quarta-feira, 21 de maio de 2008

Cradle Of Filth - Mannequin




Composição: Dani Filth

Led to other worlds
By the girls she curled within
I took their skins to see Her
Be my
Be my mannequin

I cannot remember
How it was that we first met
Curve of moon and haunted shore
The stars were not those Heaven sent

Did we come together
At masked palatial Balls
In silks and flesh and leather
Or did we come at all?
I dreamt a midnight castle
The eerie song of wolves
And eyes that danced with fire
As they have forever more

Our rites of sin
Have long fathered a hymn
To burden Him
Whom by slip of after whim
At genesis
Dressed Her like the wind
In Autumn gowns
That pinned Her down
To be my
Be my mannequin

Always poised on winter
But never would She break
My lovecraft and black witch heart
That pounded in Her wake

We kissed on distant balconies
A law unto Her own
Thirteenth dark commandment
Of figures pressed to stone
Turning cream with fantasies
That God alone would know
We graced vomitorium
With the sweet excess of Rome

Flagrant into the past
Our names were deeply carved
On the tree of life in long dead languages

Led to other worlds
By the girls she curled within
I took their skins to see Her
Be my
Be my mannequin

I tongued the nuns at Louviers
But not one word possessed
Her divine right, an archetype
For mortal Goddesses...

Be my,
Be my,
Be my mannequin
Be my mannequin
Be my,
Be my,
Be my Mannequin.



Conduzido a outros mundos
Pelas meninas que ela enrolou por dentro
Eu tomei as peles delas para vê-La
Seja meu
Seja meu manequim

Eu não posso me lembrar
Como foi que nos encontramos pela primeira vez
Curva da lua e costa assombrada
As estrelas não eram aquelas mandadas pelo Céu

Viemos nós juntos
Em Bailes mascarados palacianos
Em sedas e carne e couro
Ou nós viemos totalmente?
Eu sonhei com um castelo da meia-noite
O estranho som de lobos
E olhos que dançaram com fogo
Como eles têm pra todo o sempre

Nossos ritos pecaminosos
Há muito geraram um hino
Para carregá-Lo
Quem por deslize ou por capricho
No gênesis
Vestiu-a como o vento
Em vestidos de Outono
Que A determinaram
Para ser meu
Ser meu manequim

Sempre equilibrada no inverno
Mas Ela nunca quebraria
Minha arte do amor e coração preto de bruxa
Que bateu no velório Dela

Nós nos beijamos em sacadas distantes
Uma lei para Ela mesma
Décimo terceiro comando escuro
De figuras pressionadas na pedra
Virando creme com fantasias
Que só Deus saberia
Nós adornamos o vomitório
Com o doce excesso de Roma

Flagrante ao passado
Nossos nomes foram profundamente esculpidos
Na árvore da vida em linguagens há muito mortas

Conduzido a outros mundos
Pelas meninas que ela enrolou por dentro
Eu tomei as peles delas para vê-La
Seja meu
Seja meu manequim

Eu toquei com a língua as freiras em Louviers
Mas não possuí uma palavra
O direito divino Dela, um arquétipo
Para Deusas mortais...

Seja meu,
Seja meu,
Seja meu manequim
Seja meu manequim
Seja meu,
Seja meu,
Seja meu Manequim.









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O Gênio Que Não Pôde Vencer Um Inimigo Mais Genial Do Que Si Mesmo

17 de maio de 2008

02:30 h

Centro de Berlim, Deutchstland

Albert von Wallenstein, 32 anos, grande gênio da Humanidade. Como todos os grandes gênios, Albert é todo emoldurado em quadros vários de faculdades e universidades mundiais, as muito adoradoras universais de genialidades altas. Portentosamente, poderosamente, instrutivamente, Albert, desde a tenra idade de quatro anos, idade na qual sua genialidade, grande genialidade aflorou, veio a conceber uma estruturação toda particular de conceituações, teorizações e liberdades de criações. Autor de dez mil livros, grande doutor versado em tudo que possa ser conhecido do Conhecimento Humano, Albert adorou cada momento de bajulação, cada prêmio recebido, cada degrau de sua ascensão intelectiva percorrido, com orgulho genial, genial orgulho que muito se faz aplaudir nos mais dileitos homens de verdadeiro gênio!

