domingo, 25 de janeiro de 2009

Theatres des Vampires - Dances With Satan - Ao Vivo No Café Iguana De Monterrey, México - 24/08/2007




Dances with Satan into the Pentagram, drink the blood of virgins
Rape a nun on the altar your mind out of control!!

Enchanted from this macabre atmosphere
Body.. in the cell...mind..in other dimension.
Dances with Satan
Dances with Satan in the burning church
Suck the essence of the black priest
Crucifice a priest spit on his face, set on fire his body
Enchanted from this unholy visions.
Body in agony on the bed.... pulsing brain!!

Now are thoughts thou shalt not banish now are visions ne'er to vanish
From thy spirit shall they pass no more like dew-drop from the grass"

Quis Furabit Librum Istum... Non Videbit Jesum Christum
Sed Descendent In Infernum... Ad Paenandum in Aeternum
In Societeate Diabularum... Per Infinita Saecolorum

Lucifer, Pape Satan, Pater Filius et Spiritus Trinitas Universi
Rex Imperator, Des Infernorum

Laudate Deum Nosterm!
Ave Patri Nostri! Ave Satani!







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A Amável Dança De Um Carinhoso Mestre


- Vou lhes falar da lenda dançarina que toma conta de nossos corpos quando estamos em união além do que a Humanidade conta de amores e ódios. Vou lhes falar do que se submete aos nossos olhares e passa despercebido, o que está diante das ações e reações dos zumbidos dos variados e variáveis horizontes de regiões desconhecidas de nosso humano olhar. Houve um homem, Pietrus Augustus van Borhmann, que em 1566 ousou contatar Aqueles Que Dançam Nas Lâminas Das Esferas Da Música Do Ar. Sua sede de poder, pelo poder que se esconde de nós porque somos covardes existencialmente quando vemos que podemos crescer mais do que já crescemos em termos de experiência e conhecimentos, o fez abordar as Forças Musicais Ativas Da Criação. Não faço deste relato a narração de uma loucura, de um sonho, de uma fantasia, de um autor de histórias ou um ocultista, Pietrus era mais do que isso, era um gênio inclassificável, um Ser dotado da mais pura essência realizadora dos ermos instantes de luzidias paragens iluminantes de mentes. Pietrus, O Dançarino, famoso fora pelas ruas do que hoje conhecemos como Deutsch, ou seja, a Alemanha; vinha de uma desconhecida família, que diziam ser de origem cigana, que estabeleceu-se em Paris no ano de 1608, tendo sua descendência se espalhado pela Europa através da riqueza que obtiveram. Pietrus era conhecedor de todas as ciências de então, sem nunca ter lido um livro, sem nunca ter ido a uma escola, sem nunca ter trocado idéias com os mestres de então; nascera já com o dom de saber das coisas que no mundo estavam à sua espera e ele desenvolveu sua genialidade ainda mais, em uma crescente onda de criações em Literatura, Pintura, Música, Arquitetura e todas as artes que a Europa conhecia àquela época. Os reis e rainhas o solicitavam para trabalhos em seus castelos; os nobres e homens da igreja também tinham-no em consideração como um mestre raro; Pietrus, assim, tornou-se um cigano, circundando toda a Europa com a sua fama e fortuna, com a sua fascinante carga de inspirações e criatividade absurdamente elevada. A Dança era para ele uma forma de expressão mágica, um conjunto arquetípico de contatos do corpo humano com as auroras ocultas e desconhecidas que se apresentam no Ar que respiramos e não tragamos como o Ar que deve ser tragado. Criador de danças várias, desconhecidas neste nosso tempo, contam os livros mais raros a citarem-no que foi, talvez, o maior dançarino de todos os tempos deste mundo. Por que hoje suas obras não estão vivas? Por que hoje os livros que temos à nossa disposição não falam nele? Por que a Internet não o cita em sites de Arte, de Música, de Arquitetura e até na Wikipedia? Por que desapareceu do mundo toda a obra deste grande gênio da Humanidade? Naquele ano de 1566, Pietrus tornou-se Arahamafraadhataraermagun; não me perguntem o que significa Arahamafraadhataraermagun, pois todos aqui devem compreender Arahamafraadhataraermagun fora do que a estranheza de uma denominação como Arahamafraadhataraermagun passa ao nosso conhecimentos tão distante do conhecimento de Arahamafraadhataraermagun. Arahamafraadhataraermagun, Pietrus, um dançarino e uma dança que banida foi da Europa e do folclore, uma dança que naquele ano de 1766 fez o sangue de várias aldeias correr dançante na lâmina de uma cimitarra manejada por um dançarino de rubro traje, rubra capa, olhos cobertos por um rubro tecido, cabelos ruivos soltos, volumosos e grandes, dançantes pelo ar. Arahamafraadhataraermagun, Arahamafraadhataraermagun, Arahamafraadhataraermagun, os raros livros que citei e que falam de Pietrus contam que Arahamafraadhataraermagun, o dançarino que ele se tornou, hipnotizava multidões com sua dança e utilizava a cimitarra para fazer dançar na lâmina desta o sangue de homens, mulheres, idosos e, até, crianças, recém-nascidas dentre muitas delas. Nada tocava, mas seus movimentos faziam ecoar uma música que os poucos que conseguiram afastar-se de sua influência e sobreviveram à sua cimitarra relataram com terror e estremecimento às autoridades. E estas, dos países nos quais Arahamafraadhataraermagun andou a fazer o sangue humano dançar na lâmina de sua cimitarra, organizaram uma cruzada em perseguição a ele, que percorria o continente europeu dançando e fazendo sangue humano dançar em na lâmina de sua cimitarra com a rapidez do cair de bilhões de raios na Terra de uma vez. Aos 25 de janeiro de 1567, após Arahamafraadhataraermagun ter feito dançar na lâmina de sua espada o sangue de 143.525 habitantes do continente europeu, de norte a sul de toda a extensão deste, foi morto pela tropa de Benedictus de la Fiore nas ruas de Roma, após ser estocado pelo corpo todo pelos duzentos homens da tropa deste várias vezes, continuando a dançar e a tentar matar os que estavam em seu redor, sem sucesso, já que um mago desconhecido descobrira o mistério da Dança Sangrenta De Arahamafraadhataraermagun e aniquilara o poder hipnótico da mesma com os seus arcanos instrumentos de poder mágico. Morto após sete horas sendo estocado pelo corpo, o cadáver de Pietrus Arahamafraadhataraermagun foi desmembrado e cada parte de seu corpo foi lançada em diferentes locais da Europa, a céu aberto, a mando do mago que auxiliara os cruzados que, abençoados pela Igreja e sustentados pelos nobres, perseguiram-no com afinco e vigor. A Igreja ordenou que todas as obras de Pietrus Arahamafraadhataraermagunfossem queimadas, assim como qualquer referência a ele em livros fosse apagada; isso explica o porquê de tal gênio desconhecido de todos vocês e da maioria da Humanidade hoje não ser conhecido. Alguns poucos, no entanto, conservaram pequenos trechos da obra de Pietrus Arahamafraadhataraermagun nas sombras, trechos estes encontráveis nos raros livros que citei antes como os únicos que citam-no como existente e caminhante na Terra. Vou declamar um poema escrito em latim aos 12 de dezembro de 1766, há um mês da última dança dele ocorrer, que eu encontrei em um desses raros livros que adquiri em uma viagem que fiz à Bonn no ano de 1986. O poema chama-se A Dança De Ouro Do Ar, que adaptei aos termos que hoje conhecemos para que vocês possam compreender o que ele diz de um modo fluente e claro.


A Dança De Ouro Do Ar


trago meu coração

arrancado da pulsão

do meu medo de então


Arahamafraadhataraermagun

dança arrancando

meu coração


Arahamafraadhataraermagun

dança arrancando

meu medo


Arahamafraadhataraermagun

dança arrancando-me

do sonho do agora


meu coração encontrou

o ouro da rosa

e roubou sua seiva


meu coração encontrou

a busca da rota

e rasgou sua seda


meu coração encontrou

a totalidade do sangue

e sugou suas redes


meu sangue cala

e o sangue deles

grita n'alma minha


meu sangue se tornou

o ouro do ar

e eu danço nesse ouro


meu sangue se tornou

o sangue deles

e eu danço nesse sangue


meu sangue se tornou

o sangue de

Arahamafraadhataraermagun


meu sangue se tornou

o sangue deles

e eu quero dançar


dançar com eles

no sangue de

Arahamafraadhataraermagun


dançar com

Arahamafraadhataraermagun

no sangue deles


o Ar conta

cada gota de sangue

minha e deles


o Ar dança

com seu ouro em

Arahamafraadhataraermagun



- Professor, esse Araha... Araha...

