ele me deu Autoridade Suprema para tomar decisões acima de qualquer outro General e, como General Supremo Dos Generais Supremos, decido pela Extinção deste Universo.
— Senhor, não podemos…
— Sim, podemos, Naryon, Keauriothen é o foco de nossa Vida Eterna e Thornadoriusis Shodolon, nosso Pai Eterno, a Eterna Lembrança do nosso Agradecimento como Seres Materiais. Os Saasbatianos são inimigos a serem temidos, As Trevas mostraram-me isto.
— Eu Vi que aqui neste Universo…
— O que você viu não é do meu interesse e nem do interesse do Império, Naryon. Quer me desobedecer? Quer ser punido com as Trevas de Salleeb’akhara?
— Não… Não, Senhor Zaragon!
— Então, aceite a minha decisão porque não vou ficar discutindo a mesma com um reles Mestre Místico. As Armas são A Voz Keauriotheniana e tudo que vocês do Espírito podem fazer é acatar as decisões dos Senhores Das Armas. Compreende isso muito bem, não Compreende?
— Compreendo… Compreendo, Senhor Zaragon!
— Ordeno agora que a Antimatéria Eterna determine o destino deste Universo.
— Como queira, Senhor Zaragon.
— As Trevas me disseram que isto é o correto para o Bem do Império Keauriotheniano. Agora, saia daqui, não preciso mais de você, tenho que transmitir minha decisão aos demais Comandantes dos Intercruzadores. Informe aos Engenheiros Universais daqui para focarem a Transmissão da Antimatéria no Coração Existencial de Saasbat.
— Como o Senhor ordena, General Supremo Dos Generais Supremos De Guerra Zaragon Salleeb! Pelo Império Keauriotheniano Na Lâmina Da Espada Da Magia Eterna!
— Pelo Império Keauriotheniano Na Lâmina Da Espada Da Magia Eterna, sim!


Cada Intercruzador Keauriotheniano, de colossais dimensões quase incalculáveis, comporta em si Antimatéria Automanifestada Condensada em diminutos Globos de Aço Eterno Automanifestado. Medindo cada um 23 cm³, contém um Poder Extinguidor que tornou o Império Keauriotheniano o mais temido de todas as Últimas Idades Universais. Muito por causa da existência deles, também, a Expansão pôde ser concluída na mesma Idade Dos Fatos ao fim da conquista de 600.000 Universos. Mas, Zaragon não esteve presente na conquista do último Universo, não era Imortal e os Seres Imortais Keauriothenianos somente nasceriam na Raça Mais Perfeita Bioespiritualmente Da Criação nas Eras Universais. Mesmo não estando presente, foi lembrado pela primeira e única Extinção de um Universo efetuado pelo Império Keauriotheniano em toda sua História.

Construídas pelos Engenheiros Universais, grupo de Arquicientistas que aprenderam com Thornadoriusis a confecção das Esferas Físicas Antimateriais, eram em número incontável preservadas nos Recintos Secretos Dimensionais do interior dos Intercruzadores. Foram usadas poucas vezes enfocando Exércitos inimigos; apenas uma era capaz de decidir o destino de uma guerra travada e suas Vibrações Consequentes eram contidas pelas Vias Composicionais dos Intercruzadores. Para Extinguirem Saasbat, 432.343 Esferas foram lançadas e, nos Túneis, as Vias envolveram em uma Infinita Esfera Automanifestada todo o Universo para que a Antimatéria não escapasse para outros. Fora da Contagem Temporal, incalculáveis vidas foram Extintas, a maioria de Deuses e Guerreiros; o restante dos habitantes, pacíficas Raças que nunca derramaram sangue em guerras. Pelo Império Keauriotheniano, um Universo deixou de Existir e o temor do mesmo aumentou exponencialmente depois desse fato obliterador de um Campo Existencial. O Vazio, O Nada, tomou o lugar de Saasbat.

E pelas Trevas, Zaragon Salleeb Realizou um Sacrifício Supremo À Face Maligna Cósmica Revelada Em Todas As Magias. Com ele, iniciou-se a Tradição Salleeb da Veneração a tal Face na Criação. Com ele, um militar cumpridor do seu irrestrito e inescapável Dever como Generalíssimo, iniciou-se a semente dos tiranos cruéis do Futuro Keauriotheniano.

Tudo do Futuro ele Viu nas Trevas. E, ao Ver O Nada que se tornou Saasbat, pôde Ouvir as gargalhadas das Trevas que o acompanhavam. E um sorriso quase imperceptível surgiu-lhe no rosto, em contraste com o pesar de todos os demais Keauruothenianos que presenciaram a Extinção Universal.


Inominável Ser
BÉLICO
CRONISTA
INOMINÁVEL





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domingo, 22 de maio de 2016

Eu Sou Apenas Uma Gentil Devoradora...


La rose noire, planche 23 du Chaman, 1960 - Pierre Molinier 



O jeito correto de chupar um pênis é assim, como se a língua o moldasse como uma Divindade a ser pluralmente adorada. É como eu estou fazendo agora com este aqui, arrumando tudo para que eu possa cavalgar como a gentil Devoradora que eu sou… Gosto deste pênis aqui, é grande demais, grosso demais, preenche a minha boca com uma enorme adocicada sensação de que estou saboreando um delicioso manjar… Há um bom tempo não tenho comigo um pênis assim, algo para me satisfazer completamente antes do que sou obrigada a fazer… Sempre assim, devo continuar sempre assim, nesta rotina a cada noite que me obriga a realizar este mesmo Ritual de agora. Este pênis é apenas mais um, não tem a mínima importância depois que eu acabar. Este homem aqui é apenas mais um que envolvo e trago para cá, mais um entre tantos de ontem e outros tantos de amanhã. Mas, esse pênis é gostoso demais… Esta cabeça… Estas veias… Não quero parar, mas tenho que continuar, preciso fazer o que sempre faço melhor.


— Deite-se agora, Klaus.


Todos me obedecem sempre, sem contestação, após minha chupada. É até algo com o qual já estou acostumada e melhora cada vez mais a cada noite.


— Eu vou cavalgar o restante da noite em você, Klaus, como te prometi.


Todos os homens que eu trouxe para cá são iguais. Parece até uma comédia daquelas bastante ridículas, mas são todos patéticos, carentes, cientes de que suas vidinhas estão totalmente monótonas e vazias. Penso que as mulheres, amantes, esposas ou namoradas deste século, não sabem mais como cuidar desses caras na cama como se deve: com carinho, com afeto, com gentileza…


— Vou subir em você agora, Klaus, mantenha o seu tesouro bem duro para mim…


Delicioso este pênis mesmo… Belo homem o dono do mesmo… Aspirante a astro da Música, de origem humilde, lutando por um lugar ao sol neste mundo. Me contou tudo, pelo que percebi, da vida dele, não há muito mais a me dizer. É lamentável, ele seria capaz de fazer feliz qualquer mulher que caminha abaixo do sol, mas me encontrou… Gostei mesmo deste pênis, mais do que do homem em si, para falar a verdade. Vou começar logo isto para poder terminar e ir descansar para me preparar para o próximo de amanhã à noite.


