quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008

Cradle Of Filth - Babylon A.D. (So Glad For the Madness)






Composição: Dani Filth


I bled on a pivotal stretch
Like a clockwork Christ
Bears sore stigmata, bored


And as I threw Job, I drove
Myself to a martyred wretch
To see if I drew pity
Or pretty litanies from the Lord


So the plot sickened
With the coming of days
Ill millennia thickened
With the claret I sprayed
And though they saw red
I left a dirty white stain
A splintered knot in the grain
On Edens marital aid


So glad for the madness

I walked the walls naked to the moon
In Sodom and Babylon
And through rich whores and corridors
Of the Vatican
I led a sordid Borgia on


I read the Urilia text
So that mortals wormed
As livebait for the dead


And as I broke hope, I choked
Another Pope with manna peel
Dictating to DeSade
In the dark entrails of the Bastille
And as He wrote, I smote
A royal blow to the heads of France
And in the sheen of guillotines
I saw others, fallen, dance


I was an incurable
Necromantic old fool
A phagadaena that crawled
Drooling over the past
A rabid wolf in a shawl
A razors edge to the rule
That the stars overall
Were never destined to last


So glad for the madness

I furnaced dreams, a poet, foe of sleep
Turning sermons with the smell
On Witchfinder fingers
Where bad memories lingered
Burning, as when Dante
Was freed to map Hell


I sired schemes and the means
To catch sight of the seams
And the vagaries inbetween...


And midst the lips and the curls
Of this cunt of a world
In glimpses I would see
A nymph with eyes for me


Eyes of fire that set all life aflame
Lights that surpassed art
In sight , that no intense device of pain
Could prise their secrets from my heart


I knew not Her name
Though her kiss was the same
Without a whisper of shame
As either Virtue or Sins
And pressed to Her Curve
I felt my destiny swerve
From damnation reserved
To a permanent grin...


So glad for the madness




Eu sangrei num movimento circundante
Como um Cristo que funciona como o trabalho de um relógio
Ursos expeliram stigmata, aborrecidos


E quando eu atirei Job, eu me guiei
A mim mesmo para um caminho de mártir
Para ver se eu deito pena
Ou belas litanias do Senhor


Então o plano se tornou doentio
Com a vinda dos dias
O milênio doente surgiu
Com o clarete eu espalhei
E apesar de terem visto vermelho
Eu deixei uma suja mancha branca
Um conhecimento espalhado no grão
Do altar casamenteiro do Édano


Tão contente pela loucura

Eu andei nas paredes nu até à lua
Em Sodoma e Babilônia
E através de ricas prostitutas e corredores
Do Vaticano
Eu guiei um sórdido Borgia para a frente


Eu li o texto de Urilia
Para que os mortais se aquecerem
Com uma batida viva para os mortos


E como eu quebrei a esperança, eu arranjei
Outro papa como pele de energia
Ditando para a desordem
Nos escuros interiores da Bastilha
E quando escrevia, acrescentava
Uma explosão real para as cabeças de França
E no alvoroço das guilhotinas
Eu vi outros, caídos, dançar


Eu era um velho tonto
Necromântico incurável
Um phagadaena que se baixa


Se babando sobre o passado
Um lobo raivoso no matagal
O limite de uma lâmina para a regra
Que as estrelas sobre todos
Nunca estiveram destinada a durar


Tão contente pela loucura

Eu distribuí sonhos, um poeta, para dormir
Tornando sermões com o cheiro
Em dedos de Caçadores de Bruxas
Onde as más memórias se guardam
Queimando, como quando Dante
Foi condenado a mapear o Inferno


Eu fiz esquemas e os objetivos
Para apanhar visões dos perdidos
E as baixarias dos entretantos


E entre os lábios e os caracóis
Desta vagina de mundo
Em vacilos eu veria
Uma ninfa com olhos para mim


Olhos de fogo que colocam toda a vida a arder
Luzes que substituíram a arte
Em visão, de que nenhuma intensa máquina de dor
Poderá separar os seus segredos do meu coração


Eu não sabia o seu nome
Apesar do o seu beijo ser o mesmo
Sem um susurro de vergonha
Ou mesmo Virtude ou Pecado
E pressionado contra a sua curva
Eu senti o meu destino a recuperar
Da condenação reservada
A um sorriso permanente...