- Arahamafraadhataraermagun, Lúcia Helena.

- É, isso aí! Ele era um Demônio?

- Impossível, Lúcia Helena, Demônios são fantasias.

- Mas, professor, se a própria Igreja crê nos Demônios e na Internet há sites que falam de Demônios e do que eles são capazes, porque o senhor diz que Demônios não são reais?

- Eu não disse que não sejam reais, Lúcia Helena, disse que são fantasias. As fantasias dançarinas de Pietrus geraram Arahamafraadhataraermagu, que não é um Demônio típico, fora de um ser humano, que o possua, mas, sim, uma fantasia que a própria magia da fantasia interior dele fez com que se manifestasse daquela forma sanguinária. Pietrus Arahamafraadhataraermagun sonhou que era Arahamafraadhataraermagun e Arahamafraadhataraermagun sonhou que era Pietrus, ação e reação, movimento e contra-movimento, atitude e alcance, altitude e latitude, horizonte e verticalidade.

- Isso é complicado, fessor...

- Não depois de vocês estudarem as vinte e duas páginas do resumo da história de Pietrus Augustus van Borhmann que lhes dei hoje. Quero uma avaliação pessoal do que lerem para semana que vem, sem falta. Agora, o recreio já está chegando, podem sair, mas com calma e sem correria.



- Isso é Antropologia ou aula de História?

- Ah, cala a boca, Valéria, vê se lê o texto do professor Kayo e faz a análise!

- Analisar a vida de um psicopata, Lúcia Helena? Ah, foda-se, eu tenho mais o que fazer no Orkut!

- O Orkut não vai te dar nada de sábio, Valéria...

- E você, que nem direito sabe interpretar o que o "professor querido Kayo" diz, está alcançando a sabedoria?

- A Lúcia está apaixonada pelo professor Kayo, Valéria.

- Cala a boca, Eduardo! Quem te chamou aqui?

- Ei, Lúcia, dá um tempo aí! Aqui no colégio todo mundo já sabe!

- Já sabe DE QUÊ, Jaime?

- Da sua paixão pelo professor Kayo!

- Vá tomar no cu, Jaime!

- Lúcia, quem não se apaixonaria por aquele gato? Até eu...

- Viviane, não força, tá bem?

- Forçar o quê, Lúcia, todas as meninas deste colégio estão apaixonadas por aquele gostoso, que voz, que olhos, que pernas, que coxas...

- Como se ele fosse olhar para nós...

- Ele não tem namorada e nem é casado, a Fernanda, que trabalha na contabilidade aqui do colégio me disse isso ontem.

- Ele mora onde?

- Se interessa onde ele mora, Lúcia? Não deu a entender que não está apaixonada por ele?

- É que...

- Bem, a Fernanda pediu para o Juliano, aquele gatinho de ombros largos e bundinha empinada que é secretário da diretora, para ver a ficha dos professores em uma hora de pouco movimento na semana passada. Ele vasculhou os arquivos e descobriu muita coisa dele.

- Fala logo, Valéria!

- Calma aí, Ohara, eu vou falar!

- Ih, porra, tu faz um mistério...

- Alanis, fica quietinha aí, tá? Já te meti a porrada semana passada por ter paquerado o Joaquim do segundo ano que eu estava de olho!

- E você que paquerou o Robert do terceiro ano que eu estava de olho?

- Eu te deixei toda roxa, sua piranha...

- E eu mordi a sua...

- Porra, Valéria e Ohara, parem com isso! Caralho, Valéria, conta logo o que a Fernanda te falou!

- Que nervosinha tu tá, Lúcia...

- Valéria...

- Agora não vou contar nada!

- Quê?

- É isso mesmo, não vou contar, nem aqui, nem no MSN, nem no Orkut!

- Sua vaca!

- Vaca é a sua mãe, Lúcia!

- Quê?

- Vai brigar comigo também, Lúcia?

- Não tenho medo de você, Valéria, apenas porque faz Jiu Jitsu! Eu faço Capoeira desde os quatro anos de idade, quer ver quem bate ou apanha mais?

- Ai, que meda! Me segura agora, Tadeu, senão ela pode me fazer desmaiar!

- Meninas, parem com isso, essas brigas de vocês, quase toda semana já estão sendo coisas que incomodam a escola toda.

- Foi ela que começou, Tadeu, xingando a minha mãe!

- Foi você, Lúcia, que me chamou de vaca!

- Mesmo assim, parem, eu já separei você, Valéria, e a Ohara, semana passada, e quase que levo uma dentada das duas lá...

- Isso foi engraçado de ver!

- Foi, sim...

- E, então, Lúcia, mais calma?

- É que essa idiota...

- Idiota é a mãe, sua...

- Olha ela de novo, Tadeu!

- Vocês não tem mais jeito... Conversam todo dia, brigam toda semana, reatam na semana seguinte... Valéria, vai falar do professor Kayo agora?

- Até tu, Tadeu, apaixonado por ele?

- Ele é um gato mesmo... E tem muito carinho conosco dando aula, é o único dos professores daqui que eu considero como excelente; dizem que ele é considerado academicamente como um dos melhores do mundo. E, ainda por cima, a calça mostra que ele é bem-dotado...

- E o seu namorado, o Ângelo?

- Ex-namorado, Valéria, ex-namorado...

- Brigaram?

- Brigamos, Lúcia, ele me traiu com um tenente da Polícia lá do Méier...

- Viado filho... Desculpa, Tadeu, desculpa...

- Nada, Valéria, eu também o xinguei assim...

- Vou montar uma comunidade no Orkut dedicada a foder com aquele idiota!

- Não, deixa prá lá... Nos conte do que descobriu dele, conte!

- O que cada um aqui vai me dar?

- Quê?

- Claro, Lúcia, eu tenho que ganhar algo!

- Tá brincando, não tá, Valéria?

- Estou falando sério, Lúcia! Acha que eu vou contar de graça detalhes da vida do professor mais gostoso do Brasil e um dos homens mais deliciosos do mundo?

- Tu é doida mesmo, Valéria, DOIDA!

- Ohara, lembra do peso da minha mão...

- Valéria, lembra do chute que te dei na xaninha...

- Valéria, que história de querer algo em troca do que descobriu do professor Kayo é essa?

- Lúcia, PELO AMOR DE DEUS, entenda que eu NUNCA faço nada de graça, tenho que ganhar algo sempre, tendeu, miguinha? Tenderam, miguinhos?

- E é Emo ainda por cima...

- Emo é o caralho, Ohara!

- Valéria, eu não vou te dar NADA!

- Tá bem, Lúcia, então eu não conto NADA!

- Eu não queria mesmo saber NADA, Valéria! Você pensa que eu sou igual a você em relação aos meninos e aos homens? Fico mais na minha, garota, e nem sei porque ando e saio contigo!

- Tá me chamando de piranha, Lúcia?

- Se entendeu o que eu disse...

- Você deve ser virgem...

- Antes ser virgem do que uma vagaba como você!

- Vagaba é a puta velha da tua mãe!

- Valéria, Lúcia...

- Deixa, Tadeu, deixa!

- Jaime, me larga!

- E deixar que estrague a primeira briga de verdade da escola? Ah, isso não, vem prá cá!

- E tu também, Ohara, vem!

- Me solta, Viviane!

- Vai querer apanhar também das duas, vai?

- Te dou uma porrada no meio da cara se não largar o meu peito, sapatona! Eu gosto é de homem!

- Que pena, você é uma gatinha bem gostosinha... Deixa eu dá uma apertadinha neles...

- SAI PRÁ LÁ, PORRA!!!

- Minha mãe é o quê, Valéria?

- Uma vagaba!

- A tua é uma santinha, cheia de amantes pelo Leblon...

- Seu pai é um corno!

- O seu pai se matou por causa da vagabunda da sua mãe!

- O meu pai se matou porque...

- Por causa dos chifres que a sua mãe punha nele, até com o jornaleiro da esquina da sua rua!

- Sua desgraçada!

- Desgraçada é você, sua burra! Não sabe nem fazer uma conta simples de Matemática direito!

- E você se acha um gênio apenas porque é todo ano o primeiro lugar no quadro de honra da escola?

- Isso é para quem pode, sua burra, eu estudo, eu me esforço, e não fico me esfregando nos homens em discotecas, clubes, praias e piscinas!