— Vou começar, Klaus…
— Por que me escolheu entre tantos na Souto’s, Marcelle?


Eles não costumam perguntar isso…


— Gostei do jeito do seu rosto, me lembra…
— Eu lembro…?


O que estou fazendo agora?


— Lembra um homem de pica grande, que eu adoro…
— Um homem do seu passado?


Não, Klaus, falo de todos os homens que eu gentilmente puder devorar.


— Meu primeiro namorado.
— Ele parecia comigo?


Vocês, homens, são todos iguais, meu caro Klaus. O que muda é apenas a cor da pele, dos olhos e dos cabelos. E o tamanho do pênis, óbvio.


— Um pouco.
— Muito bom saber…


Provavelmente, ele pensa que teremos depois desta noite algum tipo de relacionamento.


— Não se apaixone, meu gostoso pirocudo…
— Me apaixonei quando vi seus olhos me observando naquela hora, Marcelle…


Você não é o primeiro, mas essa paixão durou apenas algumas horas.


— Você mal me conhece, Klaus!
— Estranho, mas é como eu já tivesse te visto antes…


Provavelmente, você deve ter sido um dos homens que eu trouxe para cá em época muito muito muito distante…


— Não acredito nessas besteiras, Klaus, você devia ser menos crédulo em relação a isso…
— Fui criado no Espiritismo e creio na Reencarnação. Já nos encontramos antes…


Se você se lembrasse, então, do que eu faço e do que eu sou, nem estaria aqui comigo após me reconhecer naquela hora em que nossos olhos se encontraram.


— Quer trepar ou conversar sobre a sua religião, Klaus?
— Não é isso, Marcelle… É que achei estranho demais uma belíssima mulher como você me trazer para sua casa sem nem me conhecer melhor. E o mais estranho é que isso de conhecer uma mulher e transar com ela na mesma noite me é também inédito.


O ineditismo, infelizmente, não vai mais se manifestar em sua existência, Klaus.


— Estamos no século vinte e um, uma mulher deve ser liberta das correntes que travam o corpo, a mente e o espírito. Sempre fui uma mulher que jamais se prendeu ao moralismo barato da sua civilização.
— Mas, você também é parte desta civilização, deste mundo.


Klaus, você nem tem ideia do que fiz, faço e sempre farei parte…


— Eu sou apenas uma gentil devoradora, Klaus…
— Me devore logo, então…


Adeus, meu amante noturno de hoje.


— Você nunca vai ter outra mulher como eu…
— Eu sei disso, Marcelle…


Vamos ao encaixe da minha vagina com o pênis dele… Nossa, isto nunca é o mesmo de homem para homem… Entrou tudo… Trinta e dois centímetros, aguento tudo… Vou cavalgar agora… Cavalgar agora… Venha tudo agora… Vocês estão livres… Vocês podem devorá-lo junto comigo… Vocês podem cavalgar nele junto comigo… Sintam a grossura deste pênis… Sintam a quentura deste pênis… Sintam as veias no pênis… Sintam as veias no corpo dele inteiro… As batidas do coração, vamos juntos devorar o coração dele… O ar saindo e entrando nos pulmões, vamos devorar os pulmões dele… O cérebro todo sentindo o que o corpo dele transmite enquanto estou assim cavalgando, vamos juntos devorar o cérebro dele… Os intestinos, os rins, o esôfago, os olhos, a língua, os músculos, os ossos, os pêlos, os cabelos… Tudo dele, devoremos juntos agora…


— Me devore, Marcelle…


Venham, tudo está aqui… Venham, há tudo dele vindo agora…


— Marcelle…


Venham, saiam de mim, penetrem nele, pesquem tudo dele…


— Ah, Marcelle…


Venham, envolvam-no, acorrentem-no, subjuguem-no…


— Marcelle…


Venham, para fora de mim, para fora de mim… Vamos, venham devorá-lo…


— Mar… celle…


Venham, estamos trazendo tudo dele… Tudo dele… Tudo…


— Mar… ce… lle…


Venham, estamos trazendo muito mais agora…


— Mar…


Venham, falta pouco para tudo dele ser nosso…


— …ce…


Venham, a vida completa dele já é quase nossa…


— …lle…


Venham, todos, todas!


— As…


Venham, estamos acabando!


— As…


Venham, estamos com ele por completo!


— As...


Venham, agora vamos trazê-lo totalmente até nós!


— Astrid…


Venham, ele já está em nós…


— Me devore, Astrid…


Venham, ele já é o que somos…


— As…


Venham, ele já é o que sempre fomos…


— …trid…


Venham, ele já é o que sempre seremos…


— Muito… obrigado… Astrid…
— Até a sua próxima existência, Tulius.


Mas, o meu Verdadeiro Nome não é Astrid, eu venho de uma época deste mundo onde não haviam Nomes. Nem nasci aqui na Terra, mas ele nunca saberá disso…

Tulius, Roma Antiga, quando nos encontramos pela primeira vez, uma maravilhosa época para mim como uma gentil devoradora… E, de novo, você foi devorado por mim, como foi em 1996, 1916, 1896, 1816, 1789 e em outras ocasiões… Seu amor por mim lhe uniu ao meu caminho devorador, mas eu não estou unida a você. Para mim, Tulius, você sempre vai ser um homem a ser gentilmente devorado por mim como todos os outros homens deste seu planeta; e um  cadáver que agora começa a virar pó em minha cama, como tantos outros das noites de ontem e das noites do amanhã.

E, falando na noite de amanhã, o próximo a ser gentilmente devorado já está escolhido, assim como todos os outros de depois de amanhã.

Porém, vou sentir muita saudade do pênis que você teve nesta sua última encarnação, Tulius…


Inominável Ser
GENTILMENTE
DEVORADO
SEMPRE




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sábado, 21 de maio de 2016

Nas Tempestuosas Lâminas Do Sangue Korack




— “Bakan e Olokere, ouçam as palavras desta vossa Mestra como o sussurro do vento que acariciará os seus corpos banhados de sangue no campo de batalha quando chegar a hora do Primeiro Grito Guerreiro. Nossa Tradição Guerreira nasceu dos Punhos Conquistadores do Primeiro Korack, Oxalun, O Vigésimo Quinto Filho Keauriotheniano de Thornadoriusis Shodolon, nosso Pai, Soberano E Provedor. Ele foi o maior aliado de Llajak Jokat Nersky Samlah, O Primeiro Keauriotheniano, na Expansão Territorial Inicial de nosso Império pela Galáxia de Andrômeda do Universo Genesis; e os descendentes dos dois, até a Idade Dos Fatos, conquistaram os 600.000 Universos, e as incontáveis Colônias Planetárias e Galácticas em outros Universos, que constituem o território onde o Poderio Imperial Keauriotheniano é da mais firme Rocha Eterna. Nós, os Korack, somos o Sexagésimo Sétimo Clã Eterno Maior Keauriotheniano, O Clã Dos Manifestantes Das Tempestades Sanguinárias. Vocês duas ainda são muito pequenas, mas terão muito a aprender ainda sobre como Manifestar Tempestades quando se tornarem as Deusas Da Guerra Reveladora Do Espírito Guerreiro Da Magia Eterna que formarei. Primeiro, lutem ao lado de seus pais neste planeta, abandonem seus brinquedos e anseios infantis a partir deste momento. É sangue que vocês devem pedir agora ao Espírito Guerreiro de Nossa Mãe Automanifestada. O sangue dos inimigos na ponta de sua lança, Bakan. O sangue dos inimigos na lâmina de sua espada, Olokere.”

