segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

A Fome De Um Eremita Noturno


31 de janeiro de 2009

Centro da cidade do Rio de Janeiro

20:00h



E está inscrito

na Pedra Das Vidas

que o sangue dos cegos

é a relíquia da nossa

sobrevivência total

pelos acessos nossos

às tumbas de nossos

passados e futuros.

Reinamos seguindo

as fortunas das ruas,

as ruas doadoras

dos nossos alimentos

na mesa eleita

para o nosso

Eterno Eremita

Caminhar.”



Lord Nebula, mais do que tudo, sabe que estas palavras ressoam como o nosso cântico de passos pelas ruas, ao mesmo tempo que é um cântico do nosso poder advindo das sombras que podem nos moldar. Geralmente, eu não me lembro de leituras dos livros dos Senhores Do Universo Negro; hoje aqui, caminhando nestas ruas povoadas de elementos que me atraem, ensejo até me lembrar de todos os que li, uma forma de compor uma compreensão deles e minha, nesta fome que me povoa sem relutar... E sem relutar, igualmente, me amparo neste meu arrastar-me por estas ruas, ruas cheias, muito cheias, deliciosamente cheias... Homens... Mulheres... Idosos... Crianças... Humanos... Humanos... Humanos... Humanos, humanos, humanos! O que seria puro se tornou impuro, as chances que o Tempo deu para essa raça imunda em meu redor findaram-se ao dobrar do século novo, este novo século que anunciado era como o de grandes mudanças para eles, mas pode ser o de alguns Retornos e algumas Quedas, que não serão benéficas à Humanidade. Mas, não devo pensar nessas profecias, devo pensar em aplacar esta minha fome, a minha fome... Não saio assim pelas ruas e fico a caminhar tanto sem um objetivo... Hoje, eu estou sem um objetivo... Objetivo engolido... Objetivo digerido... Objetivo pertencente ao vazio que suporta-me nesta fome... Esvaziar-me para não sair por estas ruas rasgando os seios dessas malditas mulheres... Esvaziar-me para não sair por estas ruas arrancando os pulmões desses malditos homens... Esvaziar-me para não sair por estas ruas devorando vivos esses malditos idosos... Esvaziar-me para não sair por estas ruas empalando essas malditas crianças...


Meus poderes poderiam provocar uma avalanche de sensações em um determinado grupo, por exemplo, aqueles que ali estão no McDonalds. Três mulheres, duas crianças e um homem, parece uma família tipicamente medíocre do Brasil; eu poderia seduzi-los, medi-los, caça-los n'alma, tendo-os em minhas mãos, levando-os até um dos casarões abandonados daqui e me alimentando devagar de cada um deles. Não estou disposto a fazer isso hoje, é uma manipulação que exigiria minha já recuperação após uma única alimentação, quero apenas um, quero apenas uma... Mulheres... As mulheres... As minhas melhores fontes, as mulheres... Esses seios delas, balançando enquanto caminham rápidas em direção às suas medíocres casa e famílias, como são medíocres e limitados os seres humanos, como são! Esses seios, os seios de cada uma delas, como aplaco a minha fome arrancando-os... Essas nádegas, as nádegas mais famosas do mundo, como aplaco a minha fome cortando-as com os meus dentes... Essas pernas, as pernas mais torneadas do mundo, como aplaco a minha fome quebrando-as a pisadas... Aquela menina ontem que foi minha milésima segunda alimentação neste século foi uma das que mais imploraram para que eu a assassinasse logo, mas eu quis que ela sofresse mais um pouco com tudo isso que penso em fazer com essas outras que vejo, que saboreio o cheiro de perfume e de suor, que desejo torturar, fazer chorar, fazer implorar, morder até saciar minha fome! Mal parece que me alimentei ontem, eu preciso de mais, eu preciso de uma mulher! Sim, hoje, uma mulher, uma mulher! Eu temo...