- Você tem inveja de mim, queria ter a minha bunda, os meus cabelos, os meus peitos, as minhas pernas!

- Você, Valéria, seria uma excelente aquisição na Vila Mimosa, vá prá lá, piranha, vá!

- Eu vou te detonar, te estrangular, cachorra!

- Você é que é a cachorra, a eterna cachorra no cio!

- Vou te arrebentar, sua filha-da-puta!

- Tenta, cachorra, TENTA!

- Já arrebentei metade das meninas da minha rua e daqui da escola, eu vou te triturar, filha-da-puta!

- Nunca brigamos prá valer, mas eu te garanto que eu é que vou te triturar, sua cachorra!

- Com Capoeira? Eu também sei lutar Capoeira!

- Sabe? Então, vai apanhar bastante, mais do que eu ia te bater, sua cachorra! Vi as suas brigas, sua cachorra, e a sua técnica é uma merda, apenas bateu naquelas meninas porque estas não sabiam lutar, mas comigo vai ser diferente!

- Tão diferente quanto foi você menstruar no meio da sala no ano passado, sua vaca ressentida!

- Sua nojenta, eu estou para te devolver aquela cabeçada que me deu no mês passado há muito tempo!

- Aquilo foi um aviso para você parar de tentar me dar "conselhos", Lúcia! Não preciso de outra mãe, ainda mais uma fracassada ressentida que quer dar o cu para um professor daqui e se finge de santinha com a buceta toda molhadinha quando ouve o "belo professor Kayo" falar!

- VADIA!!!


O chute giratório de Lúcia, de esquerda, arremessa a três metros de distância o corpo de Valéria, que rasga todo o uniforme, arranha-se toda, perde quatro dentes da arcada superior e quebra o nariz ao bater com o rosto ao solo. Lúcia ginga e os alunos todos no pátio começam a gritar "PORRADA!!! PORRADA!!! PORRADA!!!" Valéria levanta e começa a gingar também, entre suas aulas de Jiu Jitsu, no qual é faixa preta, 2º nível, ela teve algumas aulas de Capoeira desde os nove anos de idade. As duas se aproximam gingando e, antes que os inspetores e a diretora do Centro De Educação Federal São Sebastião, localizado no Centro do Rio de Janeiro, 1.659 alunos apenas na parte da manhã, 3.086 alunos no total dos três turnos, cheguem ao pátio, as duas já iniciaram uma briga que incendeia o pátio da escola e aumenta os gritos dos demais alunos! Em três minutos, apenas, as duas já estão caídas; Valéria perdeu mais cinco dentes; Lúcia quebrou o braço esquerdo e teve o supercílio esquerdo cortado, sangrando abundantemente. Antes que a diretora, Marcela Tavares Velasquez, diga uma palavra, acompanhada dos sete inspetores da manhã da escola, que tem que passar pelos alunos com dificuldade, que formaram um círculo para assistirem à briga, um dançarino de rubras vestes, rubra capa, rubro leço cobrindo os olhos, cabelos ruivos até a cintura e cimitarra na mão esquerda começa a dançar perto das duas briguentas, atraindo a todos, hipnotizando a todos...


Lúcia, com o sangue encobrindo seu olho esquerda, para de ofegar e até de respirar, como todos os demais. A dança segue um ritmo que faz o ar dançar em correntes de hipnóticas ondas cativantes até dos mais insensíveis presentes no pátio... Não se perguntam: "QUEM É O DANÇARINO?". Não dizem uns aos outros: "ELE DANÇA MUITO BEM". Não perguntam uns aos outros: "É MAIS UMA APRESENTAÇÃO FOLCLÓRICA NA ESCOLA?". Cessados os pensamentos, a dança do rubro dançarino os hipnotiza roubando-lhes os pensamentos. Cessadas as palavras, a dança do rubro dançarino hipnotiza-lhes roubando-lhes as vozes. A rubra dança seguindo a todos pelo ar... Os olhos de todos seguindo o rubro dançarino pelo ar... Não se mexem. Não conseguem se mexer. Lúcia ergueu-se, está em pé, à frente de Valéria. As duas não sentem mais raiva uma da outra, não querem continuar a brigar. A diretora e os inspetores da escola não chegaram a falar com elas, hipnotizados estão a fitar a dança, a rubra dança, do rubro dançarino. Jaime, Viviane, Tadeu, Ohara, hipnotizados, estáticos, assistindo, como os demais 1.653 alunos do Centro De Educação Federal São Sebastião, na parte da manhã, ao rubro dançarino dançar pelo pátio de 455 m2... O rubro dançarino se aproxima de Lúcia. O rubro dançarino parece ter o ar guiando-o até Lúcia. O rubro dançarino pula, rodopia, bate os braços no cabo da cimitarra, atirando-se qual um aríete bem governado em direção à Lúcia. O rubro dançarino chegando perto de Lúcia... O rubro dançarino, seguindo o ar, chegando perto de Lúcia... O rubro dançarino, girando a cimitarra no ar, chegando perto de Lúcia... O rubro dançarino, dominando o ar, chegando perto de Lúcia... O rubro dançarino, dominando a sua rubra dança, chegando perto de Lúcia... A rubra dança... O rubro ar... O rubro dançarino chega perto de Lúcia... A rubra dança perto de Lúcia... A rubra dança... A cimitarra...


Lúcia volta a si.


Lúcia sente a dor do supercílio cortado.


Lúcia sente a dor do braço quebrado.


Lúcia sente um frio desconhecido em seu abdômen.


Lúcia olha para baixo e vê apenas uma mão esquerda segurando o cabo de alguma espada que ela não identifica o tipo.


Lúcia olha para cima e vê o rubro tecido encobrindo os olhos do rubro dançarino.


Lúcia sorri.


Lúcia, com 1, 34 m. da lâmina de uma cimitarra tendo seu estômago atravessado sorri.


Lúcia sorrindo, aproxima-se dos lábios do rubro dançarino.


Lúcia, sorrindo, beija delicadamente os impassíveis lábios do rubro dançarino.


Lúcia continua a sorrir quando o rubro dançarino retira de seu abdômen a lâmina da cimitarra.


Lúcia, sorrindo, é decapitada pelo rubro dançarino...


E ele continua a dançar!


E ele continua a rubramente dançar!


E ele continua, rubro, a dançar!



Ele continua, rubro, a dançar, pelo pátio do Centro De Educação Federal São Sebastião!


E se aproxima de Valéria...


Lúcia, que sorrindo foi decapitada, finalmente realizara seu mais íntimo sonho de adolescente mui solitária: beijara o seu amado e carinhoso mestre, o professor Kayo, o mais querido professor da escola, o mais belo dos professores de que se tem notícia em uma escola brasileira e do mundo.


A Rubra Dança continua!


A Rubra Dança a hipnotizar, continua!


A Rubra Dança, do rubro dançarino, continua!


E Kayo Arahamafraadhataraermagun, O Rubro Dançarino, se aproxima de Valéria...



Inominável Ser

RUBRO DANÇARINO








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domingo, 18 de janeiro de 2009

Theatre des Vampires - Pleasure And Pain - Ao Vivo No Café Iguana De Monterrey, México, 24/08/2007




Hate me
And cut my flesh
Take me and feel
My pain and scream
Fuck me
And tie me up
Your hands on me
I see your wrath

Pleasure and pain blood and sin
Lust and hate sex and death
Kiss and scars death and screams
Tears of blood for my lust

Your pain is my addiction
Your blood is in my veins
Your pain is my obsession
Your blood is in my veins

Hate me cut me
Prey me fuck me

Harm me and lock me up
On your mouth my blood
Lick it up rape me
And taste my lust
Your hands on me
I see your wrath

Pleasure and pain
Blood and sin
Lust and hate
Sex and death

Your pain is my addiction
Your blood is in my veins
Your pain is my obsession
Your blood is in my veins

Slave of my pain
Master of my flesh







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A Inglesa Que Tudo Iniciou - Capítulo IX Do Livro Um Da Série As Amazonas De Thades