As palavras de Ossahn Korack, Suprema Deusa Da Guerra Keauriotheniana, a irmã mais velha do pai delas, nunca foram esquecidas pelas irmãs Bakan e Olokere Korack. As duas, as primeiras dos 878.908 filhos de Oxan e Xun’oo Korack,  Deuses Menores Da Guerra Keauriotheniana e Generais Supremos De Guerra da Colônia Universal De Iorun Ba, ouviram aquelas antes da primeira batalha que travaram em suas Existências: a do Planeta Nin Ge contra 7.117.121.100.000 integrantes (todos da Grandeza Evolutiva) da Ordem Therin Ocitilop Shodolon Dos Assassinos Cósmicos liderados pelo próprio Fundador da mesma. Um dos inúmeros filhos de Thornadoriusis Shodolon e Amanorap Ocitilop que se tornou um sanguinário Mercenário Multiversal, o Deus Cósmico Do Universo Xiromen, que governava após conquistá-lo dizimando-lhe todas as Raças Planetárias, tencionava roubar as Relíquias Guerreiras de Iorun Ba. Reunidas em 617.095 planetas deste, eram extremamente protegidas pelo Clã Korack e, sob o ataque de Therin e seus discípulos, quase foram roubadas em sua totalidade. Ossahn, Discípula Direta da mãe de Therin, liderou sua excelentíssima Ordem Guerreira (230.145.976.006.321 integrantes) e 382.900 Legiões (150.000 Soldados por Legião) contra os invasores universais. Rapidamente, todos os integrantes dos Seres Cósmicos (6.543.907.432 Grandes) e dos Ases Cósmicos (7.535.532.865 Grandes) que foram levados para o ataque, também fundadas por Therin, foram exterminados pelo espaço de cinco bilhões de Galáxias em uma ferocíssima batalha. As Riquezas que foram roubadas eram levadas pelos Assassinos em direção aos Túneis Interdimensionais que ligam as Categorias Universais, mas a ultravelocidade do empenho de Ossahn e seus comandados conseguiu as mortes de 4.828.897.908 daqueles. Os sobreviventes foram encurralados na Galáxia De Indutys e obrigados por Therin a se refugiarem no Planeta Nin Ge; ele acreditava que poderia vencer a todos os combatentes daquela Colônia Universal Keauriotheniana em um ambiente bioespiritualmente melhor manipulável por ele, mas enganou-se. Ossahn enfrentou-o pessoalmente e o massacre dos discípulos deles deixou a cargo daqueles que comandava, os quais foram implacáveis e recuperaram todas as Riquezas. Therin foi poupado da Extinção apenas porque Ossahn amava Amanorap como uma mãe é jamais tiraria um filho desta da Existência, deixando-o partir de volta para o Universo que ele governava. Foi uma vitória na qual nenhum protetor das Riquezas sucumbiu; e os destaques foram Bakan (a lança desta bebeu o sangue de 24.460.765.322 Assassinos) e Olokere (a lâmina da espada desta bebeu o sangue de 24.786.954.824 Assassinos). Foi a partir desta batalha que elas ficaram conhecidas como As Irmãs Tempestades Sanguinárias.

— “Bakan e Olokere, A Guerra não é apenas o derramar do sangue de um inimigo e nem o sorver do mesmo nos crânios de muitos abatidos por suas armas. Sua lança, Bakan, já foi empunhada por 1.947.665 Guerreiras; a sua espada, Olokere, por 1.981.764 Guerreiras; todas elas, do nosso Sangue Korack, estabeleciam para elas mesmas um Código Guerreiro Interno que as obrigava a serem muito mais do que derramadoras e sorvedoras de sangue inimigo. Elas se faziam também abatidas nos campos de batalhas. Elas também tinham o sangue sorvido nos próprios crânios por aqueles que abatiam-nas. Elas se punham nas condições dos inimigos derrotados e compreendiam o porquê das condições que levavam a uma vitória ou a uma derrota. Elas Viam as Tempestades Vitoriosas e as Tempestades Derrotantes ao mesmo tempo quando se encontravam no meio de uma batalha. As experiências delas estão presentes nos Vinte E Dois Mil Livros Da Sabedoria Guerreira Korack. Leiam e releiam cada um deles até que A Tempestade Da Compreensão lhes atinja.”

E elas leram. E elas releram. Sempre ao lado, as armas. Sempre lado a lado, estudando, meditando e discutindo juntas no Primeiro Templo Da Guerra Korack De Iorun Ba, no Planeta Ono Rlum, Galáxia Lon Pak. Planeta-Sede do Governo Colonial Universal a cargo de Xangur Can (Deus Do Machado Cósmico Secreto) e Ahyaban Comud (Deusa Da Serpente Eterna Automanifestada), era também o planeta-natal das duas. O Treinamento que as tornaria Deusas afastou-as das companhias dos 623.543.848.074 habitantes do planeta porque os mesmos passaram a ovacioná-las como Deusas Maiores após os feitos na primeira batalha que elas travaram. Já antes desta, impressionavam aos pais, a todos aqueles e a Ossahn pelas habilidades formidabilíssmas demonstradas no manejo de Alaru’Korack (A Lança Tempestade) e Boruko’Korack (A Espada Tempestade) em treinamentos marciais abertos ao público. Já destinadas a se tornarem Deusas devido ao Potencial Bioespiritual que a essa Condição Evolutiva leva conhecida de todos, foram batizadas pela população planetária como As Crianças Tempestades. Após Nin Ge, Ossahn proibiu-as de contato com outras pessoas além dela, confinando-as em Recintos Dimensionais Secretos do Templo e treinando-as de modo extraordinariamente aprofundante das habilidades e técnicas de cada uma a Nível Físico, Mental e Espiritual. Seis Anos Universais de Treinamento na mais absoluta reclusão. Seis Anos e, já adultas, atingindo a Maturidade Bioespiritual Keauriotheniana, Bakan e Olokere tem a permissão de Ossahn para saírem do Templo. E como Deusas que entrariam para a História Keauriotheniana de um modo que elas sequer imaginavam desde que empunharam pela primeira vez duas das Riquezas Guerreiras Korack que Herdaram por Afinidade Bioespiritual. A Lança de Bakan evoluiu ao Nível Divino. A Espada de Olokere evoluiu ao Nível Divino. Divinas, elas foram ovacionadas por muitos dos admiradores delas que aguardavam-nas quando saíram da reclusão. Entre tais admiradores, os pais, que choravam, junto aos demais 439 irmãos delas que nasceram durante todos aqueles Anos.

