sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Slayer - Raining Blood




Trapped in purgatory
A lifeless object, alive
Awaiting reprisal
Death will be their acquittance

The sky is turning red
Return to power draws near
Fall into me, the sky's crimson tears
Abolish the rules made of stone

Pierced from below, souls of my treacherous past
Betrayed by many, now ornaments dripping above

Awaiting the hour of reprisal
Your time slips away

Raining blood
From a lacerated sky
Bleeding its horror
Creating my structure
Now I shall reign in blood










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segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Queimando...


Queima,

Ofereça-Me

O Odor

Da Carnal Rosa

Queimada...



Queimando...



Queima,

Ofereça-Me

O Odor

Da Carnal Forma

Queimada...



Aguardo tudo ficar calmo, a piranha já morreu há alguns minutos. Isto tem sido um fácil caminho, isto é, um caminho facilitado pelo meu dom de tratar bem dessas piranhas que estupro, mato e queimo depois. Ela tá queimando, o odor da carne frita tornando-se mais forte, mais puro, mais saboroso... Cuidei de dar a esta queimadinha um tratamento como sempre dou... Atrai com palavras doces, me fiz de grande apaixonado, um poeta de botequim barato... Chamei-a com bonitos nomes, as piranhas gostam de carinho, afinal de contas, trabalhando em puteiros, sentem-se as mais solitárias mulheres do mundo... Fiz-me de intensamente apaixonado, acariciei bastante o rosto dela, a fim de deixá-la bem morna... Arrastei-a para cá, este solo vazio, longe das cidades, nem deserto, nem mata, nada, absolutamente nada... A piranha se assustou quando comecei a cortá-la na nuca com meu canivete, depois empurrando-a e pisando no pescoço dela... Sabe que, filosoficamente, estuprar, matar e queimar os cadáveres de piranhas soa-me bem próximo da força natural que encontra razão para sua execução no estampido do trovão das realizações do coração? Meu coração dispara quando estupro, mato e queimo essas piranhas, tudo muito doce, muito mesmo... Esta queimando diante de mim recebeu cada porrada no estômago que morreu vomitando sangue... Gosto de chutá-las no estômago... Gosto de socá-las no estômago... Gosto de vê-las queimando... Gosto de sentir o cheiro da carne queimada...



Queima,

Ofereça-Me

O Odor

Da Carnal Onda

Queimada...


Queimando...


Queima,

Ofereça-Me

O Odor

Da Carnal Planta

Queimada...



os cabelos...


o cheiro dos cabelos queimando é adocicado...


Queima,

Ofereça-Me

O Odor

Da Carnal Sala

Queimada...


Queimando...


Queima,

Ofereça-Me

O Odor

Da Carnal Arma

Queimada...



os olhos...


o cheiro dos olhos queimando é adocicado...


Queima,

Ofereça-Me

O Odor

Da Carnal Rua

Queimada...


Queimando...


Queima,

Ofereça-Me

O Odor

Da Carnal Chuva

Queimada...



o nariz...


o cheiro do nariz queimando é adocicado...



Queima,

Ofereça-Me

O Odor

Da Carnal Musa

Queimada...



Queimando...



Queima,

Ofereça-Me

O Odor

Da Carnal Nudez

Queimada...



os lábios...


o cheiro dos lábios queimando é adocicado...



Queima,

Ofereça-Me

O Odor

Da Carnal Hora

Queimada...



Queimando...



Queima,

Ofereça-Me

O Odor

Da Carnal Caverna

Queimada...



o pescoço...


o cheiro do pescoço queimando é adocicado...



Queima,

Ofereça-Me

O Odor

Da Carnal Ventania

Queimada...



Queimando...



Queima,

Ofereça-Me

O Odor

Da Carnal Altura

Queimada...



o colo...


o cheiro do colo queimando é adocicado...



Queima,

Ofereça-Me

O Odor

Da Carnal Sinfonia

Queimada...



Queimando...



Queima,

Ofereça-Me

O Odor

Da Carnal Cavidade

Queimada...



os seios...


o cheiro dos seios queimando é adocicado...



Queima,

Ofereça-Me

O Odor

Da Carnal Hora

Queimada...



Queimando...




Queima,

Ofereça-Me

O Odor

Da Carnal Lama

Queimada...


o abdômen...


o cheiro do abdômen queimando é adocicado...



Queima,

Ofereça-Me

O Odor

Da Carnal Imagem

Queimada...



Queimando...



Queima,

Ofereça-Me

O Odor

Da Carnal Serenidade

Queimada...



a cintura...


o cheiro da cintura queimando é adocicado...