Albert, o grande gênio, A Glória Alemã Do Século Vinte E Um, em sua mansão em Berlim, encontra-se todos envolto em pensamentos e elucubrações na sua genial biblioteca. Nietzsche, Schopenhauer, Kant, Kierkegaard, Fichte, Sartre, Deleuze, Descartes, Heidegger, Aristóteles, Platão, Spinoza, Wittgenstein, Plotino, Agostinho, Hume, Locke, Leibniz, Wolff, Berkeley, Schelling, Bergson, seus filósofos favoritos, senhores que lhe inspiraram nas molduras de milhares de teses e setenta livros. Levi, Crowley, Papus, Blavatsky, Leadbeater, Sinnett, seus autores ocultistas preferidos, os mestres de suas pesquisas ocultistas, de suas Caminhadas na Magia Noturna através do Caminho Da Mão Esquerda e do Caminho Da Mão Direita, uma fusão dos dois Caminhos que apenas gênios como ele são capazes de efetivar. Barrow, Cantor, Cavalieri, van Ceullen, Chu-Shi-Shieh, Cohen, Connes, Conway, Dynkin, Fermat, Fourier, Galois, Germain, Smith, Jacob, Jordan, Kronecker, Lambert, Laplace, Zelmanov, Moivre, Nash, seus matemáticos favoritos, os fundamentadores de suas descobertas na Ciência Matemática, descobertas revolucionárias para o mundo acadêmico no qual é um grande senhor. Goethe, Milton, Dante, Melville, Poe, Baudelaire, Rimbaud, Machado de Assis, Álvares de Azevedo, Sand, as Brönte, Byron, Shelley, seus poetas e escritores preferidos, os senhores de seus escritos poéticos e literários, muito fartos, muito férteis, tão geniais quanto seu genial criador. Einstein, Bohm, Rutherford, Schrodinger, Mach, Pontecorvo, Franklin, Coulomb, Dilworth, Heeger, Becquerel, Capra, Jolliot, Stokes, Galileu, Occhiliani, Hertz, Yukawa, Newton, Joliot-Curie, Foucault, Maxwell, Boltzmann, Gell-Mann, seus físicos preferidos, arregimentadores de seus interesses pela Ciência Da Física, na qual elaborou trezentas teses mui respeitadas e mui estudadas no mundo acadêmico. Aikin, Davy, Debye, Ernst, Faraday, Crookes, Dewar, Fresenius, Grignard, Hahn, Hevesy, Priestley, Lewis, Lavoisier, Lomonosow, Gay-Lussac, Pople, Ramsay, Ruzicka, Paracelsus, Meyer, Mercer, Seaborg, Woehler, seus químicos prediletos, fundamentadores das suas pesquisas na Ciência Da Química, pesquisas responsáveis por descobertas avançadíssimas em todos os estudos efetuados na indústria farmacêutica e industrial.

Botânica, Arqueologia, Medicina, Psicanálise, História, Arte, todas as conhecidas matérias do Pensamento Humano e as desconhecidas e perdidas pelo Pensamento Humano são as amigas e irmãs da genialidade inata de Albert, talvez o maior dos sábios da Humanidade, maior do que o Rei Salomão fora, Salomão, cujas Clavículas por ele foram decifradas e ampliadas em toda sas suas herméticas estruturas ocultas, Sábio em galante trajar de seu dialogar e pensar, escrever e afirmar, esboçar e pesquisar, Albert, em madrugada de silêncios vários em sua biblioteca, lê a carta do Louco, do Tarot, e escreve o seguinte com sua dourada e genial caneta em um papel amarelo de pura seda por ele mesmo desenvolvido:


EM DEMASIADAS DANÇAS

DEIXO ESCAPAR UM POUCO

E UM TANTO DO MAIS DA

MINHA LOUCURA

VISAULAIZANDO A ESTRUTURA

DA UNIVERSALIDADE DAS COISAS

DE TODOS OS MUNDOS

QUE ME RODEIAM,

SOU PLANTA MORTA,

SOU RAIZ VIVA,

SOU O ESPECTRO DAS CANTORIAS

DOS CORVOS NASCENTES

NAS AURORAS ANTIGAS.

COM MINHA SACOLA

DE MISTÉRIOS

E O CÃO DOS DIAS MORDENDO-ME

VOU CORRENDO PARA SER

O FILHO PRÓDIGO PERTO

DO TERRENO VAZIO

DOS CAMPOS PREENCHIDOS.

O ÊXTASE É LOUCO,

LOUCURA É A CRIAÇÃO,

CONHEÇO,

ABSORVO,

TOMO,

RESOLVO,

REMOVO,

FIXO,

ABSORVO,

COAGULO,

LIBERO,

ENVOLVO...

MAS,

SEI MESMO ESCAPAR

DA INESSENCIALIDADE

DO SUFOCANTE

NADAR EM TODO MAR

DE NENHUM MAR

SEM A FÁTUA CÉLULA

DO SANGUE DOS MAIORES

DA ETERNIDADE?

- ETERNIDADE É O NOME DOS ROUBOS DA VONTADE, ALBERT.

- Você, sempre o magnífico estranho que me atormenta nas ruínas do meu desafio noturno.

- A HUMANIDADE QUER QUE GÊNIOS SEJAM DESAFIADOS.