— “Bakan e Olokere, quando toda batalha estiver para ser iniciada, quando todo sangue que vocês derramarem estiver para ser derramado, procurem olhar para cada combatente aliado e inimigo. Olhar não como as Deusas que serão, mas como simples combatentes como eles. Vasculhem cada um deles, Estudem cada um deles, Vejam e Ouçam cada um deles. Estudem para que possam Ser como eles, vencendo ou perdendo a batalha. Vejam para que possam Sentir os olhos vitoriosos ou sem vida deles ao final da batalha. Ouçam para que possam Perceber os Organismos Bioespirituais deles pulsantes ou inexistentes na Matéria após o último grito de guerra ao fim da batalha. Cada Tempestade dessas é um Ensinamento Eterno e esta descrito em suas armas. As anteriores Portadoras Tempestades de sua Lança, Bakan, Foram, Sentiram e Perceberam cada aliado vitorioso e cada inimigo derrotado nos campos de batalhas onde estiveram. As anteriores Portadoras Tempestades de sua Espada, Olokere, Foram, Sentiram e Perceberam cada aliado vitorioso e cada inimigo derrotado nos campos de batalhas onde estiveram. Sejam. Sintam. Percebam. Assim, suas vitórias serão Tempestades, assim como as suas derrotas.”

11.828 Eras Universais se passaram desde que o Treinamento das Irmãs Tempestades findou-se. As duas seguiram distintos caminhos, distanciando-se uma da outro ideologica e existencialmente: enquanto Bakan decidiu unica e exclusivamente permanecer no Universo que passou a defender ao lado da Mestra e dos demais Guerreiros Keauriothenianos da Colônia, Olokere percorreu todas as Categorias Universais, Mundos além destes e, até mesmo, Linhas Temporais Alternativas, como uma Deusa Guerreira Errante. Altiva, arrogante, orgulhosa e crudelíssima, Olokere se tornou o oposto máximo de Bakan, uma humilde, simples e agradável amante da Natureza dos planetas do Universo onde nasceram. Bakan conseguiu, a cada defesa perfeita de Iorun Ba das ações de invasores, a admiração e veneração de seu Ser pelos habitantes de cada planeta, algo que ela não alimentava de nenhuma maneira. Por outro lado, igualmente carismática apesar de sua explosiva personalidade, Olokere incentivava seus admiradores a vê-la como uma Deusa Governante Da Criação, em todos os planetas, entre as raríssimas pausas de suas viagens pela Criação. Quando uma Ordem de Cultuadores dela foi criada, Ossahn, como Soberana Mística Maior De Iorun Ba, intrometeu-se, gerando o rompimento dela com sua segunda maior discipula. Sem o apoio de Bakan e de todos os Deuses de seu Universo, Olokere ajudou o Culto a crescer e, levando grupos do mesmo em suas viagens, criou focos em outros Horizontes. Bakan tentou convencê-la a dissolver o Culto e reatar com Ossahn, mas a irmã, ambiciosa e desejosa por assumir o lugar da Poderosíssima Deusa De Iorun Ba, também rompeu com aquela. Tanto Ossahn quanto Bakan e todos os Clãs Keauriothenianos sentiram muitíssimo o afastamento cada vez maior de Olokere, que, ainda assim, exterminava ao lado deles invasores.

— “Bakan e Olokere, A Guerra Automanifestada Está Dentro De Nós, Em Nós Está Todo Grito De Guerra Em Todo Campo De Batalha. O Furor de nossa Existência é Consagrar o que Somos ao Espírito Guerreiro da Nossa Mãe Magia Eterna. Nós, Korack, assim como todos os Clãs Keauriothenianos, devemos criar a nossa própria maneira de Sermos A Guerra ininterruptamente. Os Livros que vocês lêem e relêem contém apenas Base e as experiências nos campos de batalhas são Novos Livros Guerreiros Sendo Escritos. Escritos Sempre. Escritos Continuamente. Escritos Eternamente. Tempestades Conhecimentos. Conhecimentos Tempestades. Sim, este é o Korackjusoban, nosso Eterno Modo Guerreiro de Sermos A Guerra. Um Modo entre todos os Modos Keauriothenianos De Ser A Guerra: O Modo Ocitilop, O Modo Ocitilop Shodolon, O Modo Gnaix, O Modo Kronham, O Modo Cromvram, O Modo Gnaldht, O Modo Zinger, O Modo Agaser, O Modo Ekin, O Modo Rabitevitahan, O Modo Lamalt, O Modo Rabitevitah, O Modo Sherotonword, O Modo Perytoleivetich, O Modo Kominskelitah, O Modo Xetersyro, O Modo Xetersyro, O Modo Gariobard, O Modo Situfard, O Modo Kowanwarer, O Modo Flader… Enfim, todos os Modos de nossa Raça Ser A Guerra irei lhes ensinar como minha Mestra, Xaphan Korack, me ensinou do modo que ela Aprendeu com a Mestra dela, Zambua Korack. No fim, tudo se torna O Modo Tempestade De Ser A Guerra.”

