domingo, 14 de junho de 2009

O Gênio Que Ambicionava O Conhecimento Absoluto Do Bem E Do Mal


Ah! Como a esta vista todos os meus sentidos estremeceram! Sinto a juvenil e santa volúpia da vida ferver nos meus nervos e nas minhas veias. Será um Deus aquele que traçou este signo que acalma a vertigem de minh'alma, enche de alegria meu pobre coração, e, numa impulsão misteriosa, desvenda ao redor de mim as forças da natureza? Sou um Deus? Tudo se torna tão claro para mim; vejo, nestes simples traços, a natureza ativa se revelar à minh'alma. Agora, pela primeira vez, reconheço a verdade desta palavra, do sábio: - O mundo dos espíritos não está fechado! Teu sentido está obtuso, teu coração está morto. Levanta-te! Banha, ó adepto da ciência, o teu peito, ainda envolto de um véu terrestre, nos esplendores do dia nascente!”



Ah, Goethe, quisera as palavras saídas dos lábios de teu Fausto reconhecessem naquela madrugada de 14 de junho de 2005 as poderosas formas de indagações da alma de um gênio, estes gênios que os mundos reconhecem quando encarnados, gênios que o vulgo ignora por ser uma exímia povoação de mentais retardados... O Tempo fez uma parada genuína naquela madrugada, não havia a passagem temporal como a conhecida pela grossa parte da Humanidade, apenas as finíssimas humanas partes jaziam no tempero das refeições temporais a rondarem aquele gênio, Goethe, que Ousou olhar naquele Abismo que conhecemos tão bem e foi atraído, como nós, pelas Belezas Abismais... Mas, Goethe, Cipriano Leão dos Anjos não devorou A Esfinge, não foi Um com O Dragão, não abraçou A Serpente... Cipriano Leão dos Anjos, Goethe, foi mais um dos que entre os vulgares seres da Humanidade ambicionou Conhecer O Grande Terror... E o que é O Grande Terror além do Conhecimento Absoluto Do Bem, Goethe? E o que é O Grande Terror além do Conhecimento Absoluto Do Mal, Goethe? O Que É O Grande Terror, Junto Ao Grande Horror, Que Vem A Povoar E A Provocar O Conhecimento Absoluto Do Bem E Do Mal, Goethe?


Goelas secas estão as vossas, gênios leitores, não-gênios leitores... Cipriano fez uma Caminhada humana digna dos Grandes Gênios Da Humanidade, estava na flor da humana idade, aos vinte e cinco anos possuía uma conta no Citibank no valor de dois bilhões de dólares, era o criador de uma multinacional do ramo da Informática que caminhava para o domínio total, mundial, deste mesmo ramo do Conhecimento Humano. Como todo gênio, Cipriano iniciou as suas proezas bem cedo, aos três anos já falava trinta idiomas, aos dez anos formou-se em Ciência Da Computação, aos quinze anos já tinha Pós-Doutorado em Ciência Da Computação, aos dezoito anos chegou ao seu primeiro milhão, aos vinte anos chegou ao seu primeiro bilhão, aos vinte e cinco anos era um dos homens mais ricos do mundo de então. Não era senhor de imensa beleza física, era o que a massa ignorante estúpida e imbecil da nossa Humanidade denomina jocosamente de “nerd”; mesmo assim, mesmo não tendo a beleza do Brad Pitt, mesmo não tendo o charme do José Mayer, mesmo não tendo o corpo do Tom Welling, mesmo não tendo a estatura do Michael Jordan, Cipriano atraia as mais belas mulheres que amavam muito as cifras e notas que o mesmo armazenava no Citibank. Gênio, Cipriano sabia que tais cadelas imundas interesseiras apenas pelo seu dinheiro se interessavam, apenas pelo dinheiro se interessavam; e ele, gênios leitores, não-gênios leitores, se interessava por alguma delas? Pode-se concluir que não, não gostava de nenhuma, apenas as colecionava como troféus, como as peças do antigo jogo do macho, que é o jogo no qual para ser realmente um macho a opção do grande poder de foder com uma mulher tem que entrar no esquema. Cipriano, sim, era um canalha, um cafajeste, um cínico, disfarçadamente, atrás de óculos de altíssimo grau; em todos os sentidos ele era assim, em todos os caminhos de sua existência e convívio social ele sempre fora assim. Ele pisou em muitos até chegar onde chegou; ele humilhou muitos até chegar onde chegou; ele enganou muitos até chegar onde chegou; ele ousou, como Satan, sentir-se e afirmar-se acima de todos os seres humanos como Superior e naquela madrugada se encontrava tão inferior como todos nós somos, gênios leitores, não-gênios leitores.