01 de janeiro de 3089
Cidade Eterna De Londres, Inglaterra

11:30 h



Nuas, desesperadas, desarmadas, desamparadas, destituídas de tudo que faz um ser residente em uma civilização um ser digno de caminhar por entre todos os demais. Nuas, feridas, Onuj Khar e Gedara Tiron correm por uma Londres sombria, desértica, povoada de sombras que falam com elas, sombras que as aterrorizam. Nuas, Onuj e Gedara, outrora Ydrasgkuthas que eram estimadas por Keauriothen como formidáveis, correm, destruídas existencialmente, sem Evolução, quedantes em outras sombras, sombras interiores, sombras dançantes em infinitos terrores. Nua, Onuj, outrora Ydrasgkutha Da Suprema Espada Eterna Do Ser Interior, Alta Autoridade Mística Keauriotheniana, corre de sombras externas mais aterrorizantes do que as sombras que lhe trituram o interior, a Alma Eterna, o Espírito Eterno. Nua, Gedara, outrora Ydrasgkutha Do Supremo Escudo Eterno Do Ser Interior, Alta Autoridade Mística Keauriotheniana, corre das mesmas sombras externas aterrorizantes, sombras antigas de antigos momentos nos quais apenas no Panteão Moldado Ocupado Pelas Coisas Existentes E Inexistentes Na Criação as sombras da Grande Sombra Da Mãe Escuridão Automanifestada governavam no Caos Automanifesto. Nuas, mais nuas do que a superfície nua do Nada errante por muitos Nadas, mais nuas do que a pobre alma simplória que vive nos planetas desérticos da ignorância, mais nuas do que a nudez ferida de seus corpos físicos outrora belos, outrora desejáveis, outrora incorruptíveis ante mãos indesejáveis desprovidas de beleza, Onuj e Gedara correm... Onuj e Gedara correm... Do que Onuj e Gedara correm? Do que as duas, nuas, Onuj e Gedara, correm, correm, correm? Do que correm? Do que correm? Do que, nuas, nuas além do nu que é o manto a encobrir todo Manto De Infinitos Firmamentos, Onuj e Gedara correm?

A sombria Londres, a desértica Londres, a Londres cujas sombras falam mais do que o triste sol quase encoberto por nuvens filhas destas sombras, oferece odes de sombras que nenhuma luz derruba àquela da qual Onuj e Gedara correm. Caminhando com ar fagueiro e debochado, sorriso dantesco pela maldade intrínseca e perturbador olhar insano, saboreando um vinho Jean Claude Martin Saint-Claire de 1665, seguro pela mão esquerda, em uma taça longa de diamante na mão direita, Basemath Horan em rubro vestido longo com inserções de diamantes negros observa Onuj e Gedara, nuas, correrem pela cidade revestida de sombras. Caminhando com o ar moldado todo de todas as sombras no sorriso que é toda crueldade representada de modo absoluto por ser sorriso que encarna toda possibilidade de Mal Moldado em um Ser Moldado, Basemath saboreia o vinho como a maior graça proporcionada por algo advindo da materialidade. Caminhando com o ar de uma dama que adormece em sombras de odor sangrento e desperta em leitos de sombras de odor putrefato, mas a seu olfato delicioso como o odor das flores silvestres que teimosamente ainda nascem nesta Londres filha de sombras amamentando sombras, Basemath saboreia, ao longe 1 Km de suas vítimas, o terror sombrio destas manifestado na corrida alucinadamente imperfeita e desesperada pelas ruas londrinas. Caminhando com o ar sombrio das sombras londrinas a aclamar-lhe como uma mãe toda carinhosa, Basemath aprecia as altíssimas construções da cidade, prédios, torres e templos vazios, cujas sombras, sombras povoadas por inúmeros ocultos terrores que ela ama, que ela amamenta, curvam-se ante sua passagem de sombrio glamour a passos lentos, provocando-lhes vertigens, fazendo-lhes desejá-la como perfeitíssima amante. Caminhando no ar sombrio, sentindo-se no ar sombrio, sendo o ar sombrio, sendo o sentir do ar sombrio, sendo o ar de toda sombra londrina, toda sombra amiga-amante-mãe-irmã-filha de sua essência, Basemath saboreia todo o vinho, garrafa quase vazia, taça ainda cheia, olhar centrado em Onuj e Gedara, ainda correndo, ainda correndo muito, ainda correndo para fugirem dela nas sombras de uma cidade desértica.

Londres está deserta porque todos os seus moradores, 766.009.998 amantes de Basemath, acompanham inumeráveis Baalciferjinns no Continente Europeu e Americano contra o Grupo De Beria. A Inglaterra, a Irlanda, a Escócia e o País De Gales, todos somando 6.332.099.877.221 habitantes, todos amantes de Basemath, estão desertas como Londres, seus moradores dividem-se entre os mesmos Continentes acompanhando os mesmos inumeráveis Baalciferjinns contra o Grupo De Beria. Basemath, Onuj, Gedara e silenciosos 44.456.109.388 prisioneiros nas 865 prisões dos quatro países são os únicos nas sombrias cidades. Todas as cidades inglesas, irlandesas, escocesas e gaélicas são cópias de Londres, sombrias, acolhedoras de sombras, amigas-amantes-mães-irmãs-filhas da essência de sua remodeladora, Basemath. As ilhas britânicas, desde 3068, após a desencarnação de Beria Horan, o amado Anjo Azul Da Europa, mãe de Basemath, foram transformadas em extensões das debilidades atrozes, excentricidades aberrantes e vícios destrutivos desta. Desafiando todas as Leis Eternas Keauriothenianas, Basemath institui a partir daquele ano a prática da Darzh Todosewha, ou Magia Da Escuridão, como A Face Manifestada Da Negra Mãe Automanifestada é conhecida na Terra. Perseguindo cruelmente a todos os que a ela se opuseram e conseguindo, através de suas geniais habilidades místicas e ocultas mescladas à sua oratória grotesca, porém detentora de fascínio e magnetismo inegáveis, fazer de todos os seus admiradores, dos dois sexos, nas ilhas e na Europa, seus amantes. A Filha Amada Da Escuridão, A Rainha Diaba, A Filha De Todos Os Flagelos, obteve sucesso supremo em sua dedicação ao formar completo do Grupo Das Quatro em 3070 há muito por ela desenvolvido. Aos epítetos de Filha Amada Da Escuridão, Rainha Diaba e Filha De Todos Os Flagelos, Basemath fez jus explodindo toda sua personalidade psicótica em crimes abomináveis que praticou e permitiu, que pratica e permite serem praticados.

As prisões que mantém nas ilhas britânicas e as 902 pela parcela do Continente Europeu sobre a qual domina, que contam com 12.298.145.600 prisioneiros, são redutos de experiências aberrantes de torturas as mais inovadoras e terríveis. Os Baalciferjinns, sob a tutela dela, desde 3085 ocupando as cidades européias do Grupo Das Quatro, para as quais a moral e a bondade são palavras que jamais foram representadas materialmente, experimentam nos humanos, Keauriothenianos Puros e Keriaunotheds que aprisionam os métodos de melhor adoração à Face Maligna Da Todosewha. As mulheres são obrigadas a engravidarem de todos os tipos de homens apenas para que seus filhos, recém-nascidos, sejam sacrificados com requintes de inenarrável crueldade em honra ao Espírito Automanifesto Da Todosewha. Todas as crianças que foram aprisionadas por eles, pela Europa, 1.677.243.955, sendo 76 % delas Waleykrishteeans Keriaunotheds, foram pessoalmente torturadas, estupradas e mortas por Basemath, seu filho Kabal Horan, seu pai Naitide Stih e seu amante/protetor Rorz Komp Vya. As crianças que nascem de suas amantes são medidas quanto aos Níveis Espirituais De Potencialidades Existenciais e apenas ela seleciona as melhores que ao se desenvolverem completamente possam servir como fortes combatentes em suas Ajjadfxs. As crianças reprovadas ao nascerem são torturadas, estupradas e sacrificadas pelas próprias mães, uma prova de amor a Basemath que esta impôs a todas elas. O ambiente psíquico e espiritual das cidades servidoras de Basemath tornou-se inimaginavelmente carregado pelos resquícios imateriais dos Sacrifícios Espirituais Em Honra À Todosewha, tornados Leis Eternas pela organizadora de toda a ordem de Inimigos Da Darzh E Da Zuladht Anreteniud que modificaram as panorâmicas estéticas das cidades. Estas foram destituídas de todo brilho e magnanimidade que lembrasse a Darzh Anreteniud, tendo todos os Templos a esta dedicados tornados Templos Da Todosewha, nos quais Orgias Espirituais sempre conduzidas por Basemath são as metas de toda orientação mística. Ergueram-se com outros terrores adjuntos a todos esses terrores as sombras nas cidades tocadas pela brilhante loucura maligna da Filha De Todos Os Flagelos, flagelos que expandiram-se, a partir das prisões nas quais ocorrem torturas diárias, para toda a Natureza.