11.828 Eras Universais. Bakan enfrentou as mais perigosíssimas Arquimestras Caçadoras de Imeon Siat, Representante Material Da Destruição Automanifestada e fez tombar com sua Lança inumeráveis daquelas e de Caçadoras Menores. Olokere derrotou Tharusus Ocitilop Shodolon, O Sol Negro Eterno, Líder da Ordem Dos Astros-Reis, Dezenove Sóis Criminosos a serviço de diversos Impérios; Adâmia Koran Ron Ast, Deusa Da Magia Eterna Cósmica, Líder da Ordem Alena Resal desta; Baomtaaf Nidamusah Zaagd, Deus Da Magia Da Natureza Eterna Automanifestada; Líder da Ordem Dos Duendes Da Senda Natural que leva seu nome; Liromael Geludocimon, Deus  Da Luz Astral Eterna, Líder dos Astros Iluminados; Vermedirau Egnargal Ogladih, Deus Da Mente Automanifestada Da Criação, Líder da Ordem Eluht Noscut dos Dominadores E Destruidores Mentais; e inúmeros outros Líderes de Ordens Crimininosas do Plano Universal, Mundos e Linhas Temporais apenas para comprovar sua Superioridade Evolutiva, nunca sendo derrotada. Bakan liderou, ao lado de sua Mestra, as Legiões Keauriothenianas contra o Império Turamonjiari de Arted Enji Esaf Ad Rir, O Primeiro Deus Das Totalidades Universais Da Criação; em tal guerra provocada pelo desejo expansionista de Arted, os pais das Irmãs Tempestades sucumbiram e, em resposta, Bakan, sozinho, Extinguiu 90% das forças invasoras e decidiu para Keauriothen a Guerra De Arborienitud Contra Iorun Ba. Olokere fez alianças escusas, às claras, não se importando com sua Raça, com diversos inimigos declarados desta, atuando em contratos para trabalhos como Mercenária para os mesmos, incluindo Turamonjiari, causador das mortes dos pais dela. Bakan, entre guerras menores e defesas de Possessões Imperiais, em seu Universo, encontrou o Amor na imponente figura de Bauraken Ocitilop Shodolon, Deus Das Doze Espadas Primeiras Da Magia Eterna, filho de Thornadoriusis e Amanorap, com o qual contraiu Matrimônio e gerou 205.112 filhos. Olokere tornou-se amante de Thalij Ocitilop Shodolon, outro filho do Imperador Keauriotheniano e da Segunda Dos Três Primeiros Evoluídos Keauriothenianos; cruel e sanguinário conquistador que criou o Império Arborienitud, o principal inimigo de Keauriothen, foi a alavanca necessária para Olokere travar contatos com diversos outros Impérios inimigos de sua Raça à medida que gerou com aquele 550.224 filhos. Bakan Viu sua irmã seguir por um caminho que a tornou Inimiga Eterna Da Raça Keauriotheniana, declarada a todo o Império pelos próprios lábios de Thornadoriusis, o que lhe doeu existencialmente. Olokere fez por merecer tal Declaração Eterna no exato momento em que, por Arborienitud e outros Impérios que desejavam A Queda De Keauriothen, matou e Extinguiu Keauriothenianos em guerras e contratos, existencialmente sentindo-se plena. Bakan Via o Futuro, ao lado de Ossahn, lamentava, chorava e aguardava. Olokere Via o Futuro, ao lado de todos os Imperadores inimigos de Keauriothen, alegrava-se, sorria e aguardava.

— “Bakan e Olokere, vocês já Aprenderam e Apreenderam; Apresentaram e Apoiaram; Abriram e Abraçaram; Iniciaram e Findaram. Temos que Ver, Ouvir, Calar e Falar sempre em Termos Tempestades nas Conjunções Fatoriais da Condição de Deusas. Como Deusas, O Tempo para vocês duas sempre será um grão de areia minúsculo que o menor dos ventos sempre levará. Como Deusas, O Espaço para vocês sempre será Percebido Além E Nele Mesmo, tudo estará próximo, vocês estarão dentro de tudo. Como Deusas, A Matéria para vocês sempre será pequeníssima diante da Vastidão Cósmica e da Vastidão Anti-Cósmica. Como Deusas, A Realidade, O Campo Real, A Visão Real, para vocês sempre será Fator Existencial a ser ultrapassado. Como Deusas, Tempestades para vocês sempre serão Exponenciais Oportunidades de Serem O Todo E O Nada. O Todo Tempestuoso. O Nada Tempestuoso. O Grandioso Mistério De Toda Automanifestação E Manifestação Revelado. Mas, esse Mistério deve ser ultrapassado e esquecido. Algo Acima Deve Continuar Sempre Sendo Buscado. Algo Acima da Automanifestação. Algo Acima da Manifestação. Algo mesmo nas Deusas que vocês serão.”

11.828 Eras e, no início da Era Universal De Ltambe Beberthu, Bakan e Olokere não mais tiveram que aguardar. Olokere, na liderança de Legiões de Arborienitud,  das de demais outros Impérios, de Impérios de outras Linhas Temporais e Mercenários de diversos Horizontes, invadiu Iorun Ba em um ataque que não foi Visto por nenhum Deus deste Universo. Os massacres planetários foram no início arrebatadores, mas Ossahn, Bakan, Bauraken e seus comandados conseguiram taticamente equilibrar o confronto. Percebendo, à certa altura, que deveria eliminar primeiramente os quatro inimigos, Olokere desafiou sua Mestra e, contra a mesma, travou uma enfurecidíssima Batalha Evolutiva em todos os Níveis desta. Bakan Viu seu Esposo Eterno e filhos serem mortos, lutando, matando e Extinguindo a todos os invasores que lhe surgiam à frente. Em dado momento, então, Viu Olokere, após aciradíssima Batalha, decapitar uma Profanada e ferocíssima Ossahn. Bakan, que a considerava uma segunda mãe, Evolutivamente Explodiu e iniciou uma Extinção em massa de todos os inimigos que pôde encontrar percorrendo todo o Universo em direção a Olokere. Esta, também Evolutivamente Explodindo, tratou de seguir em direção à irmã Extinguindo membros das Legiões defensoras de Iorun Ba. As duas direcionaram-se uma à outra deixando atrás delas Rastros Extintos de incontáveis Existenciais, emitindo Gritos Eternos que puderam ser Ouvidos por toda a Criação. E, quando encontraram-se, uma terceira explosão ocorreu, Energética, causando a destruição de 220.432 Galáxias. E a Batalha delas iniciou-se em meio à Poeira Cósmica de tais Galáxias, uma Batalha Tempestade sem antecedentes e precedentes na História daquele Universo.

— “Bakan e Olokere, como Deusas, vocês deverão sempre Saber Ser Existência, Morte E Extinção como Divinas Tempestades e Tempestades Divinas. Não basta estabelecer apenas uma Rota, mas Infinitas Rotas. O Infinito É Amigo Dos Deuses. O Finito Inexiste Para Deuses. Porém, Deuses Não São Infinitos Em Si Mesmos. Isto significa que vocês duas, Bakan e Olokere, assim como eu, seus pais, todos os Deuses Keauriothenianos e da Criação, podemos ser Mortos e Extintos. Somos capazes de atingir o Nível de Representantes Materiais De Automanifestados ou nos tornarmos, através de nossa Evolução Existencial Sermos Automanifestados. Mesmo assim, podemos ser Mortos e Extintos. Vocês experimentaram aqui A Morte E A Extinção como Tempestades Iniciáticas; um dia, poderão enfrentá-las em um campo de batalha. Saibam disto, Deusas.”

Após 33 Anos Universais, a Guerra De Iorun Ba cessou. Os Keauriothenianos venceram graças ao então Príncipe Thades Ocitilop Shodolon, comandando inumeráveis Grandes e Deuses que compunham um grupo de Auxílio Multiversal a Raças vítimas de Impérios tirânicos. 76% da população nativa de Iorun Ba dizimada. 92% das forças invasoras dizimadas, obrigando a retirada dos sobreviventes de maneira imediata. Bakan e Olokere foram encontradas no Planeta Nin Ge, o planeta que foi o palco da primeira batalha das Existências delas. A ponta da lâmina da Espada de Olokere cravada na Marca De Thornadoriusis na testa de Bakan. A ponta da Lança de Bakan cravada na Marca De Thornadoriusis na testa de Olokere. Em pé. Como estátuas. Sem Evolução. Sem Divinização. Sem Vida. As Últimas Tempestades delas foram As Maiores Que Os Korack Podem Realizar.