Um bordel... Isso aqui é um bordel... Sinto o cheiro do esgoto dele, é um recinto dedicado ao livre comércio das feminis carnes, um covil de Vampiros Astrais que podem me dar algum trabalho... Ou poderiam, se eu fosse de me fazer revelar ao entrar... Odeio prostitutas, elas são como lixo, cheias de Larvas, cheias de vícios, doentes, deprimentes, fedem a homens tão sujos e decadentes como elas! Preciso de uma mulher... Uma mulher... Acima de serem prostitutas, essas criaturas são mulheres, as mulheres que me alimentam mais do que qualquer outra categoria humana... Hoje, não posso escolher, esta fome me persegue a sanidade, enlouquecer está próximo de ocorrer, e eu não posso retornar ao Estado Bestial do qual Anya Bausch retirou-me há noventa e nove anos atrás... Vou entrar aí mesmo, não vou me render novamente à Besta! Merda, que podridão, que cheiro... Ora, Ivanoig, do que você está a reclamar? Você participou das orgias sagradas em Atenas em honra à Afrodite, dos bacanais em Roma, dos... Merda, eu não vou me dar ao relatar de meu histórico diante destes Vampiros Astrais em meu redor, tenho que me concentrar, me fazer invisível, eles não estão me Vendo, eu os Vejo... Vejo que uma das prostitutas está já a subir com um cliente... Desgraçada, está a olhar-me? Desgraçada, está a desejar-me?


- Quanto custa a entrada?

- Você paga na saída, amigo.


O dono deste bordel é um dos muitos vagabundos que se comportam neste mundo através do sustento ganho no manobrar da feminil prostituição. Tipos como esses são a espécie mais baixa de Vampiros, a espécie que eu aprecio exterminar... Não, agora não, agora, uma mulher... Uma mulher... Ambiente até tranquilo neste bar horroroso... Pagode horroroso, porque esses vermes brasileiros gostam desse lixo? Quatro prostitutas, quatro clientes, um barman... Uma prostituta livre, me avistando agora, vou me sentar e aguardar... Não vou ter que aguardar muito, aqui está ela sentada ao meu lado direito...


- Oi.

- Oi.

- Quer dançar?

- Não.

- Quer beber alguma coisa?

- Não.

- Quer ver a minha xereca?


Ela abre o minúsculo bíquini que está usando e me mostra a "xereca"... Interessante, até fico excitado, mas estou perdendo a ereção, é um oferecimento brutal da parte de uma criatura pequena demais para os meus caninos.


- Quer fazer um programa?

- Há outras aqui?

- Não muitas, a maioria faltou hoje.

- Quanto custa o programa?

- R$ 40, oo uma hora.


Para uma prostituta do lixão da cidade do Rio de Janeiro está bem caro. Um centavo seria mais plausível.


- Eu volto outro dia.

- Tudo bem.


Vou embora desta porra! Que merda de... Vou entregar o dinheiro ao dono e sair da...


- Já vai?

- Sim.

- Por que?

- Não gostei daqui, há apenas mulheres feias.


Ele me olha com um tanto de desaprovação, parece que quer brigar. Está vindo uma piranha ali, com um corpo excepcional e uma certa beleza, mas eu não vou voltar, vou entregar logo isso e...


- Ei, já vai, é?

- Já vou.

- Não quer foder não?


Não me... Apertou meu pênis... Toma logo esse dinheiro, seu filho da puta!


- Outro dia.

- Então, tá, mas o meu cu está todo pronto prá você quando voltar!

- É...

- Você é o primeiro cara que vem aqui e diz isso.

- Que as mulheres são feias?

- É.

- Bem, melhor ser sincero do que hipócrita e eu não gosto de enganar as pessoas quando tenho uma opinião e um gosto.

- Gosto é que nem cu, amigo, cada um tem o seu.

- Bem, já vou.


Vou descer logo essa po... "Que cara..." Falando de mim, mas não vou nem ouvir... Os Vampiros daqui estão me percebendo, eles...


- "Cai fora, Irmão, este lugar é nosso!"

- "Calma, Irmãos, já estou saindo!"

- "Quem te enviou? Arabalys?"

- "Sou inimigo Dela, Irmãos."

- "Veio se alimentar de uma das nossas fontes por conta própria?"

- "Vim, mas desisti porque aqui só há mulheres horrorosas, que ficam melhor em vocês que são uma Legião de merdas horrorosas."

- "SAIA!!!"