Os animais foram caçados e sacrificados, com torturas e estupros dedicados à Todosewha e os poucos que sobrevivem estão reclusos nas extensões subterrâneas das cidades européias sob o comando do Grupo De Beria. As florestas foram envenenadas pelos Baalciferjinns e tornadas cemitérios onde os ossos dos prisioneiros, após as peles serem retiradas para forjarem armaduras e armas com Elementos Cósmicos extraídos de Fluídos Espirituais Negativizados Pela Positividade Da Malignidade Suprema E Absoluta Do Esquema Moldado Revelada Na Negra Mãe, os Saenasbaras, são enterrados sob altares nos quais hetero e homossexuais carnalmente, em relações ensandecidas, depositam seus líquidos vitais como oferenda ao solo contaminado pelas excrescências espirituais daqueles que o envenenaram. Basemath admitiu procriações elevadíssimas para aumentar o seu contingente de amantes e aliados; ela mesma inicia sexualmente as crianças ao nascerem, seviciando-as em todas as partes dos corpos delas. Seduzindo desde o berço, traçando uma linha escravizante de durabilidade eterna, pois aqueles que ela faz como seus fiéis amantes fanáticos seguidores sentem-se como que parte da Alma Eterna dela, a Líder Do Grupo Das Quatro mantém uma orbe de facínoras moldados à sua imagem que faz perder-se e semelhança que faz a tudo perdido. Sobre a Matéria Moldada, sobre a Espiritualidade Moldada, a Governante Imperial Continental Européia mantém domínios fabulosas que tornam a sua escalada rumo ao que ambiciona, O Trono Da Criação, mais propensa a realizar-se em perfeição de sucesso real. Sua beleza maligna e sedutora infinita, beleza de perfeita maligna perfeita, fazendo-lhe perfeita dama de abismos de devassidões verdadeiras, perfeita creatura dotada da vastidão toda da perfectibilidade de uma Existência Moldada devotada ao Existir Do Mal Em Absolutismo Perfeito Automanifesto, aliada aos seus Poderes de Ydrasgkutha Nata ainda verdadeiramente desconhecidos, a identifica como uma dos Malignos Perfeitos que observam-se na História Da Criação. Toda sua beleza ao saborear o vinho, a taça ainda cheia, a garrafa já vazia, abrilhanta-se nas sombras que a fortalecem como uma Deusa Criadora prestes a esmagar míseros seres, seres estes que são Onuj e Gedara, cansadas agora, correndo mais lentas, correndo lentas, correndo lentas...

Correndo na lentidão maior dos segundos menores...

Correndo na lentidão dos não-segundos...

Correndo na lentidão de todo segundo caindo...

Correndo na lentidão de todo caído segundo...

Correndo na lentidão de horas extintas...

Correndo lentas...

Correndo na lenta sombra de seus pavores...

Correndo na lenta sombra de seus desesperos...

Correndo na lenta sombra de seus pânicos...

Correndo na lenta sombra de seu idêntico pânico...

Corre Onuj...

Corre Gedara...

Correm...

Correm...

As pernas estão cansadas, vacilando, sem velocidade...

As pernas correm, mas caem nas sombras de toda queda...

As pernas cansaram-se...

Onuj cansou-se...

Gedara cansou-se...

Nuas, nuas, nuas...

Nuas, elas caem...

Onuj e Gedara caídas...

Olham onde caíram...

Olham chorando onde caíram...

Caídas nas sombras choram...

Caídas nas sombras deitam-se...

Caídas nas sombras saboreiam seus últimos segundos...

Caídas nas sombras vêem os fins dos segundos...

Caídas nas sombras extinguem-se sem horas...

Onuj e Gedara caíram...

Caíram...

Caíram à frente da prisão denominada Coração Das Trevas Ardentes, a prisão na qual por trinta anos, de 3068 a 3088, foram mantidas prisioneiras por sua discípula Basemath. O horror da prisão de 5990 andares, extendendo-se por 121.333 km no subsolo (esta também é a extensão da porção subterrânea da cidade) e abrigando 113.007 prisioneiros assombra-lhes, faz-lhes cair mais em segundos mais extintos. Por trinta anos elas, que foram incumbidas do Treinamento Místico-Militar-Filosófico de Basemath pela mãe desta, também sua discípula, sofreram torturas, estupros e diversas aberrações através da mulher que auxiliaram no nascimento, carregaram ao colo e batizaram em Raoha Far Darzh Anreteniud, O Berço Interior Da Mãe Da Criação. Durante 27 anos, a dissimulada Basemath, odiando-as secretamente e demonstrando-lhes um amor inexistente, fez-se obediente discípula, detestando aprender sobre a Darzh Anreteniud, sendo profundamente uma conhecedora de toda Todosewha. Ao iniciar a sua jornada de sombras dominantes sobre o solo das ilhas britânicas, ela enfrentou a oposição de Onuj, Gedara e dos Vohuyts delas; mas, para enfrentá-los ela contou com o apoio do Esquadrão Eterno Britânico De Beria Horan, fundado por esta em 2804, liderado pelos amigos de sua mãe e seus amantes, os grandes heróis do Sétimo Levante Theokylur Ramodyokar-Silver-Mathar, Christhine Sateph, Ielena Metaghkannonh-Silver, Henriqueta Landat-Marquez, Zandya Korack, Zaya Sannonhlann, Artêmisia Kanohan, Walodya Ananyan, Relya Yelet-Yenolena, Kamya Janayra e Omura Myserat. Em uma guerra mística-militar na Inglaterra que perdurou pelos três últimos meses de 3068, A Guerra Da Insurreição De Onuj Khar E Gedara Tiron, os 1.788.433.290 integrantes do Vohuyt Khar e os 2.987.009.332 integrantes do Vohuyt Tiron, auxiliados por 51.987.223.400 ingleses, contabilizando 47 % da população inglesa, foram derrotados pelos 1.301.450.811.902 integrantes do Esquadrão Britânico residentes por toda a Europa que, sendo devotados a Basemath, uniram-se no país de origem da Sub-Ordem oriunda da Ordem Ebem-Adamt Wylodstormann Da Guerra Moldada Revelada Na Darzh Anreteniud, fundada em 2005. Esta Ordem, liderada pelos integrantes do Vohuyt Wylodstormann David II (Governante Imperial Estatal Da Inglaterra), Christopher XXIII (Governante Imperial Estatal Da Escócia), Anthony VII (Governante Imperial Estatal Do País De Gales), Brandon II (Governante Imperial Estatal Da Irlanda), Bruce II, Thomas II, Theodore II, Jason II, Winston II, Albert II e Lukas II, também grandes heróis do Sétimo Levante, contando com 3.233.675.098.422 integrantes, 53 % da população das ilhas britânicas, manteve-se neutra, não apoiando Basemath, por não gostarem das atitudes desta como Governante, e as Verfdaxs dela, para não causarem maior caos nas ilhas já elevado por causa daquela. Basemath, vencendo a guerra, jogou o Esquadrão Britânico contra a Ordem Ebem-Adamt, fazendo desta inimiga de todos os seus “desígnios construtivos” para uma nova Europa, uma nova Terra, um novo Joadhret e uma nova Criação. Contudo, ela via as duas maiores organizações místicas-militares européias, que quase muitas vezes estiveram à beira de um conflito aberto, como futuras fortes oposicionistas quando realmente iniciasse a sua ascensão como Guerreira Verdadeira Da Todosewha a partir do retorno dos Baalciferjinns ao planeta.