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sábado, 14 de maio de 2016

Quinze Crânios Para Uma Jetzelli




Exatamente aos 13 de maio de 2126, faz-se cinco meses do brutal massacre dos Oito Exércitos Protetores do Norte Brasileiro. 11.752.253.987.013 Soldados foram exterminados com extremíssima crueldade pelos Quinze Maiores Generais Mais Humanos, os melhores combatentes dos Racialistas Supremos que iniciaram aos 12 de janeiro de 2116 o que a História Terrestre da Colonização Keauriotheniana denominaria como O Primeiro Levante Do Aço. Os Oito Exércitos eram liderados, cada um, por amigos de infância de Ophira Jetzelli, a General Suprema De Guerra do Governo Planetário de Thades Ocitilop Shodolon desde o ano de 1999. A Maior Dos Jetzelli, como é reconhecida na História, também é A Maior Guerreira Suprema das Legiões a favor da Colonização Keauriotheniana em um planeta que foi arrassado após a Terceira Guerra Mundial (1981). A Pantera Da Furiosa Katana, como é conhecida, encontra-se no mesmo campo de batalha dos Quinze Generais e liderando uma massacrante vitória há nove horas: as ruínas do Centro da Cidade Eterna do Rio de Janeiro, que enfrenta sua Trigésima Nona Batalha. Sua Katana está banhada com o sangue de 222.311 Soldados Mais Humanos até este momento; bem perto, sua filha de seis anos, Artcsom, protegídissima pela furiosa mãe, carrega um saco plástico negro nas mãos bastante reforçado. Tal saco está reservado para os crânios dos Quinze.


Tadar Saddonhlann era o mais alegre e divertido de seus amigos de infância. Nascido um Ser Comum, Keauriotheniano Puro, como ela, foi doutrinado nas Artes Guerreiras Terrestres Keauriothenianas, nascidas da junção do Conhecimento Guerreiro Terrestre com o Keauriotheniano durante a Reconstrução Planetária (1981-1985), na Cidade Eterna De Manaus. Ophira destacou-se acima de todos os seus amigos ao tornar-se, aos seis anos de idade, Arquimestra Suprema do Buddheltken (O Espírito Búdico Da Magia Eterna Nas Lâminas Das Katanas), Tradição Mística-Militar-Filosófica nascida da fusão do Buddohatokmar Heltizengon (O Espírito Búdico Revelado Na Magia Eterna) com a Arte Milenar Japonesa do Kenjitsu em suas Vertentes Espirituais Ocultas. Ela foi a melhor Discípula Direta de Margillaa Harok (A Primeira Líder Mística Da Ilha De Thades e criadora do Buddohatokmar no ano de 1986), Gong Ji Rhau (A Maior Monja Budista Tibetana da Era da Colonização Terrestre Keauriotheniana e co-criadora do Buddohatokmar) e Mitsumasa Tamagura (O Maior Dos Mestres Do Kenjitsu e criador do Buddheltken no ano de 1989). Margillaa, Gong e Mitsumasa pessoalmente treinaram-na durante os três primeiros meses do ano de 1990 no Templo Místico-Militar Maior do Norte Brasileiro, convocados pelos Mestres Supremos do mesmo, Arangar Theraon e Rathyt Derah. Estes Viram na pequena Ophira um Potencial Místico Guerreiro Incomum para Seres Comuns.


Ophira Heltgathut, O Rugido De Ophira, foi forjado por esta após um ano de Búdica Meditação com Aço Cósmico Keauriotheniano. A Katana decapita 342 Soldados, manejada pela mão esquerda,com golpes invisíveis aos olhos daqueles; decepa a perna esquerda de Saul Jungmann Bormann; as mãos de Yuri Bosch Silvers; e os decapita. Artcsom recolhe os crânios dos dois e os deposita no saco.


Ana Catarina Gouveia era a amiga mais apegada a ela e confidente de todos os seus segredos íntimos. Especialista em Tecnologia Arcana, auxiliou Ophira nos Estudos Avançados Da Tecnologia Arcana Keauriotheniana, uma parte essencial na formação de futuros Generais. Tradicionalmente, o Clã Eterno Keauriotheniano Jetzelli sempre foi um reduto de excelentíssimos Generais historicamente importantes. Os pais dela, Athero Críseis e Tartha Jetzelli, eram Generais Supremos da Colônia Keauriotheniana do Planeta Vênus governado por Lauthur Oalduthen, Deus Cósmico Da Espada Da Eternidade, antes da Convocação De Thades para a Reconstrução Terrestre. Nascendo ao início da fase final da Reconstrução, aos 18 de outubro de 1984, em Manaus, foi a 53° dos 88 filhos deles, que foram mortos na Décima Batalha de Recife no terceiro ano do Primeiro Levante. Ophira pessoalmente vingou-os matando os 2.564.890 Soldados da Companhia Mais Humana de Pernambuco sozinha, perseguindo-os intensamente por todo o Brasil durante sete meses, enquanto se deslocavam para lutar em outras regiões. Naquele ano, quem recolheu os crânios foi sua sobrinha Khemy, filha de sua irmã Azorya, à época com oito anos de idade.


Os Cinco Movimentos Do Vento Búdico Maior, o Inescapável Saejkodothen Badaeron dominado magistralmente por ela, mata, na Velocidade do Som, 869 Soldados; Patricia Santana Koch é retalhada duzentas vezes pelo corpo todo; Thomas Larsson tem os olhos perfurados cirurgicamente pela ponta da Katana; e os dois são decapitados. Artcsom recolhe os crânios dos dois e os deposita no saco.


Teresa Bahhonnlann Mattos era uma série Cientista Cósmica, mas com Ophira e os outros sete amigos, se divertiu muito na adolescência frequentando as famosíssimas Raves Eternas da Cidade Eterna De Londres. Sem descuidar de seus Estudos Místicos-Militares-Filosóficos, Ophira se destacava como excelente dançarina em tais Raves, que duravam, em média, de um a três meses. Liberal como seus amigos, se relacionou com milhares de homens e mulheres na mesma, nunca perdendo-se nos braços de qualquer um desses mais tempo do que devia. Entre as Raves e os Estudos, participou dos igualmente famosíssimos Torneios Anuais De Luta Eterna Da Ilha De Thades de 1990 a 1999, ganhando todos. Derrotou seus três Mestres e o próprio Imperador Thades em cada um, alcançando uma fama mundial que nunca lhe deu motivos para se tornar orgulhosa, vaidosa ou arrogante. Sempre centrada em seus objetivos para se tornar uma General Maior, nunca dera importância ao fato de ter se tornado uma superstar para um mundo Pós-Holocausto Nuclear ávido pelas Artes Marciais Keauriothenianas. Também ganhou 8.115 Torneios de MMA, pois também é uma expert nas Artes Marciais Humanas, até o mesmo ano de 1999. Neste, teve o maior presente de toda sua Existência: foi convocada para ser a nova General Suprema De Guerra Terrestre por Thades após a desistência de Sagaha Harok do cargo.