Tomaram as dores do dono físico daqui... Deixe eu me equilibrar senão... Senão... Caio! O poste! Devo... Ah, não cai, este poste me amparou e ninguém percebeu! Às vezes me envolvo nessas furadas, sempre, às vezes; normalmente, eu furo os furados humanos natimortos em todo corpo deles. Deixe-me dar uma arrumada em minha roupa... Vamos lá, Ivanoig, mais caçada, mais... Aquele cinema erótico ali do outro lado tem umas prostitutas que já vi, outro dia, serem bonitas, interessantes, considerando o lixo que são. Já entrei ali, em uma celebração que esses humanos adoram, uma festa regada a álcool, sexo em público, drogas... E fui atacado, não me esqueço disso... A turma dali é igual a do bordel que sai agora, um bando de seres que se acham importantes demais apenas porque residem em moradas que os alimentam diariamente, sem a necessidade de possuirem um corpo físico. Esses Vampiros Astrais são tão lixo quanto as prostitutas e os homens que as procuram, nada me oferecem, nada me fazem, nada me dão. Vou caminhar mais, preciso de uma mulher, uma prostituta, conquistar com esta fome o que os humanos chamam de "mulher honesta" não será fácil e eu posso falhar, estou fraco, uma oferecida em troca de dinheiro vai me alimentar... Ruas deprimentes, quanto mais caminho, mais elas me rondam com o seu lixo psíquico, bem parecido com aquele lixo psíquico lá do bordel... Esses humanos não aprenderam e os Vampiros Astrais pelas ruas também não, são uma Egrégora única de montes de lixo existenciais, desconhecem O Código De AODR mesmo nas formas sutis que este foi decodificado em forma de Arte e Literatura (o que a merda da Humanidade tem de melhor) nos tempos passados da Terra. Unem-se a eles os Exus, as Pombagiras... Exu Tranca-Ruas... Exu Das Sete Encruzilhadas... Zé Pelintra... Maria Padilha Da Estrada... Maria Mulambo... Maria Navalha... Marie Padie, há quanto tempo não troco energias com Ela... Não, não dá agora para pensar Nela, quero uma humana, quero uma prostituta, uma como aquela ali de seios volumosos, carnudos, me chamando... Seios pujantes... Parecem com os das italianas que matei no século passado, ela deve ser descendente de italianas... Não me percebeu, está a conversar com outra vagabunda de um real como ela e aquela feiosa lá do bordel. Ela também é uma mulher feia... Mas, todas as prostitutas, melhor dizendo, me corrigindo, não são bonitas, são horrorosas! Mesmo algumas possuindo atrativos físicos invejáveis, são horrorosas, em Espírito, em Alma, porque antinaturalmente se dão ao exercício carnal, que, conforme os Altos Vampiros repassam a todos os Natos, não deve ser pago! Não vou me aproximar desta prostituta, mesmo com os seios dela me chamando! Preciso de uma prostituta, no entanto... Preciso de uma prostituta, vou ter que contrariar os ditames dos Altos Vampiros ao menos uma vez nesta minha eremita Existência...


Essas ruas vazias... Catadores de lixo... Bêbados... Drogados... Mendigos... Boêmios de todos os tipos... E as prostitutas... Estou rondando em círculos, em círculos... Não costumo fazer isso, sinto que estou seduzido pela minha própria fome, seduzido para perder-me e atacar uma das "mulheres honestas" que estão sozinhas no caminho para suas casas... Devo me segurar... Devo me equilibrar... Adormeças, Besta... Adormeças, Besta... Adormeças, Besta... Adormeças... Desapareças, Besta... Desapareças, Besta... Desapareças, Besta... Desapareças... NÃO, ESTOU DANDO VOLTAS E MAIS VOLTAS, RETORNO NOVAMENTE AO PONTO DA PROSTITUTA DE SEIOS GRANDES QUE ME ATRAIU!!! Não, tenho que ir para casa, tenho que sair daqui, para casa, para casa... Chega desta inútil busca, tenho a fome ainda, mas em casa vou adormecer, vou chamar Anya, ela deve me conceder alguns momentos aliviantes em seus braços... Minha casa, dentro da minha casa... A fome... A fome... A fome... A fome... A fome... Uma mulher ali... Vou atacá-la! Não, Besta, não! Adormeças, Besta! Adormeças, Besta! Adormeças, Besta! Adormeças! Despareças, Besta! Desapareças, Besta! Desapareças, Besta! Despareças! Pelos Negros Senhores Da Criação, esta fome, esta fome, não está a diminuir, não está! Tenho que chegar em casa! Tenho que chegar em casa, minha casa! Atacar, não, não mais A Besta, não mais A Besta! Não mais, não mais, não mais!