Com Onuj e Gedara aprisionadas, os Vohuyts e os aliados desta exterminados, sem nenhum prisioneiro feito porque a ordem era eliminá-los impiedosamente, a primeira barreira contra seu crescimento foi derrubada. Maliciosamente, A Rainha Diaba conquistou sexualmente, sob o Manto Da Todosewha, os integrantes não-pertencentes ao Vohuyt Wylodstormann, deixando os deste, que de nada desconfiavam, existencialmente isolados e praticamente sem nenhum comandado. Os Líderes da Ordem Ebem-Adamt e seus 1.073.097.333 familiares nas ilhas britânicas deram-se conta de que a mesma findara-se como organização efetiva ao final do ano de 3073; não puderam saber como isto ocorrera, pois todos foram mortos por Basemath, envolta pelo Manto, de janeiro a dezembro de 3074. Os demais 429.210.544 integrantes dos Wylodstormann pelo mundo obtiveram o mesmo fim sob o Manto pelas mãos dela, fim que para o Esquadrão Britânico manteve-se misterioso até a sua também eliminação em um único dia, 01/12/3085, efetuada pelos primeiros 223 x 10¹¹³ Baalciferjinns, liderados por Rorz, que à Terra retornaram, primeiramente residindo nas ilhas britânicas já feitas nativas das sombras oriundas da traiçoeira escalada da hegemonia governamental de Basemath. Onuj e Gedara, com dor, sabiam através dela, em torturas efetuadas nos calabouços fétidos no Coração Ardente Das Trevas, de todos os planos de traição que a posicionariam hegemonicamente nas ilhas britânicas. Onuj e Gedara, que tentaram obter alianças contra ela logo após a desencarnação de Beria Horan em 25/08/3068, pessoalmente dialogando com os Onze Guias Do Esquadrão Britânico e Os Onze Maiores Dos Wylodstormann, fracassando por terem sido vistas pelos primeiros como traidoras da filha da Maior Das Governantes Imperiais Continentais Européias e pelos últimos como simples desordeiras inimigas da Ordem Governamental Européia (apesar deles desconfiarem das intenções da discípula delas a partir de discursos que esta fez após assumir o Governo Imperial Continental), choraram por todos os traídos, esquecendo-se de suas próprias desgraças existenciais. Onuj e Gedara fracassaram na tentativa maior de impedirem a tirania quase total de sua discípula na Europa, uma discípula que levou-as a sentir as mais tenebrosas humilhações, dores físicas, dores mentais, dores espirituais, dores existenciais.

Onuj e Gedara obtiveram o apoio moral de Beria, mas quando esta obteria a permissão de Thidan e Thaiden para materialmente unir-se a elas contra Basemath, permissão obtida com o consentimento de todos os Vohuyts Maiores Keauriothenianos, aquelas foram derrotadas, destituídas da Evolução e aprisionadas pela sua inimiga. Beria aceitou a vitória de Basemath devido aos conselhos sempre sábios de Kartheniara, não cedendo ao desejo de libertar as suas amigas aprisionadas, desejo que, se realizado, poria a sua Governabilidade em risco. Impassivelmente, mais aprisionada do que Onuj e Gedara, ela assistiu aos movimentos da inglesa que lidera o Grupo Das Quatro sem poder nada fazer, já que os Vohuyts Maiores, em sua maioria, ao lado daquela, mesmo esta sendo partidária praticante amorosa da Todosewha e aliada dos Baalciferjinns, começavam a ficar. Basemath, para a tristeza de Onuj e Gedara, que em meio às torturas e estupros ouviam-lhes os feitos e planos, mostrou as maravilhas da Todosewha para os Vohuyts Maiores que apóiam-na e obteve dos mesmos adesão aos seus objetivos de derrubar a desprezada Beria do Governo Imperial Keauriotheniano. Seduzindo com palavras, seduzindo com o seu corpo, seduzindo todos que lhe dão vantagens neste Oitavo Levante Do Aço que pode tornar-se A Guerra Do Destino Do Império Keauriotheniano, Basemath alegra-se no auge de seu caminhar tirânico. A Europa é quase totalmente dela, assim como Onuj e Gedara, caídas em frente à prisão na qual permaneceram por trinta anos, há muito são. A garrafa vazia de vinho é lançada entre as duas mulheres que jamais cederam aos desejos dela de tornarem-se praticantes das Artes Sombrias Da Todosewha com as Evoluções, por ela retiradas após a tremenda Batalha Mística que travaram durante todo o mês de dezembro de 3068 pelas ilhas britânicas, restituídas. Onuj e Gedara permanecem caídas, os rostos colados ao solo, a desistência da fuga extinguindo-lhes. Bebendo a última taça do vinho saboreado com prazer indeterminadamente inexplicável, prazer apenas de seres que desafiam toda Lei Da Criação estabelecida, o prazer dos Desafiantes Da Ordem Moldada, a calma perseguidora delas admira os corpos nus, feridos, os quais belos ainda acha apesar de destroçados.

A taça é quebrada com a mão esquerda e dois pedaços dela são divididos em suas mãos. Basemath, sorriso sádico monumental, iluminando-lhe o rosto que possui verdadeiros panteões de infernais sentimentos representados, ajoelha-se entre as duas e começa a cortar-lhes as peles das costas, descendo lentamente até os pés. Após fazer cinco cortes dessa extensão, beija as nádegas delas e começa a lambe-lhes os ânus com a língua encharcada de saliva. Erguendo-se, caminha até a entrada da prisão, a 34 m delas, cruza os braços, mantém-se sorridente e recosta-se no portão de 198 m de altura, de Ferro Místico, dirigindo-lhes um olhar de escárnio, deboche e ferino desprezo.


- Nunca os cuzões de vocês foram tão deliciosos, mestrazinhas do caralho... Nunca me dei tão bem chupando dois cuzões suados como os vossos... Que gostosura, que puta gostosura! Por onde vocês correram desde que lhes soltei para que dessem o último passeiozinho de vossas existenciazinhas escrotas? Oh, oh, oh, vocês correram por aqui mesmo, nem saíram da frente deste portão! Oh, oh, oh, como eu sou cruel dando esperanças de salvação para duas condenadas donas de dois gostosos cuzões! Mestrazinhas do caralho, cheguei ao caralho fodido do topo do mundo! Eu sou a puta imperatriz que fode e é fodida deste mundo! Eu sou imperatriz, não sou, mestrazinhas do caralho? Beria? O que é a escrota piranha cabeluda da vossa amiguinha que nem teve a chancezinha de salvá-las desta estupradora retardada torturadora máxima que eu sou? Ela tem uma buceta que impera! Ela tem um cuzão que impera! Um monte de pau na buceta e no cuzão dela imperam! E eu? Eu impero em quê? Eu impero onde? Eu impero onde? Ah, ah, ah, eu, Basemath Horan, impero como atraente puta fodida e fodedora que utiliza muito bem os seus brinquedinhos ruins! Sabem como criei o termo brinquedinhos ruins, mestrazinhas do caralho? Haviam na Espanha dois garotinhos que quando eu tinha seis aninhos de pura psicopatia me comiam quando a minha mamãezinha lá estava! Henrique Suarez e Domaj Garodthnnlann eram amiguinhos, de dez aninhos, bonitinhos, que me comiam muitíssimo, me chupavam muitíssimo, me fodiam, fodiam, fodiam! Henrique era meu arrombador maior e Domaj o meu chupador maior! O que eu fiz com eles? Oh, oh, oh, o que eu, uma puta miserável fodida e fodedora, fiz com eles? Quando eu enjoei de ser comida pelos dois, os atrai para Londres Subterrânea sob o Manto fodidamente enganante da minha mamãe Todosewha e uns trinta sujinhos amantes do caralho meus, um bando de bichas velhas escrotas humanas, sob minhas cruéis ordens, estuprou os dois diante de mim! Como os dois gritaram e não foram ouvidos, gritaram como brinquedinhos ruins que por açoezinhas místicas podem falar! Taí a origem do termo brinquedinhos ruins, mestrazinhas do caralho! Henrique e Domaj tornaram-se minhas bichinhas do caralho preferidas e hoje na Espanha me homenageiam chupando diante de mim um monte de pau espanhol que eu encho de beijos! Aquele bando de bichas velhas escrotas humanas eu tô sempre comendo com o meu pauzão oculto, como eu sou tarada prá caralho!