O Manto Dos Dragões Búdicos Maiores, Doutrina Secreta do Buddheltken, é o guia da lâmina da Katana que elimina, na Velocidade da Luz, 1.980 Soldados; Katarina Carvalho dos Santos tem o braço esquerdo arrancado de um só golpe; Ryuichi Matsumoto tem o coração perfurado por toda a extensão de 2,79 m da Katana Que Ruge; e os dois são decapitados. Artcsom recolhe os crânios dos dois e os deposita no saco.


Patreos Tarak era o Maior Capoeirista Terrestre após Ophira, com a qual travava uma sadia rivalidade. Ele brincava com o fato de sempre ser derrotado por ela todas as vezes nas quais se confrontavam em treinamento ou Torneios de MMA. Estes e os da Luta Eterna foram abandonados por ela desde que assumiu a responsabilidade do cargo dado a ela por Thades. A convivência com os amigos diminuiu bastante e as Raves igualmente foram abandonadas junto com seus casos amorosos. O cargo de General Suprema de um planeta incluía governá-lo durante as ausências do Regente Planetário; isso ocorreu diversas vezes durante 81 anos, até que Thades teve que abandonar suas Viagens Diplomáticas por outras Colônias Keauriothenianas por causa de Rudolf Myers, o criador da Ideologia Mais Humana. Amparado no lema “O Planeta Terra Pertence Aos Seres Humanos E Todo Invasor Alienígena Deve Ser Expulso Do Que É Nosso Acima Do Que Eles Nos Deram”, o General Austríaco Maior, remanescente da Terceira Guerra, expandiu pelos sete continentes, em dez anos, aquela Ideologia, angariando o apoio de 40% da Humanidade. Mesmo com Thades e Ophira fervorosamente lutando contra os ideais racistas e racialistas dos Mais Humanos; e o apoio de 60% dos Seres Humanos, a voz de Rudolf, um Aprimorado Bioespiritualmente pelas Ciências Keauriothenianas, como todos os Seres Humanos, iniciou uma corrente de radicalismo sanguinário pelo planeta.


A mortal simplicidade dos movimentos normais de Ophira, empunhando seu Rugido com as duas mãos, assassina 7.542 Soldados; Daniel Santalban Díaz tem os pulmões perfurados por trinta centímetros de lâmina pelas costas; Richard Ricci Médici tem a garganta cortada até a nuca, quase sendo decapitado; e é decapitado depois junto com o aquele. Artcsom recolhe os crânios dos dois e os deposita no saco.


Radhana Xar Zaronhlann tinha um avançadíssimo conhecimento de cada uma das inumeráveis Táticas Guerreiras Da Criação. Para Ophira, organizou, até mesmo depois que esta se tornou General Suprema, Livros Eternos infindáveis sobre o tema. Lidos com fervor e atenção esplendorosos por ela, foram de fundamental importância em seu amadurecimento na função que ocupou na Terra Colonial. Radhana e seus outros amigos ficaram ao seu lado quando se iniciaram pelo mundo os Massacres De Keriaunotheds. Estes, Mestiços de Humanos com Keauriothenianos Puros, eram vistos pelos Mais Humanos como Abortos Existenciais Extermináveis, eram torturados até a morte e expostos em estacas nos centros das grandes cidades mundiais. De 2100 a 2115, foram mortos desse modo cruel e insano 7.899.405 Keriaunotheds, mesmo com a extrema caçada aos assassinos levada a cabo por Ophira, seus amigos e os apoiadores da permanência do Governo Keauriotheniano. Praticando a Justiça Eterna Imediata 59.711 vezes, ela aplacava sua fúria contra todos os Mais Humanos; mas, todas essas decapitações efetuadas em praças públicas apenas elevava o empenho de Rudolf em transformar sua Rede Mundial De Terrorismo Exterminador em um imponente Exército. E, agindo protegidos por Campos Místicos De Ocultamento ensinados aos Humanos pelos próprios Keauriothenianos, eles conseguiram ter um aparato bélico própicio para iniciarem um conflito de proporções mundiais no ano de 2116. Nem mesmo um Deus como Thades pôde impedir o início do Primeiro Levante aos 12 de janeiro de 2116; Ophira, não se frustrando por não ter conseguido impedir o crescimento dos Radicais Mais Humanos, interiormente comemorou a chance que teria para exterminá-los em campos de batalha e, não, como covardes criminosos ajoelhados que ela nunca se cansou de decapitar.


Na Velocidade Da Luz Eterna, efetuando Movimentos Secretos, ela corta em minúsculos pedaços os corpos de 690.108 Soldados; Elizabeth Johnson Carter Trump tem o corpo lateralmente cortado até sobrar apenas intacto seu crânio; Mariah Hernandez Carreras é decapitada após ser perfurada da cabeça aos pés com uma fúria explosiva. Artcsom recolhe os crânios dos dois e os deposita no saco.


Romero Maranhão Fernandes praticava a Arte do Combate Psíquico mesclado às Artes Da Luta Eterna Keauriotheniana. Guerreiro Psíquico formidável, apenas era inferior em Capacidade De Luta a Ophira, uma Telepata De Primeira Categoria reconhecida como a Maior Guerreira Psíquica Terrestre. Este Título ganhou nos restritos e proibidos ao grande público Torneios Psíquicos Anuais, que ocorriam no Templo Drarongnet Da Magia Mental da Cidade Eterna Do Cabo Dejneva, na Rússia. De 1990 a 1999, ela ganhou todos os Torneios e ganhou o respeito dos Poderosos Mestres Drarongnet Da Magia Mental de toda a Raça Keauriotheniana. O Psiquismo foi fundamental nos dez anos, até, agora, do conflito; com as batalhas proporcionando imensas mudanças no Ambiente Psicoespiritual Terrestre, foi possível a ela e aos Oalduthen Terrestres liderarem invasões aos redutos secretos mundiais dos inimigos, já que os Campos Ocultantes deixaram de ser empecilho para tal. Em suas mãos, tombaram 660.121 Soldados e todos os redutos pelo mundo; mas, isso não significou o fim de um grupo que se valia do ultrapovoamento planetário para expandir-se cada vez mais. E Rudolf, hábil Guerreiro em todos os Níveis, sempre evitava encontrá-la e a Thades pelo mundo, fugindo dos confrontos diretos com a ajuda dos inseparáveis Quinze.


Os rosnados de Ophira alcançam níveis máximos, coincidindo com o Rosnado Exterminador de 500.211 Soldados; Diane Santana perde os braços e as pernas com ainda mais ferozes Rosnados da Katana; Jethro Gadot é perfurado no ânus, erguido e tem a ponta da lâmina saindo da boca; e os dois são decapitados. Artcsom recolhe os crânios dos dois e os deposita no saco.