Frio intenso, mente fria, ele encontrava-se debruçado sobre o cadáver de uma das cadelas que colecionava, uma modelo internacional de renome, Clara Buckmann Scherr, em sua mansão em Brasília, perto do falido poder que reinava na cidade e no país à época de Fernando Henrique Cardoso. Na sua sala de trabalhos, um laboratório imenso que cobria toda a parte superior de sua mansão contendo os artefatos eletrônicos mais avançados, Cipriano manipulava as vísceras de Clara, que teve o estômago aberto com um bisturi após ser assassinada a chutes na cabeça na mesma sala. Cipriano se envolveu com muitas coisas além da Informática e o academicismo torto e insosso dos nossos contemporâneos dias; Cipriano foi além, estudou Ocultismo, Magia, tornou-se Thelemita, membro da OTO, membro da ONA, membro da Church Of Satan, membro de mais cento e quarenta Ordens, algumas secretas, outras conhecidas, tanto do Caminho Da Mão Esquerda quanto do Caminho Da Mão Direita. A sua sede de Conhecimento ordenava-lhe Saber Mais, Saber Sempre Mais, Saber Absolutamente Mais! Ele vasculhou O Abismo, Aquele Abismo, Abismo que todo Iniciado deve vasculhar; foi capaz de arrancar de dentro de si todas as Esferas Contrárias e todas as Esferas A Favor; Rompeu Com As Luzes E As Trevas E Foi Luzes E Trevas; Tocou Nas Fontes; Encantou As Pedras; Calçou Os Chinelos; Recuperou O Útero; Viu O Inferno; Seduziu O Céu; Acasalou Com O Véu; Dançou Com O Espelho; Amou O Breu; Afugentou O Réu; Guardou O Fel; Experimentou O Mel... Cipriano Tudo e O Todo e O Nada Colheu, mas, como dito antes, ele não devorou A Esfinge, não foi Um com O Dragão, não abraçou A Serpente. Cipriano ambicionou Ser a própria Esfinge, no entanto, A Esfinge tem que ser devorada... Cipriano ambicionou tomar O Poder Do Dragão, mas O Poder Do Dragão não pode ser tomado, tem que ser ao Espírito assimilado... Cipriano ambicionou tomar O Trono Da Serpente, mas A Serpente tem que imperar junto conosco em nosso Império e não ser subjugada... E, assim, o Gênio Cipriano, O Grande Gênio Cipriano, temido e odiado, mais sábio do que todos os sábios que já Ousaram nesta Humanidade, Conhecedor Dos Mistérios Da Criação até mais do que os mais altos Adeptos de toda a Criação, não sentindo O Grande Desejo de se tornar Um com O Um, seguiu em sua ambição de ser Um para si mesmo, fora do Natural, fora do Anti-Natural, fora do Todo, fora do Nada.


Isto é O Conhecimento Absoluto. O Conhecimento Absoluto Do Bem. O Conhecimento Absoluto Do Mal. O Conhecimento Absoluto Do Bem E Do Mal. O Mais Puro Terror. O Mais Puro Horror. E o que as vísceras de uma mulher assassinada com chutes na cabeça tem a dizer para tal Buscador Do Absoluto Que Aterroriza E Horroriza Da Maneira Mais Pura?



- Nada tu encontrarás aí.

- Não, não vou mesmo encontrar...

- Por que a matou?

- Poder.

- Que Poder?

- O de ter controle sobre vidas inúteis.

- Como condenar alguém assim na sua opinião a uma morte tão horrível como a destes?