- Tu me desafias, tu me desencontra nas fugidas vazias e eu preencho as fontes das minhas angústias...

- ANGÚSTIAS, TU SEMPRE FALAS DE TUAS ANGÚSTIAS; PARECE-ME SEMPRE, ALBERT, QUE TU NÃO TE EXALTAS COM A TUA GENIALIDADE, COM A TUA SABEDORIA.

- Meus vôos pela intelectualidade, meu inimigo, nada são diante da Loucura Da Criação. Louco, O Louco, vem aqui, rouba de mim, afugenta minhas poucas sanidades, arrebenta com a minha intelectiva seriedade.

- MEU DESAFIO NÃO É TE TORNAR ANGUSTIADO E LOUCO, PERDIDO E DESENGANADO. MEU DESAFIO É TE TORNAR O DEUS LIVRE QUE PODE DOMINAR ESTE MUNDO TODO COM A TUA SABEDORIA.

- Este mundo não precisa de um Deus dominador, mas de Princípios vários que o livrem da Eterna Dor De Ser Do Baixo, deste Plano se sangue muito sendo derramado, se lágrimas muitas sendo derramadas.

- ESTÁ SE REDUZINDO, ALBERT, AO LIMO E AO LIXO COMUM DA TERRA?

- Nasci limo, sou um lixo, no atual estado evolutivo da Humanidade nada acima posso ser.

- OLHE PARA TI, EU TE DESAFIO A ME DIZER SE O LIMO TE INSERE ENTRE TODO O HUMANO LIMO QUE TU PODES TER COMO OURO EM TUAS MÃOS!

- Limo, olhar para mim... Que desafio...

- TU NUNCA OLHASTES PARA TI MESMO, APENAS PARA O CONHECIMENTO, APENAS PARA AS LEITURAS DE TUDO DO CONHECIMENTO HUMANO, DO CONHECIMENTO CÓSMICO, DO CONHECIMENTO DO BEM E DO MAL. TU APENAS BEBESTES DA FRUTA EXTERIOR INICIAL E NÃO DA TUA PRÓPRIA FONTE INTERIOR FINAL.

- Tuas palavras me dissecam, mas não é esse o teu original desafio, meu inimigo.

- E QUAL É O MEU ORIGINAL DESAFIO, ALBERT?

- Calamidade... Explicações... Teorias de...

- QUAL A CALAMIDADE QUE TE DESAFIA, ALBERT? QUAIS AS EXPLICAÇÕES QUE TE DESAFIAM, ALBERT? QUAIS AS TEORIAS QUE TE DESAFIAM, ALBERT?

- Que... Que acontece... Que acontece...

- QUAL É O TEU ACONTECER QUE TE DESAFIA, ALBERT?

- Inimigo, cala-te, sai daqui, já!

- ESTÃO FALTANDO AS TUAS PALAVRAS, TUA MENTE NÃO FUNCIONA, DIANTE DA FACE DE TUA SABEDORIA TU ÉS UM NADA.

- Inimigo, sou o maior dos sábios desta época e muitos me idolatram como um mestre! Eu tenho argumentos infinitos retirados de todo o meu intelectivo conteúdo para confrontá-lo por dias e noites infindos! Tenho tudo para vencê-lo em qualquer desafio que me lances ao olhar intelectivo, meu inimigo!

- TU OLHAS MAIS ALÉM, COMO O LOUCO, ALBERT; MAS, SABES SER LOUCO O BASTANTE PARA OLHAR O TEU LOUCO SABER?

- A Universalidade, meu inimigo, cai aqui em meus braços. Nada me é indiferente, nada me é inescapável, nada me é isento da análise, da observação, da experimentação, da vivência, das elucubrações diversificantes da minha particular ciência. Sou capaz de vencer todas as maiores inteligências da Criação em milionésimos de segundos, tanto estudei, tanto li, tanto sei, que sou capaz disso, meu inimigo.

- FORA DE TEUS ESTUDOS, FORA DE TUAS LEITURAS, ONDE ESTÃO AS BASES PARA ESTA TUA SUPOSTA ANUNCIADA VITÓRIAS?

- Tudo está neles.

- TUDO, ALBERT? APENAS NAS PALAVRAS QUE O TEMPO ARRASTA INERTES COMO VENTO QUE APAGA MENTES OBSOLETAS COMO A TUA?

- Obsoleta não é a minha mente, inimigo, eu apenas não me... Não... Não me...

- ENROLA-TE COM O TEU FALAR, ENROLA-TE COM O TEU ARGUMENTAR, NEM SABE O QUE É PARA TI MESMO OLHAR.

- O que ocorre? O que é isso que me ocorre?