Ah, cheguei na Central, vou pegar o trem, e... Um cheiro adiante, ali, do outro lado, tenho que ir lá... Eu tenho que ter uma prostituta hoje, não conseguirei conquistar uma das "honestas", estou fraco, estou sem a disposição energética necessária para isso agora! Há ali atrás, atrás desta estação de trem, um camelódromo e ruas cheias de prostitutas... Porra, vou parar de ficar pensando, divagando, tenho que caçar! Isso está perturbante, esta fome, devo aplacá-la! Devo... Garota deliciosa essa aqui trabalhando como camelô... Ela me percebeu, mas finge que não percebe meu olhar... Uma criança quase mulher, energia pequena, virgem, inútil para aplacar minha fome... Esse camelódromo fedorento... Humanos fracassados, perdedores, perdidos... E... E... Aquela prostituta ali, toda de branco, cor da "pureza" no entendimento das merdas humanas impuras, é interessante energeticamente... Vou atrás dela, minha fome está ordenando, eu estou ordenando à minha fome! Ela fala com alguns homens, frequentes clientes... Vou andar mais devagar, ela parece que... Saiu, vou atrás... Rebola, magra, vai atravessar a rua... Entrou ali, outro bordel... OUTRO BORDEL!!! Vou entrar ali... Vou ter que entrar ali... Essa velha prostituta está...


- Oi.

- Oi.


Me deixa passar, desgraçada! Eu quero aquela! Aquela! Essa escada, esses Vampiros, esses...


- Olá, amigo.

- Posso entrar?

- Entra, fique à vontade!


Outro dono de bordel, mais um... Eu quero ela, aquela! Vou pagar e...


- Quanto custa a entrada?

- Dez reais uma hora.


Eu desisto! Não, pagar não, PAGAR NÃO! Vou para as ruas novamente, vou para as ruas, esquecer daquela maldita prostituta de branco que me alimentaria... Fome... Minha fome... Minha maldita fome... Deve ter mais por ali, naquela rua, mais prostitutas, mais bordéis, mais... É uma área residencial, onde os ratos humanos mais imundos se amontoam uns acima dos outros, respirando o mesmo ar fedido e tendo o mesmo odor de larvas do esgoto. Esta decadência toda me atrai de muitas maneiras, são tipos extremamente desprezíveis e, por isso mesmo, tão abaixo da minha visão predatória que eu poderia esmagar todos de uma vez só com os meus punhos. Aqui se parece muito com as galerias de Paris e os campos de concentração na Alemanha onde me diverti... Botecos cheirando a suor, cerveja, mijo, fezes... Crianças nascidas para serem fracassos existenciais como os pais chorando... Mulheres de roupas curtas, vulgares, energeticamente simples, descartáveis... Homens gordos, magros, ridículos, ressentidos, depravados, revoltados, acomodados... Humano lixo, o humano lixo! Casa, para minha casa! Chega desse povo brasileiro miserável, desgraçado, tolo, arrombadamente fadado a ser um povo arrombado n'alma! Ah, piranha, não me olha! Ah, piranha, me esqueça! Eu quero atravessar a rua e não fodê-la! Quero matá-la, isso sim, derramando seu sangue entre meus dentes, mas isso seria uma perda de tempo, seu sangue é uma pura merda, você está com AIDS, assim como suas amigas aqui, aquela prostituta de branco, aquelas prostitutas no outro bordel no qual entrei, todas as prostitutas são aidéticas miseráveis no corpo e n'alma! Esta fome não merece mesmos ser saciada com uma prostituta, nem com uma "honesta", hoje... O trem, a viagem, vai me acalmar, vou sentado, vou sentado, desligando-me dos que estiverem a meu lado, relacionando-me com a calmaria do correr dele, meditando, exercendo meu domínio sobre A Besta... Adormeças, Besta... Adormeças, Besta... Adormeças, Besta... Adormeças... Despareças, Besta... Despareças, Besta... Desapareças, Besta... Desapareças...