- Queria conhecer o prazer de matar alguém e não sinto nenhum prazer. Não há sentido em retirar uma vida, mesmo uma tão inútil quanto a dela.

- E o que Conheceu?

- Nada.

- Tu a matastes e nada Conhecestes do que fizestes?

- Nada.

- O que procuras agora?

- Nestas vísceras, tenho que encontrar uma resposta para o que me falta tão perto que estou do Absoluto. Deve ter alguma coisa aqui, onde os humanos acumulam suas alimentações afirmadas e negadas que me diga porque não cheguei ainda ao Pleno Absoluto.

- A leitura das vísceras da mulher que tu assassinastes nada irá te dizer, Cipriano Leão dos Anjos.

- Sei que nada vai me dizer, mas eu tenho que mesmo assim ler.

- Tu jogas.

- Não, eu guerreio.

- Tu não és um guerreiro.

- Sim, Eu Sou Guerreiro, tão Guerreiro que não vou me submeter à Unidade, eu vou me tornar Um para mim mesmo.

- Tolo, mesmo assim, tu ainda serás humano.

- Arrisco ser ainda humano, melhor do que viver atado ao simples humano. Meus passos dentro do humano alcançarão os objetivos que eu quero e a Unidade que eu pretendo Ser estará sendo galgada pouco a pouco dentro do humano.

- Através do crime?

- O Verdadeiro Crime É Simplesmente Ser Humano. Assassinatos são formas de Arte, e muito da Arte age sem que provoque sentimentos ou emoções. Ao matar esta mulher, a cada chute que desferi na cabeça desta mulher, eu não sentia, eu não me emocionava, eu experimentava um tipo de Arte única, uma Arte ignorada, uma Arte negada. Para que eu seja uma Unidade, tenho que experimentar todos os tipos de Arte criadas e cridas por esta Humanidade. Assassinar alguém e algo era meu último passo em direção ao Absoluto, mas Este ainda me escapa... Por que me escapa? Por que?

- Ouses Saber por ti mesmo a resposta.

- Não, eu lhe pergunto isto!

- Não, tu não podes me perguntar isto, tu deverias Saber disto.

- Conte-me, o que falta? O que falta para que eu me encaminhe diretamente para O Absoluto, o meu Absoluto e o de mais ninguém? Quantas Esferas, ainda, tenho que queimar? Quantos Selfs, ainda, tenho que cremar? Quantos limites, ainda, tenho que ultrapassar? Quantas vastidões dos maiores e piores crimes humanos tenho, ainda, que realizar? Quantas investidas caridosas e amparadoras de seres apequenados, ainda, tenho que realizar?

- Tu experimentastes Tudo e Nada, Cipriano Leão dos Anjos, e não Sabes uma Única Resposta? O que as vísceras da mulher que tu assassinastes lhe dizem?

- Nada...

- O que tu Sabes te diz?

- Nada...

- O que tu Vistes te diz?

- Nada...

- O que tu Erguestes te diz?

- Nada...

- O que tu Absorvestes te diz?

- Nada...

- O que tu És te diz?

- Nada...

- O que tu Fostes te diz?

- Nada...

- O que tu Serás te diz?

- Nada...

- O que tu Ainda Estás Sendo te diz?

- Nada...

- O que tu Empunhas te diz?

- Nada...

- O que tu Largastes te diz?

- Nada...

- O que tu Envolves te diz?

- Nada...

- O que tu Abres te diz?

- Nada...

- O que tu Plantas te diz?

- Nada...

- O que tu Fazes Crescer te diz?

- Nada...

- O que tu Colhes te diz?

- Nada...

- O que tu Regas te diz?

- Nada...

- O que tu Cavas te diz?

- Nada...

- O que tu Enterras te diz?

- Nada...

- O que tu Encaras te diz?

- Nada...

- O que tu Combates te diz?

- Nada...

- O que tu Vences te diz?

- Nada...

- O que tu Compras te diz?

- Nada...

- O que tu Vendes te diz?

- Nada...

- O que tu Crias te diz?

- Nada...