Queima,

Ofereça-Me

O Odor

Da Carnal Aresta

Queimada...



Queimando...



Queima,

Ofereça-Me

O Odor

Da Carnal Cesta

Queimada...



os quadris...


o cheiro dos quadris queimando é adocicado...



Queima,

Ofereça-Me

O Odor

Da Carnal Saúde

Queimada...



Queimando...



Queima,

Ofereça-Me

O Odor

Da Carnal Mensagem

Queimada...



a bunda...


o cheiro da bunda queimando é adocicado...



Queima,

Ofereça-Me

O Odor

Da Carnal Agrura

Queimada...



Queimando...



Queima,

Ofereça-Me

O Odor

Da Carnal Loucura

Queimada...



a buceta...


o cheiro da buceta queimando é adocicado...



Queima,

Ofereça-Me

O Odor

Da Carnal Sombra

Queimada...



Queimando...



Queima,

Ofereça-Me

O Odor

Da Carnal Frieza

Queimada...



as coxas...


o cheiro das coxas queimando é adocicado...



Queima,

Ofereça-Me

O Odor

Da Carnal Soberania

Queimada...



Queimando...



Queima,

Ofereça-Me

O Odor

Da Carnal Espera

Queimada...



os joelhos...


o cheiro dos joelhos queimando é adocicado...



Queima,

Ofereça-Me

O Odor

Da Carnal Herança

Queimada...



Queimando...



Queima,

Ofereça-Me

O Odor

Da Carnal Lamúria

Queimada...



as panturilhas...


o cheiro das panturilhas queimando é adocicado...



Queima,

Ofereça-Me

O Odor

Da Carnal Válvula

Queimada...



Queimando...



Queima,

Ofereça-Me

O Odor

Da Carnal Viagem

Queimada...



os pés...


o cheiro dos pés queimando é adocicado...



Queima,

Ofereça-Me

O Odor

Da Carnal Solidão

Queimada...



Queimando...



Queima,

Ofereça-Me

O Odor

Da Carnal Leitura

Queimada...



O padrão não muda, gosto deste padrão. O cheiro que me agita, cada poro queimando, queimando, queimando... Gosto tanto de ver a carne dessas piranhas a queimar! Gosto tanto! Tudo tem nessas horas um jeito especial de encanto, minha sede de queimar tudo fica bem saciada! O cheiro... ah... sinto cada parte do corpo delas queimando! Vejo que estou adquirindo, a cada piranha ou santa, homem ou mulher ou velho ou criança, que estupro, mato e queimo determinadas dádivas... Influência Vossa, Abrasante Poetisa! Tu, minha Guia, desde a infância me fez queimar tudo que havia de incinerável em meu redor, desde aqueles gatos até meus pais! Lembro dos gritos de meu pai quando o queimei vivo... Lembro dos gritos da minha mãe quando a queimei viva... Lembro dos gemidos deles, amordaçados, quando os estuprei com um cabo de vassoura, metendo no cu de cada um com alegria... Tinha eu cinco anos, não tinha, Abrasante Poetisa? E eu já te ouvia poetizando o queimar sobre o que fazer com o que me rodeava... Eu já te ouvia poetizando o queimar, me dando as maneiras de fazer tudo queimar sem que suspeitassem de mim... E quem iria suspeitar, Abrasante Senhora, de uma inocente criança que chorava devido à mowrte dos pais? Fui um grande ator naquele dia, chorei, gritei, mas ri depois junto Contigo lá no banheiro daquela delegacia! Pobre de quem levou a culpa, meu irmão mais velho, dezesseis anos, viciado em cocaína, que foi linchado e queimado vivo pelos vizinhos... Coitadinho de mim, eu gostaria de tê-lo queimado com as minhas próprias mãos... Também o estupraria e mataria, antes... Meus pais foram os únicos que queimei vivos, a Senhora me ordenou que eu ouvisse os gritos deles quando estivessem queimando, queria testar minha fidelidade à Vossa Abrasante Poesia. Esses quarenta e cinco anos estuprando, matando e queimando homens e mulheres tem me ensinado, Abrasante Senhora, muito sobre a fragilidade de tudo. Um fósforo bem pequeno e fino poderia ser capaz de queimar todo o mundo... Como o corpo daqueles bêbes ficaram qweimadinhos... A Senhora me ordenou queimar aquele berçario... Trinta bebezinhos queimadinhos...



Queima,

Ofereça-Me

O Odor

Da Carnal Sujeira

Queimada...



Queimando...