Tão contente pela loucura



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Janelas E Pés

Sangra meu nome, já sei que ele está bem diferente, me alimento dos rompantes perdidos das cagadas que já andei dando pela existência. Nome, meu nome... Quero saber se o meu nome imita mesmo uma curva ascendente em uma tarde de chuva ou uma tarde descendo pelo ralo da porra do meu banheiro... Anathariel é o meu nome, um nome estranho para você aí que é tão amigo dos nomes comuns e se sente tão bem com o seu nomezinho. Anathariel, um mel de homem, um mel de homem incomum, até vocês diriam; mas, sou tão comum quanto vocês, estou nas mesmas janelas, tenho os mesmos pés... Já me lancei de dez janelase não morri, quebrei apenas os meus pés... Ironicamente, eu pedia para fazer tudo voar, tudo parar, tudo parecer com as janelas que eu via diante de mim quando adormecia...

Janelas...

Janelas em meus sonhos...

Janelas em meus pesadelos...

Tudo escuro nos sonhos das janelas...

Tudo escuro nos pesadelos das janelas...

Nas janelas, mulheres dançando...

Nas janelas, eu sonhava com mulheres dançando em janelas...

Nas janelas, elas estavam nuas dançando nas janelas...

Nas janelas, naqueles sonhos, elas dançando...

Janelas que tentei quebrar com os meus pés...

Janelas que tentei derrubar com os meus pés...

Janelas rasgando meus pés...

Janelas massacrando meus pés...

Janelas cujos vidros eu não quebrava...

Janelas cujos vidros não eram quebrados...

Janelas na escuridão dos meus sonhos...

Janelas na escuridão dos meus pesadelos...

I can't remember anything
Can't tell if this is true or dream
Deep down inside I feel to scream
This terrible silence stops me

Now that the war is through with me
I'm waking up, I cannot see
That there's not much left of me
Nothing is real but pain now

Hold my breath as I wish for death
Oh please God...

Não é a hora de pensar no Metallica, tenho que pensar no que vou fazer para sair deste sonho, deste pesadelo, aqui nesta casa. São cinco de uma mesma família. Uma mulher de seios redondos, de bicos vermelhos; a outra é mulher de seios redondos, de bicos vermelhos; mais outra é uma mulher de seios pequenos, que ao tocar-se é como tocar pequenas uvas; mais uma outra é uma mulher de seios dilacerados, parece que o marido fez-lhe isso; e mais uma outra, a última outra, é uma mulher de seios quase inexistentes. Elas choraram enquanto eu cortei-lhe os seios... Acho que são irmãs... Acho que são primas... Ah, não importa, invadi esta casa de campo como muitas que já invadi e não me importo se elas, as que ficam nas janelas, me atormentando em meus sonhos, me atormentando em meus pesadelos, possuem algum parentesco. Somente as deixo nuas e corto suas línguas, como agora, se vocês pudessem ver, estão sendo pisadas pelos meus pés. Eu as acorrentei ao chão da sala, nuas, pouco depois de espancar uma por uma por me incomodarem em meus sonhos e pesadelos nas janelas.

Ah, uma coisa que ia esquecendo: fiquei manco de tanto saltar de janelas e nunca morrer...

Estes seios me incomodam... Os vidros das janelas que quebrei já estão aqui, bem acomodados... Isso é de uma beleza artística? Não, é uma terapia, é a minha terapia, eu preciso fazer com que elas parem de dançar nas janelas dos meus sonhos, nas janelas dos meus pesadelos.

Um vidro grande serve agora de bisturi, vou cortando aos poucos os seios da primeira, aquela de bicos dos seios vermelhos...

Ela está gemendo, lágrimas nos olhos, eu continuando...

Mais um pedaço de vidro...

Corto aqui...

Ui, retiro um...

Ui, retiro o outro...

Como sempre, eles são massas de carne gordurosa que eu piso com meus pés.

A outra de bicos dos seios vermelhos, tenho que utilizar outros pedaços de vidros das janelas desta cada de campo que quebrei...

Vou usando...

Estou usando...

Arranco um...

Arranco o outro...

Piso nos dois...

A outra, aquela de seios pequenos...

Seios pequenos... Já arranquei muitos assim, são os mais fáceis... Os mais fáceis...

Outro vidro...

E mais um vidro...