Estou muito tristinha, mestrazinhas do caralho, porque não vou mais lhes cortar todinhas com vidro, pedras, espadas, adagas, facas, minhas unhas... Estou muito tristinha, mestrazinhas do caralho, porque eu não vou mais lhes estuprar com um pedaço de madeira queimada quente nos rabos do caralho, uma garrafa quebrada lá dentro dos rabos do caralho, meus antebraços todinho enfiados nas suas bucetas, os cabos das minhas espadas nas bucetas todas rasgadas pelos meus chutes... Estou muito tristinha, buá, buá, buá, tô chorando muito, tô chorando, tô chorando, tô chorando! Vocês duas são as culpadas pelos vossos fodidos estados! Oh, vocês duas são as culpadas, mestrazinhas do caralho! Oh, como são tão culpadas! Oh, como são! As duas poderiam agora estar me chupando a buceta tão bem já chupada, mas rebeldes, muito rebeldes, rebeldes prá caralho, desprezaram os meus apelos de discípula agradável, me desprezaram como uma piranha imunda que não serve nem mais para cagar num buraco de esgoto porque suas bostas do cu não saem mais! Buá, buá, buá, tô chorando porque vocês me desprezaram! Buá, buá, buá, tô chorando porque vocês tentaram me derrubar antes da minha cagada de puta vencedora fodida e fodedora tornar-se universal! Com uma guerrinha como aquela, “A Guerra Da Insurreição De Onuj Khar E Gedara Tiron”, eu apenas, peidando, fodendo e cagando, pude me consagrar muito melhor do que antes como campeã de querelas magistralmente foda! Eu, Basemath Horan, sou a mais foda desse planetazinho ultrapovoado do caralho! Sou foda! Sou ultrafoda! Sou fodona! Sou ultrafodona! Fodi tudo que me arranharia a caminhada vitoriosa aqui nas ilhas que eu escolhi como minha casinha toda fodidinha! Oh, oh, oh, como tornei verdadeiramente maravilhosas as ilhas britânicas! Comigo, mestrazinhas do caralho, toda a Criação também vai ficar assim! Não tá lindona Londres com esse aspecto saído das entranhas fodidas do meu gostinho estético? Não tá lindona, mestrazinhas do caralho? Ela nem parece aquela Londres que destruímos durante a nossa batalhazinha que percorreu as minhas ilhazinhas, né? Gostei daquilo, foi bem dramático, dramaticissimo, a nossa batalhazinha do caralho, mestrazinhas do caralho contra discipulazinha do caralho! Mas, eu não sou discípula de vocês! Oh, eu não sou? Não! Foi aquela merda fodida miserável da minha "mãe";, aquele anjinho fodidinho do caralhozinho, a melhor discipulazinha do caralho verdadeira de vocês, quem me deu as duas para me "doutrinarem"! Sabem o que eu aprendi com as duas? Sabem o que eu aprendi? A cagar melhor após um Treinamento Místico!

Já caguei muito nas caras de vocês, lhes mostrei o meu interior através do abismo do meu cu tão lindinho, cu tão sagrado que merece um altar! Amam muito esse meu cu, sabiam, mestrazinhas do caralho? Eu amo o de vocês, assim fodidamente maltratados, deliciosamente maltratados pelo meu belo tratamento estético aprendido arrancando os pêlos de muitos gatinhos com os dentes! Matei gatinhos do caralho com os dentes, estes meus dentinhos putos fodidos que lhes arrancaram os biquinhos dos peitões e pedacinhos das orelhinhas! Vai acabar a nossa relação bem, eu admito que sou bem ligada aos que amo tratar com o respeito que merecem por serem meus opositores que sempre perdem tudo contra mim! Onuj Khar, Gedara Tiron, desafiantes da Governante Imperial Continental e futura Imperatriz Da Criação Basemath Horan! (Acho que tô bem dramática, não tô?) Eu, Basemath Horan, vossa inimiga, vossa torturadora, vossa estupradora, vossa causadora de desgraças amáveis pela desgraçada que eu sou em graça com o que faço, vai lhes matar agora como recompensa final de suas devoções a fim de retirá-las do caminho de sua missão como encarnada! (Será que tenho que ser mais dramática? Sim, tenho que ser mais dramática!) Onuj Khar, Gedara Tiron, eu prezo mortes honradas, mortes bem mortes, mortes onde a apreciada última respiração seja válida para toda emoção final que sente-se, emoção de ver-se fodido com o sangue todo caindo pelos buracos feitos por uma espada, um acidente, qualquer coisa eficiente que mate bem! (Tá ruim isso... Tá muito ruim... Ah, chega, vou concluir essa merda toda ruim de despedida sentimentalista!) Onuj Khar, Gedara Tiron, eu, Basemath Horan, prezo uma morte bem fodidamente bela, fodidamente maravilhosa, fodidamente estupenda, após uma batalha, após uma puta batalha excelente prá caralho! (Agora, um arremate final! Melhorei no final! Tô precisando treinar um pouquinho mais a minha retórica...) Onuj Khar, Gedara Tiron, eu, Basemath Horan, vou igualar nossas posições como mulheres que mutuamente querem se foder no sentido do mau foder!

Basemath estala a todos os dedos de suas mãos, devolvendo, em intervalos de dez segundos entre os estalos, as Evoluções de Onuj e Gedara. Estas, caídas, deitadas com os rostos fixados ao solo, sentem novamente, após trinta anos, as sensações da Espiritualidade em suas Vias Internas Existenciais expandindo-se pelos corpos que novamente podem vibrar conforme os seus Interiores. As duas movem os corpos desfigurados, possuindo a noção de possuí-los, noção há trinta anos esquecida, noção há trinta anos tida como extinta. Os rostos sem expressão alguma, rostos desfigurados, rostos queimados, faces extintas pela crueldade de uma inimiga que excede toda crueldade de todos os cruéis, miram aquela que devem agora, realmente, matar ou extinguir. Onuj e Gedara são novamente Ydrasgkuthas, novamente poderosas, novamente mulheres que...

Onuj e Gedara...

Onuj?

Gedara?

Não se movem...

Não se movem?

Por que?

Por que, Onuj, você não se...

Por que, Gedara, você não se...

Espadas...

Espadas...

Sem gritos...

Dor final...

Dor maior final...

Dor grandiosa final...

Sem gritos, Onuj e Gedara sentem a última dor de seus corpos sendo feridos, a dor maior final, a dor grandiosa final. As estranhas espadas totalmente negras de Basemath, As Negras Irmãs Cruéis, foram por estas cravadas em seus ânus, pelos quais são erguidas a 2,10 m do solo. 89 cm das lâminas negras cravadas em seus corpos a partir dos ânus são movidas, causando mais dor, causando a elevação da dor final, da dor maior final, da dor grandiosa final. Como Ydrasgkuthas elas estão sofrendo a última tortura, a última tortura antecedendo-lhes as mortes, mortes nada honrosas, mortes traiçoeiras. A traidora, a canalha maior da Inglaterra, talvez a maior dos canalhas da Criação, facínora maior, facínora transcendental, Basemath Horan, gargalha dando-lhes a dor final, a dor maior final, a dor grandiosa final, através da última tortura. As gargalhadas animam as sombras, nuvens mais sombrias do que estas encobrem o sol, o qual parece preferir não assistir ao suplício grotesco dado a duas guerreiras de valor que mereciam um final digno. Basemath não é digna, é uma canalha que ama ser uma canalha. Canalha sorridente. Canalha de debochadas loucas gargalhadas. Canalha falante enlouquecidamente.

- Oh, oh, oh! Ai, ai, ai! Ui, ui, ui! Uau, uau, uau! Como dói, caralho! Como dói, caralho! Como dói, caralho! Vocês não gritam, minhas odiosas putas mestrazinhas do caralho? Ah, foi mal, foi mal, foi mal... Eu lhes arranquei as línguas com um arpão e após uma pequena delicadazinha operação retirei-lhes as cordas vocais, não foi? Que peninha, caralho, eu queria tanto ouvir-lhes os gritinhos! E os pensamentos? Ih, esqueci, caralho... Lhes destruí o Mundo Mental, vocês não pensavam mais, apenas reagiam como animais descerebrados! Porra, como eu sou ruinzinha! Caralho, como eu sou malignazinha! Vou contar o meu planinho, um planinho meu de tantos que lhes contei, uma despedidazinha! Eu vou varrer do caralho deste planetazinha do caralho todos os Waleykrishteeans do grupinho fodidinho da Beria! Tem muita criança assim no grupinho fodidinho da Beria pelo mundo! Vou amar, muito bem (argh! Que palavrinha nojentinha do caralho! Que lixo é essa palavrinha!), extinguir crianças, mais do que adultos! Eu adoro fazer crianças vitimadas pelos meus sentimentos de amor sincero em aniquilar toda inocência! Minhas inocentes espadas vão girar, mestrazinhas do caralho! Se sentirem muita dor, podem gritar, por favor?