Isso é triste, um Vampiro pobre como eu. Sai da Bestialidade e não ganhei riqueza alguma dos Negros Senhores, Anya é quem me sustenta para que eu não retorne aos tempos bestiais do meu Existir. Isso aqui é... Vou pagar a passagem, pegar o trem, ir para casa, melhor será me aconchegar nos braços de Anya... A volta para casa no trem, no metrô, muitas pessoas, muitas mulheres... Tirando sarro com muitas já me diverti e me alimentei bastante, esses veículos eu prefiro por causa dessa possibilidades de contatos físicos que me alimentam. Vou entrar logo no vagão, aqui, neste aqui mesmo. Ainda bem que está vazio agora, não quero absorver energias neste meu lastimável estado, esta fome tem que esperar um pouco até que eu chegue em casa... Até que... Bela mulher "honesta" aqui à minha esquerda... Sentou bem perto, o namorado está do outro lado... Pele de cheiro bom, sedosa, suor mesmo, suor de fêmea oferecida ao seu amor, aquele e não este que está aqui com ela... É uma... Outra aqui à minha esquerda... Seios grandes, quadris grandes, farta, gostosa, como os brasileiros dizem... Cheira forte, um cheiro dos mais atraentes, perfume de fêmea agreste de força primordial... Duas mulheres... Duas fontes... Lado a lado... "Honestas", não-prostitutas... Diferentes, e, por isso mesmo, atraentes... Vou me alimentar de duas ao mesmo tempo, nunca fiz isso aqui no trem e nem no metrô! Duas! Duas para aplacarem a minha fome! Duas! Duas! Já está partindo o trem... Estas duas vão me alimentar, nem sei porque perdi tempo procurando prostitutas, as "honestas" também são refeições, melhores e mais aperfeiçoadas, do que aquelas. Sempre que me alimento a partir de contatos físicos as mulheres morrem após nove horas, o sangue delas seca com lentidão, o prana todo eu sugo, nada dele fica nelas, e ele não é recuperado. Nenhuma percebe e eu vou continuando a fazer isso, já matei trinta e seis delas assim, delicioso alimentar... Estas duas também vão morrer... Eu quero matá-las... Sutilmente, matá-las... Vacas, me alimentem... Cadelas, me alimentam... Malditas, me alimentem... Miseráveis, me alimentem... Alimentem... Acordes, Besta! Alimentem... Acordes, Besta! Alimentem... Acordes, Besta! Alimentem... Acordes! Alimentem... Surjas, Besta! Alimentem... Surjas, Besta! Alimentem... Surjas, Besta! Alimentem... Surjas!



01 de fevereiro de 2009

Notícia de primeira página do Jornal O Globo


QUARENTA E CINCO PESSOAS MORTAS EM UM ATAQUE DE PSICOPATA EM VAGÃO DE TREM DA CENTRAL DO BRASIL



"Dos porões ovimos

os urros dos Bestiais,

nossos Irmãos que devem

receber nosso amparo,

sendo importante

que poucos possam ser

escolhidos para

parte de nosso séquito

de Natos.

Poucos destes devem

ser guiados

por um Nato,

mesmo sendo Transformados.

Todos eles devem

obediência

aos Negros Senhores

Do Universo Negro,

jamais sendo exterminados

sem o consentimento Destes.

E,

quando recuperados

de sua Bestialidade,

jamais devem dar conta

da Existência Vampírica

aos humanos olhos."



Escrevestes isto bem, Lord Nebula... E o preço dos ex-Bestiais que retornam ao seu passado bestial é a Aniquilação... Saciei... Saciei a minha fome... E esta Espada Espiritual cravada em meu Ser... Vai Aniquilar-Me...


- Não me... arrependo... Anya...

- Eu sei, Ivanoig. Nem eu ao Aniquilar-Te.



Inominável Ser

ESFOMEADO








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O Terror Inominável. O Horror Inominável. A Loucura Inominável. A Cova Aqui É A Do Puro Pesadelo Das Covas Mais Profundas E Elevadas. Vozes Estranhas Aqui. Sons Estranhos Aqui. Palavras Estranhas Aqui. Estranhas E Inomináveis. Sintam-Se Conduzidos Pelo Carro Inominável Do Terror Inominável. Sintam-Se Conduzidos Pelo Carro Inominável Do Horror Inominável. Sintam-Se Conduzidos Pelo Carro Inominável Da Loucura Inominável.

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