- O que tu Recrias te diz?

- Nada...

- O que tu Amplias te diz?

- Nada...

- O que tu Encurtas te diz?

- Nada...

- O que tu Roubas te diz?

- Nada...

- O que tu Inspiras te diz?

- Nada...

- O que tu Aspiras te diz?

- Nada...

- O que tu Respiras te diz?

- Nada...

- O que tu Sorves te diz?

- Nada...

- O que tu Vomitas te diz?

- Nada...

- O que tu Alimentas te diz?

- Nada...

- O que tu Aumentas te diz?

- Nada...

- O que tu Diminuis te diz?

- Nada...

- O que tu Feres te diz?

- Nada...

- O que tu Deformas te diz?

- Nada...

- O que tu Assassinas te diz?

- Nada...

- O que tu Assassinastes te diz?

- Nada...

- Então, Nada, como quereis Ser Unidade Em Ti Mesmo?

- É isso que eu quero Conhecer... Compreender... Assimilar... Ter!

- Tu fostes longe e perto estás não do Conhecimento Absoluto Do Bem E Do Mal, mas da porta do hospício mais próximo daqui de vossa morada.

- Experimentar a loucura sempre fez parte de mim e de todos desta Humanidade. Tudo é uma loucura, sempre foi, disfarçada com o socialmente aceito nome de sanidade. Construiu-se tudo através da Grande Loucura, Enlouquecimento Da Matéria, Enlouquecimento Do Espiritual, Decifraram O Verbo, Loucura, A Pura Loucura, Afinal! Olho para estas vísceras e Vejo O Louco para lá, para lá, aqui, ali, em lugar nenhum... Este cadáver não me diz mais nada... Esta mulher não me dizia nada... Olho para este corpo e olho para o meu corpo, nada me é dito... Ao assassinar esta mulher, Assassinei A Mãe Do Mundo, e pensei que Renascendo assim, eu poderia, enfim, adentrar finalmente no Absoluto... Meu Ato Mágico, grande falha, Absoluta Falha... Por que não se tornou um Absoluto Acerto?

- Por que eu devo Saber a resposta?

- Tu me deves muito...

- O que?

- Sim, Tu viestes até mim, Tu me destes isto aqui, estas vísceras são para Ti!

- Nego-te.

- Como?

- Nego-te.

- Não!

- Nego-te.

- Eu preciso que me dê uma resposta!

- Nego-te.

- Eu quero que me dê uma resposta!

- Nego-te.

- Eu aguardo uma resposta Vossa!

- Nego-te.

- Por favor, quero a Vossa resposta!

- Nego-te.

- Por favor!

- Nego-te.

- Por favor!

- Nego-te.

- Por favor!

- Nego-te!

- Tua Resposta!

- Nego-te!

- Aqui, agora, dê-me Tua Resposta!

- Nego-te!

- Não...

- Nego-te!

- Não...

- Nego-te!

- Não...

- Nego-te!

- Não me negues, não me renegues, não me...

- Nego-te! Renego-te!

- Não, eu...

- Nego-te! Renego-te!

- Preciso do Absoluto!

- Nego-te! Renego-te!

- Preciso Conhecer o sentido da minha falha, o sentido desta trava!

- Nego-te! Renego-te!

- Dê-me A Resposta, eu imploro!

- Nego-te! Renego-te!

- Eu imploro comendo estas vísceras!

- Nego-te! Renego-te!

- Eu imploro sorvendo o sangue desta mulher assassinada!

- Nego-te! Renego-te!

- Eu imploro comendo a carne desta mulher assassinada!

- Nego-te! Renego-te!

- Eu imploro devorando tudo que está dentro desta mulher assassinada!

- Nego-te! Renego-te!

- EU IMPLORO, IMPLORO, IMPLORO, IMPLORO, IMPLORO!!!

- NEGO-TE!!! RENEGO-TE!!!

- EU IMPLORO, IMPLORO, IMPLORO, IMPLORO, IMPLORO!!!

- NEGO-TE!!! RENEGO-TE!!!

- EU IMPLORO, IMPLORO, IMPLORO, IMPLORO, IMPLORO!!!