Gargalhando, Basemath gira as lâminas das espadas, cravando-as cada vez nos corpos de Onuj e Gedara a partir dos ânus. A espada na mão esquerda, cuja lâmina mede 2,14 m, no ânus de Onuj, que mede 1,87 m de estatura, penetra-lhe no corpo causando destruição em todos os órgãos pelos quais passa com a sua espessura de 1,64 m. A espada na mão direita, cuja lâmina mede 2, 18 m, no ânus de Gedara, que mede 1,82 m de estatura, penetra-lhe no corpo causando destruição em todos os órgãos pelos quais passa com a sua espessura de 1,60 m. As dores são silenciosamente sentidas à medida que Basemath, em gargalhadas cada vez mais possantes na loucura que representam, gira com rapidez as lâminas. Lenta morte a de Onuj e Gedara, morte sofrida, morte cruel, morte estúpida, morte que muitos dos prisioneiros de Basemath assim sofrem por parte dela. Também denominada de A Empaladora, ela, feliz, muitíssimo feliz empalando até a morte aquelas que a trataram como a uma filha, suas Madrinhas Espirituais De Batismo E Consagração Materiais, que amavam-lhe como filha, dedica este momento a tal nome que lhe apresenta mais uma face, aterradora grotesca face. As sombras felizes junto com ela fazem o tempo ficar lento, lentidão misticamente provocada pela Todosewha, que por vinte dias prolonga as agonias de Onuj e Gedara, retirando Londres da Realidade Material, abraçando Londres em seu Manto Maior Automanifesto, desconhecido por todos os demais Evoluídos, conhecidos apenas por Basemath. Por vinte dias, empaladas, Basemath gargalhando, Onuj e Gedara sofrem, sofrem lentas, o tempo não corre, o tempo não morre, elas lentamente morrem...

Lentamente empaladas...

Lentamente sendo empaladas...

Onuj morrendo...

Gedara morrendo...

Vinte dias...

Vinte dias de sombras desconhecidas sobre Londres...

Vinte dias de gargalhadas de Basemath...

Vinte dias.

Vinte dias.


21 de janeiro de 3089
11:30 h



As lâminas das espadas transpassam as faces de Onuj e Gedara. Mantendo-as suspensas, as espadas cravadas, Basemath, fora agora do Manto Maior, admira com a mão direita no queixo, olhar de artista admirando sua criação, o que realizou. Palmas! Batem palmas para ela! Palmas! Ela curva-se, dá a língua para aquele que a aplaude e recolhe em seu Espírito Eterno as espadas, fazendo os cadáveres de Onuj e Gedara caírem ao solo. Atrás dela, caminhando sorridente, aproxima-se-lhe o também psicótico Kabal Horan, seu filho.

- Bela escultura, "mãe"! Eu fiz uma assim agora há pouco!

- Não era para você estarem um campo de batalha, meu filhinho escrotinho do caralho, defendendo esta sua mamãezinha escrotinha do caralho?

- Eu tava torturando um monte de mulherzinha em Dublin, "mamãe"!

- E a guerra do caralho na Europa, "filho"?

- Tamo vencendo, tamo vencendo! Aí dentro dessa prisão tem muito cara que eu tô a fim de comer! Depois eu participo de uma batalhazinha, mato um pouquinho, me divirto bem!

- Tu vai se divertir muito, meu filhinho queridinho do caralho... Ela vai te divertir muito... Que gostosa! Que gostosa! Que gostosa!

- Alguma mulher aí dentro que... Ah, não, não é aí dentro que está a mulher que te excita, "mãe"!

- Olha para trás, "filho", olha, olha bem, olha bem...

Kabal vira-se e a 300 m de distância, parada, aguardando-o, encontra-se Obhiara. Ele gargalha, ela continua séria, observando-lhe a ultramusculatura fascinante, analisando-lhe espiritualmente, tecendo uma maneira infalível de derrotar com a sua Visão De Luta Funcional um inimigo que externamente, pelas atitudes distantes de uma maior inteligência, nada diz acerca de si. Basemath, acariciando o pênis colossal do filho e beijando-o lascivamente nos lábios, sorri para Obhiara, que permanece fixa fitando Kabal.

- Ela parece bem apaixonada por você, "filho", deve ter tentado localizá-lo enquanto nossa Negra Mãe encobria Londres e, conseqüentemente as minhas ilhas, protegendo-lhe da fúria apaixonada dessa dançarinazinha do caralho! Que coxas ela tem, ela dança muito bem! Que dama gostosíssima que a Todosewha afastou um pouquinho de você! A Todosewha é foda, protege bem todo Filho Maior dela... Vê se não machuca muito esse pauzão aqui, Kabal, ele é valiosíssimo!

- Tu ainda vai chupá-lo muito, "mamãe"!

- Tô querendo ficá, mas tem um montão de merdinhas do caralho para amedrontar, matar, extinguir... Tô tristinha, "filho"! Olha só, pelo menos não destrua muito a minha cidade queridinha, tá bom?

- A destruída aqui será aquela vagabunda brasileira do caralho, "mãe"!

- Vai na fé, Kabal! Vai na fé, "filho"! Vai na fé, filhinho queridinho do caralho!

Beijando-o com maior lascívia ainda, Basemath despede-se. Antes de teletransportar-se envia um beijo para Obhiara, a qual não se perturba, apenas continuando a olhar para Kabal. Este caminha até ela sorridente, parando a 60 m próximo dela. As sombras rodeiam-nos, sombras exalando, para olfatos mais sensíveis, como os deles, o odor mais forte de sangue que seja possível sentir-se. Os cadáveres de Onuj e Gedara permanecem à frente da prisão, Obhiara e Kabal preparam-se para se enfrentarem na desértica Londres. Obhiara ergue a perna direita dobrada até seu seio direito; ergue seu braço direito esticado para a frente à altura do ombro; perna e braço esquerdos relaxados. Kabal materializa nas mãos sua espada totalmente negra, A Grande Espada Sangrenta Da Todosewha Sem Nome, lâmina de 34 km e cabo de 220 m. Obhiara não conheceu Onuj e Gedara e não importa-se com o que houve com elas, tão cega está em seu ódio por Kabal. Kabal balança sua colossal espada e o seu corpo titânico emite Ondas Espirituais Da Todosewha. Obhiara eleva-se a 160 m do solo, movendo o corpo em uma lenta dança, fazendo as sombras com ela dançarem.

- Você é magnífico contra meninas inocentes e prisioneiros, Kabal, e nunca entrou em uma dança na qual o seu parceiro soubesse todos os passos melhores do que os seus.

- Para mim, mulherzinha do caralho, você é igual a todas aquelas suas sobrinhas que estuprei com esse pauzão que eu juro que vai te corromper do cu até a boca quando eu te foder com a minha Evolução!

- Eu sou igual a elas, Kabal, tenho o sangue delas. Quero ver se o seu sangue é igual ao de todos os seus aliados que vão morrer através de mim. Nenhum homem ainda me tocou, sou uma virgem como aquelas meninas que você estuprou. Quer me tocar, Kabal? Dance primeiro comigo!

- Elas gritaram bem quando acordaram ensangüentadas, como você vai gritar!

- Faça-me gritar, Kabal!




VOCABULÁRIO

Ydrasgkuthas - Grandes
Darzh Todozhewa - Magia Da Escuridão
Waleykrishteeans Keriaunotheds - Potenciais Keriaunotheds (os Keriaunotheds são mestiços entre humanos e Keauriothenianos)
Ajjadfxs - Legiões
Zuladht Anreteniud - Luz Eterna
Darzh Anreteniud - Magia Eterna
Vohuyts - Clãs
Verfdaxs - Mestras
Joadhret - Império



DICIONÁRIO


Beria (Beria Serah) - Imperatriz Keauriotheniana e Governante Imperial Terrestre (inclui-se como sua responsabilidade adjunta a governabilidade do Continente Americano).

Thidan - O Segundo Soberano Maior Keauriotheniano.

Thaiden - O Terceiro Soberano Maior Keauriotheniano.

Grupo Das Quatro - grupo formado por Basemath Horan, Anirak Gnaix (Governante Imperial Continental Asiática), Leonan Nalevan (Governante Imperial Continental Africana) e Rubia Gath VII (Governante Imperial Continental Da Oceania) que se uniram contra Beria, uma Imperatriz não muito popular, não muito querida e não muito amada pelo Império (correspondente, este, a 600.000 Universos). Contestam-lhe o poder e, unidas aos Clãs Maiores Keauriothenianos que são inimigos de Beria, intentam a esta aniquilar e assumir o comando imperial.








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O Terror Inominável. O Horror Inominável. A Loucura Inominável. A Cova Aqui É A Do Puro Pesadelo Das Covas Mais Profundas E Elevadas. Vozes Estranhas Aqui. Sons Estranhos Aqui. Palavras Estranhas Aqui. Estranhas E Inomináveis. Sintam-Se Conduzidos Pelo Carro Inominável Do Terror Inominável. Sintam-Se Conduzidos Pelo Carro Inominável Do Horror Inominável. Sintam-Se Conduzidos Pelo Carro Inominável Da Loucura Inominável.

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