- É O FINALIZANTE CAMINHO AO QUAL TU CHEGASTES, ALBERT VON WALLENSTEIN. COM TANTA SABEDORIA ACUMULADA POR TUDO QUE É EXTERNO, COM TANTA ACUIDADE, COM TANTA DISCIPLINA, COM TANTA VAIDADE, ESQUECEU-TE DE BUSCAR A TI MESMO AÍ DENTRO DE TUA ALMA. TU ESTÁS FADADO A SER UM ERRANTE TESOURO DE CONHECIMENTOS QUE SE ESTAGNARÃO COM A FORÇA DAS MARCHAS DOS TEMPOS DOS VERDADEIROS PENSAMENTOS. TEUS PENSAMENTOS ATÉ HOJE FORAM OS DELES, OS SENHORES DE TODOS ESTES LIVROS NESTA BIBLIOTECA. TU NÃO TENS ESCAPATÓRIA, ÉS SÁBIO E É UM PERDIDO, UM PERDIDO SÁBIO QUE NÃO CONHECE A SI MESMO.

- Eu conheço...

- O QUE PODES CONHECER?

- Acho...

- ACHAS, ALBERT? SÁBIOS AFIRMAM!

- Afirmo...

- AFIRMAS, ALBERT? SÁBIOS NÃO PRECISAM QUE LHE DIGAM PARA ALGO AFIRMAR!

- Digo...

- DIZES, ALBERT? SÁBIOS NÃO DIZEM, ELES POSSUEM TODAS AS PALAVRAS ANTES MESMAS DESTAS SEREM DITAS!

- Possuo...

- POSSUIS, ALBERT? SÁBIOS POSSUEM TODAS AS POSSESSÕES DE CONHECIMENTOS ANTES DE TAIS CONHECIMENTOS SEREM POR MUITOS VERDADEIRAMENTE CONHECIDOS!

- Conheço...

- CONHECES, ALBERT? SÁBIOS CONHECER ATÉ O DESCONHECIDO DE SEUS SÁBIOS INTERIORES RECONHECIDOS COMO SUAS VERDADESIRAS FONTES DE CONHECER!

- Não sou sábio.

- ALBERT, CONFESSAS TUA INABILIDADE EM CONHECER E RECONHECER A SI MESMO?

- Reconheço, inimigo, a tua já conhecida vitória sobre mim.... Conheço, inimigo, a minha inabilidade em conhecer a mim mesmo...

- MINHA VITÓRIA SOBRE TI?

- Tu sempre me falavas que eu poderia governar todo este mundo com todas as minhas capacidades intelectivas. Conheço todas as Ciências daqui da Terra, as de outros mundos, as de outros Planos, mas, infelizmente, admito não ter buscado a mim mesmo desde que para o meu Conhecer eu despertei. Tu me vencestes e sempre te chamei de inimigo porque já via que tu me vencerias.

- ENTÃO, LEMBRA-TE DE MEU DESAFIO INICIAL?

- Lembro agora.

- E LEMBRA-TE DO QUE ACORDADO FICOU DESDE AQUELE INICIAR DO MEU DESAFIO?

- Lembro, inimigo.

- CUMPRA O QUE FICOU ACORDADO, ALBERT. VENCI-TE.

- Estou diante da minha Totalidade. Meu mundo sempre foi pó. Meus olhos sempre foram totalizados arremedos de pó. Sabedoria! Ah, sabedoria minha, que mentira! O Louco ri! E eu cumpro o nosso acordo, inimigo!

Uma pistola Magnum remodelada por Albert é sacada. A saída da mortal bola é apontada por Albert para a sua têmpora esquerda. O gatilho apertado, o cérebro esfacelado, uma bala explosiva por Albert construida dá fim ao seu falso caminhar no mundo como sábio.

O inimigo desaparece junto com Albert.

O inimigo se enrosca nos miolos do cérebro de Albert.

O inimigo de Albert com ele é levado pelos Guardiães Supremos Dos Umbrais para Vale Dos Suicidas.

O subconsciente de Albert era seu inimigo.

O subconsciente de Albert levou-o ao suicídio.

Falsos sábios, eis o vosso destino!


Inominável Ser

SABIAMENTE

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Prosa De Um Coveiro Inominável

O Terror Inominável. O Horror Inominável. A Loucura Inominável. A Cova Aqui É A Do Puro Pesadelo Das Covas Mais Profundas E Elevadas. Vozes Estranhas Aqui. Sons Estranhos Aqui. Palavras Estranhas Aqui. Estranhas E Inomináveis. Sintam-Se Conduzidos Pelo Carro Inominável Do Terror Inominável. Sintam-Se Conduzidos Pelo Carro Inominável Do Horror Inominável. Sintam-Se Conduzidos Pelo Carro Inominável Da Loucura Inominável.

O Coveiro Inominável

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