Queima,

Ofereça-Me

O Odor

Da Carnal Uva

Queimada...



Vou cantar uma música para esta piranha, como sempre faço com todas!



Queima,

Ofereça-Me

O Odor

Da Carnal Urna

Queimada...




The night cries
Taking this pain
Dying slowly
Murmuring deliriums to the wind

I feel his cold lips
I feel the tears in the silence
Spilling among my hands
As grains of sand

To the womb it comes back like this
To the veil of the mystery it will take
The shine of the old sun
In his light eyes

Walking in the runners of the insanity
In the silence I kept his goodbye

I feel your lips
I feel your lips
Dying slowly

Walking in the runners of the insanity
In the silence I kept his goodbye



Adeus, queimadinha...



Minha milésima quadricentésima terceira vítima...

Queimando...



Queima,

Ofereça-Me

O Odor

Da Carnal Runa

Queimada...



.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.



Quinze horas de sono e a porra do meu celular toca... Esqueci ligado de novo antes de voltar da minha hora extra... Caralho, nenhum daqueles filhos-da-puta de onde eu trabalho sabe o quanto faço de pesado nas minhas horas extras!



Alô...

Capitão Santana, aqui é o Cabo Lourewiro!

O que... foi... Loureiro... Que horas são?

Seis horas da tarde!

Por que está gritando...?

Estamos precisando do senhor, há três prédios na Rua José Higino, na Tijuca, pegando fogo!

Estou indo!



Ser um herói do Corpo de Bombeiros do Estado do Rio de Janeiro, condecorado noventa vezwes por atos imensos de destemida bravura, me possibilita manter a maior proximidade possível com tudo que pode ser queimado. A melhor profissão que eu poderia ter... Pelo que vejo, Maria Lúcia e as crianças estão no shopping... Ah, Abrasante Poetisa, quero tanto queimá-los... Mas, sei que a Senhora, ainda, vai me dar a oportunidade, a chance, de queimá-los... Antes, estupro Maria Lúcia... Antes, estupro as crianças, Luisinho, Jonas e Henrique... Depois mato Maria Lúcia... Depois mato Luisinho, Jonas e Henrique... E os queimo junto com este apartamento... E os queimo junto com este prédio de nove andares e cento e quarenta e quatro habitantes... Vão ser queimados cada um deles, fecharei todas as saídas do prédio, no mais alto da madrugada... O fogo vai chegar quando estiverem dormindo... E a Senhora me arruma um jeito de, uma vez mais, eu ser inocentado. Adoro muito tudo isso


QUEIMANDO!!!



Queima,

Ofereça-Me

O Odor

Da Carnal

Queimada...



Inominável Ser

QUEIMANDO








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domingo, 16 de agosto de 2009

Slayer - Bloodline




Composição: Jeff Hanneman / Kerry King

Eternal the kiss I breathe
Syphon your blood to me
Feel my wounds of your God
Forever reign immortality
I smell of death, I reek of hate
I will live forever
Lost child, pain of death
Bleeding screams of silence
In my veins your eternity

I'll kill you and your dreams tonight
Begin new life
Bleed your death upon me
Let your Bloodline feed my youth

First breath 'fore I come alive
Learn to kill
Blood thirst the ways you feed your hunger
Dark shy has no rival test your faith in blood
Nightime as hunting packs of feeding frenzy

I'll kill you and your dreams tonight
Begin new life
Bleed your death upon me
Let your Bloodline feed my youth

I am the first after last
Commune by a single kiss
Betray eternally I'll rip inside your soul
Contaminating the world
Deviding Godless sun
Black art to face your death
There will be a hit for me
King Take the flesh of life itself
Prepare to reign a thousand years

I'll kill you and your dreams tonight
Begin new life
Bleed your death upon me
Let your Bloodline feed my youth
Bleed your death upon me
Bleed your death upon me
Bleed your death upon me
Let your Bloodline feed my youth










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Prosa De Um Coveiro Inominável

O Terror Inominável. O Horror Inominável. A Loucura Inominável. A Cova Aqui É A Do Puro Pesadelo Das Covas Mais Profundas E Elevadas. Vozes Estranhas Aqui. Sons Estranhos Aqui. Palavras Estranhas Aqui. Estranhas E Inomináveis. Sintam-Se Conduzidos Pelo Carro Inominável Do Terror Inominável. Sintam-Se Conduzidos Pelo Carro Inominável Do Horror Inominável. Sintam-Se Conduzidos Pelo Carro Inominável Da Loucura Inominável.

O Coveiro Inominável

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