Omak Gach era o gigante (10,46 m de estatura) que dominava esplendorosamente os Poderes do Espírito Guerreiro Da Magia Eterna. No entanto, nunca foi páreo para a amiga “Anã”, como ele chamava Ophira, de 2,14 m de estatura, em treinamentos e combates ferocíssimos. Toda a suntuosidade marcial dela era respeitada por Rudolf e os Quinze, que evitavam-na ao máximo em cada batalha pelo mundo; no mesmo Nível de Poderes e Habilidades de Thades, outro temidíssimo por eles, representava um perigo ainda maior do que este por causa de sua ferocidade única e exclusiva que assustava os Soldados dos dois lados do conflito. Eles, então, após dez anos de fuga pelo mundo, decidiram atacar o ponto fraco dela, na visão um tanto quanto simplista deles: os sete amigos que representavam a Maior Força Defensiva Do Continente Americano. Enquanto Ophira lutava na Sexagésima Batalha Da Cidade Eterna De Beringovskiy, na Rússia, os ingênuos Generais lideraram uma invasão surpresa ao Amazonas e agiram belicamente selvagens na maneira como mataram 83% da população de 439.986.311 habitantes daquele Estado Brasileiro. Com um conciso contingente de 6.464.110.754.980.432 Soldados que nasceram de Clonagens Bioespirituais efetuadas nos redutos secretos antes da destruição total destes, que sobreviveram aos combates, em uma hora arrasaram todo o Amazonas e se dispersaram por todo o Continente Americano. Mantendo-se no Brasil com 43% daquele contingente, os Quinze iniciaram uma marcha arrasadora pelo Norte, Nordeste, Sul, Centro-Oeste e Sudeste, perseguidos por uma enfurecida Ophira, até terem seus agrupamentos logísticos enfraquecidos pelas táticas desta e serem encurralados na Rio de Janeiro com os sobreviventes do que ficou conhecido como A Marcha Dos Quinze Sobre O Brasil, que exterminou 74% da população deste.


Mais feroz do que nunca, na mesma Velocidade Eterna, Ophira mata de diversas maneiras e com variados golpes 570.150 Soldados; Martin Goldenberg Schultz nem percebe quando seu tórax é dividido em V; Sila Hussein, igualmente, não percebe quando seus quadris são separados em três partes; e os dois são decapitados. Artcsom recolhe os crânios dos dois e os deposita no saco.


Ellen Sakecgh Soares, Adepta da Magia Da Natureza Eterna, ensinou a Ophira os Verdadeiros Nomes De Todas As Coisas e, mais do que amiga, foi uma amante ardente desde que eram adolescentes. Ela foi a primeira a ser encontrada pela Pantera, com sinais de estupros múltiplos, assim como Radhana, Teresa e Ana Catarina. Omak foi desmembrado e as partes de seu corpo apresentavam perfurações dos mais variados tipos de espadas. Romero foi empalado pelo ânus e morreu em seus braços; Patreos foi incinerado vivo pelas Chamas Cósmicas; e Tadar foi espancado até a morte. Não houve tempo para nenhuma lágrima ou a cremação dos cadáveres dos amigos; deixando estes aos cuidados dos irmãos, ela reuniu todos os sobreviventes do Massacre Do Norte e partiu no encalço dos inimigos. Durante cinco duros meses e não contando com a ajuda de Thades, que enfrentava pela Europa Clones dele Bioespiritualmente Deformados, ela enfrentou uma resistência nunca antes encarada até aquele momento. Jamais pensando em desistir, via tombar milhares em seu redor, mas incentivava os sobreviventes a continuarem e, cada vez mais, planejava um modo de enfraquecer os Clonados Mais Humanos. E ela conseguiu, contando com a ajuda das poderosíssimas Guerreiras Místicas Da Ilha De Thades lideradas por Margillaa. Esta é sua melhor discípula foram desbaratando logisticamente os contingentes que se dispersaram pelo Brasil, formando um círculo que os empurrou para um único ponto com um número reduzido de combatentes quando do início, mas, ainda assim, perigoso. A batalha final durou um mês e destruiu todo o Estado do Rio de Janeiro; no entanto, os Quinze Generais, que contavam com a morte de Ophira, viram-se pressionados e incapazes de tomar decisões lúcidas após a devastação de toda sua operacionalidade logística. E encontraram suas próprias mortes no rugir de uma Pantera…


Em uma Explosão Bioespiritual, Ophira elimina os últimos 390.239 Soldados. Os 6.671.240.604.891 Soldados ao seu comando; e as 9.103.142.243.987 de Guerreiras Místicas comemoram com gritos estrondosamente primais a vitória. Adrian Wolfgang von Krauser, empunhando seus dois Martelos Místicos Gigantes, encara-a; o que ele vê no olhar dela, faz-lhe depositar as Armas ao solo e ajoelhar-se. Correndo, o grito sendo ouvido por todo o mundo, calando a todos e parando batalhas, A Pantera Jetzelli desfere um golpe limpo e perfeito no pescoço do último dos Quinze, fazendo o crânio deste saltar a 372,46 m de altitude e cair aos pés dela. Artcsom recolhe o crânio dele e o deposita no saco.




Os demais Clonados pelo Continente Americano podem esperar. Os bizarros Clones de Thades pela Europa podem esperar. É hora de uma pausa, na madrugada de 14 de maio de 3126, para ensinar. É hora de uma aula e de um Ritual nas ruínas do Templo onde marcial, mistica e filosoficamente nove amigos inseparáveis foram educados. Ophira, diante das fogueiras crematórias de seus amigos de infância, que ela amava mais do que aos seus irmãos de sangue, explicou a Artcsom como manter todo o sangue de um decapitado coagulado no crânio. Uma Técnica Mística de Primeira Ordem na Raça Keauriotheniana que toda filha ou filho de Guerreiros da mesma deve aprender para futuramente aplicar. Agora, um por um, ela bebe o sangue dos Quinze nos crânios dos mesmos, O Costume Eterno Guerreiro Keauriotheniano, que advém das Origens Expansionistas do Império pela Criação. Um Ritual Consagratório da Existência Abatida dos inimigos; e uma maneira de Absorver a mesma através do sangue ritualisticamente sorvido.


Artcsom olha para trás e corre em direção a um feridíssimo homem, em cujos braços joga-se. É seu pai, Thades, o Imperador Keauriotheniano, que retorna de uma humilhante derrota em Portugal. Ophira Viu a derrota do pai de sua filha, mas não tem como agora parar o Ritual e partir para novas batalhas, seja pela América ou pela Europa ou qualquer outro lugar do mundo. Ela está bebendo o sangue dos crânios de seus inimigos, os assassinos de seus Irmãos Em Espírito E Eternidade. Thades pode esperar. A América pode esperar. A Europa pode esperar. O mundo inteiro pode esperar.


E lágrimas não escorrem de seu rosto, Panteras Não Derramam Lágrimas.


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