Com cuidado, não quero fazê-la desmaiar logo, nas janelas elas me incomodam dormindo, agora quero incomodá-las acordadas...

Cortando...

Cortando...

Cortando...

Primeiro seio retirado...

Segundo seio retirado...

Piso neles!

Isso é sonho sem janelas!

Isso é pesadelo sem janelas!

A outra, de seios dilacerados...

Dois vidros a mais...

Ela está chorando muito mais do que as outras, talvez eu a lembre do marido ou do namorado que lhe dilacerou os seios...

Corto com violência, ela deve sofrer mais por me fazer atormentando dançando em meus sonhos nas janelas...

Corto com violência, com muita violência, ela deve sofrer mais ainda por me fazer atormentador ser que a vê dançar em meus pesadelos nas janelas...

Arrancado um!

Arrancado o outro!

Piso neles!

A última, a que quase não tem seios...

Muito mais fácil, bem rápido eu arranco os dois seios...

Duas uvinhas...

Piso neles!

As janelas desta casa quebrei todas e há muito vidro aqui, muito vidro aqui...

Muito vidro...

Muito vidro...

Muito vidro...

Mas... Os pés... Os pés delas... Tenho...Eu tenho... Eu trouxe meu machado, o machado com o qual quebrei as janelas... Os pés delas são fortes, são mulheres que viveram no campo. Será que foi aqui onde estou? Seá que foi em outro país? Será... O que me importa agora é fazer com que elas parem de dançar nas janelas em meus sonhos... O que me importa agora é fazer com que elas parem de dançar nas janelas em meus pesadelos... Esses pés... Meus pés.. Não, os pés...Não, os pés... Não os pés...

Os pés delas!

Os pés delas!

Os pés delas!

COM DEZ MACHADAS ARRANCO OS PÉS DA PRIMEIRA DE SEIOS AGORA MAIS VERMELHOS PISADOS POR MIM!!!

COM VINTE MACHADADAS ARRANCO OS PÉS DA SEGUNDA DE SEIOS AGORA MAIS VERMELHOS PISADOS POR MIM!!!

COM TRINTA MACHADADAS ARRANCO OS PÉS DA TERCEIRA, A DE SEIOS AGORA MAIS PEQUENOS PISADOS POR MIM!!!

COM QUARENTA MACHADADAS ARRANCO OS PÉS DA QUARTA, A DE SEIOS AGORA MAIS DILACERADOS PISADOS POR MIM!!!

COM CINQUENTA MACHADADAS ARRANCO OS PÉS DA QUINTA, A DE SEIOS AGORA MASI INEXISTENTES PISADOS POR MIM!!!

Na terceira machadada em cada uma, revelo que eu já arrancara os pés delas que dançavam nas janelas em meus sonhos e em meus pesadelos.

Estou livre de mais dançarinas nas janelas dos meus sonhos e dos meus pesadelos.

Não preciso matá-las, elas não tem mais como dançar nas janelas em meus sonhos e em meus pesadelos.

Vou tomar um bando aqui e ir para minha casa na cidade, o sono já me agita a vontade.

Elas estão tão caladas agora...

Não dançarão mais nas janelas em meus sonhos...

Não dançarão mais nas janelas em meus pesadelos...

Terei sonhos.

Terei pesadelos.

Mulheres dançando nas janelas...

Balançando os seios...

Os pés em movimentos...

Não tem problema, nenhum, nenhum, nenhum problema!

Eu as faço parar de dançar nas janelas em meus sonhos.

Eu as faço parar de dançar nas janelas em meus pesadelos.

Mas, eles sempre voltam a dançar em meus sonhos...

Mas, elas sempre voltam a dançar em meus pesadelos...

Seios...

Pés...

Balanço...

Janelas...

Pés...

Janelas...

Sonhos...

Pés...

Pesadelos...

Sonhos...

Janelas...

Janelas...

Janelas...

Pés...

Pés...

Pés...

Seios dançantes em meus sonhos, em meus pesadelos, sempre...

Pés dançantes em meus sonhos, em meus pesadloes, sempre...

Janelas com mulheres dançando em meus sonhos, em meus pesadelos, sempre...

Minha missão é fazê-las parar...

Preciso sonhar sem janelas...

Preciso ter pesadelos sem janelas...


Inominável Ser

COM A JANELA QUEBRADA








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