- NEGO-TE!!! RENEGO-TE!!!



Naquela madrugada, Cipriano Leão dos Anjos foi Negado, Renegado, por um Tempo que não se calcula nos Livros Corretos, nos Livros Errados. Os jornais da época disseram que ele foi encontrado em sua sala de trabalhos repetindo aos gritos “EU IMPLORO, IMPLORO, IMPLORO, IMPLORO, IMPLORO!!!” e mastigando de maneira rápida e nervosa os ossos da modelo internacionalmente reconhecida Clara Buckmann Scherr. A Polícia foi chamada, mas consideraram melhor chamar a ambulância do sanatório mais próximo à residência dele, retirando-o da mansão em uma camisa-de-força. No dia seguinte ao aprisionamento dele no Manicômio Presidiário de Brasília, as ações de sua multinacional despencaram vertiginosamente e em uma semana a mesma faliu, pois todos os sócios e investidores pelo mundo afastaram-se da mesma receosos de estarem relacionados com um canibal enlouquecido a repetir em sua cela aos gritos “EU IMPLORO, IMPLORO, IMPLORO, IMPLORO, IMPLORO!!!”.


Ainda hoje, Cipriano Leão dos Anjos continua a repetir em sua cela isolada de todas as outras, em uma camisa-de-força, no Manicômio Presidiário de Brasília, a mesma frase aos gritos: “EU IMPLORO, IMPLORO, IMPLORO, IMPLORO, IMPLORO!!!”. Mal sabe ele que A Resposta esteve diante dele durante todo o tempo naquela madrugada de 14 de junho de 2005 através do Visitante Desconhecido que em todas as madrugadas de sua existência, e ainda hoje, visita-lhe. Aquele Visitante Desconhecido era O Conhecimento, O Puro Conhecimento, que diante dele se mostrava Em Verdade, Em Absoluto, desde seu renascimento neste mundo. E Cipriano Leão dos Anjos, que esteve o tempo todo diante do Absoluto, do Todo e do Nada, não O Reconheceu, não O Abraçou, não foi Um Em Si Mesmo a partir do Si Mesmo Dele. Mas, assim devia Ser, pois Saber De Tudo É Nada Saber, Ser Absoluto É Nada Ser, Ser Um É Nada Ser.


Conhecer Absolutamente O Bem É Conhecer Absolutamente O Terror De Nada Mais Conhecer.


Conhecer Absolutamente O Mal É Conhecer Absolutamente O Horror De Nada Mais Conhecer.


Conhecer Absolutamente O Bem E O Mal É Conhecer Absolutamente O Terror E O Horror De Nada Mais Conhecer.


Cipriano Leão dos Anjos É Absoluto.


Cipriano Leão dos Anjos A Tudo Conhece.


Cipriano Leão dos Anjos A Nada Conhece.


Cipriano Leão dos Anjos É Um Em Si Mesmo.


Porém, Ser Um É A Mais Pura Loucura Porque Do Um Não Há Nenhuma Saída.


O Mais Puro Terror É Tudo E Nada Conhecer Ao Mesmo Tempo.


O Mais Puro Horror É Tudo E Nada Conhecer Ao Mesmo Tempo.


Este É O Terror E O Horror Mais Puros No Todo E No Nada.


Ambicionar Tal Conhecimento É Enlouquecer Aprisionado Na Eterna Morada Da Loucura Automanifestada.



Inominável Ser

AINDA

CONHECENDO








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Prosa De Um Coveiro Inominável

O Terror Inominável. O Horror Inominável. A Loucura Inominável. A Cova Aqui É A Do Puro Pesadelo Das Covas Mais Profundas E Elevadas. Vozes Estranhas Aqui. Sons Estranhos Aqui. Palavras Estranhas Aqui. Estranhas E Inomináveis. Sintam-Se Conduzidos Pelo Carro Inominável Do Terror Inominável. Sintam-Se Conduzidos Pelo Carro Inominável Do Horror Inominável. Sintam-Se Conduzidos Pelo Carro Inominável Da Loucura Inominável.

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