domingo, 12 de julho de 2009

Maldita - Homem Com O Rosto Cortado





Nós fomos chamados para detetizar a casa, mas o solo está amaldiçoado
Meu corpo esta dançando
Minha face esta mudando
eu era um verme, apenas um verme tentei disfarçar mas estava em
Minha pele
Estão crescendo,
está respirando
E as crianças vão cantando e elas pensam o que eu penso
Somos todo o mal aqui dentro

Janelas do mundo externo
Criam nosso próprio inferno
O que parece estar tão longe
esta tão perto

Sou o vingador, mato com amor, conserto a sua dor
Sou o homem com o rosto cortado

Eu vou cortar os pulsos
Eles não aceitam mais os seus insultos
E o meu corpo esta cortado, sangue, sangue está escorrendo
E os demônios e as crianças e os cachorros passam correndo
Antes era o antídoto... É o própio veneno
É o próprio veneno...

Janelas do mundo externo
Criam nosso próprio inferno
O que parece estar tão longe
E está tão perto

Sou o vingador, mato com amor, conserto a sua dor
Sou o homem com o rosto cortado
O homem com o rosto cortado.






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Prosa De Um Coveiro Inominável

O Terror Inominável. O Horror Inominável. A Loucura Inominável. A Cova Aqui É A Do Puro Pesadelo Das Covas Mais Profundas E Elevadas. Vozes Estranhas Aqui. Sons Estranhos Aqui. Palavras Estranhas Aqui. Estranhas E Inomináveis. Sintam-Se Conduzidos Pelo Carro Inominável Do Terror Inominável. Sintam-Se Conduzidos Pelo Carro Inominável Do Horror Inominável. Sintam-Se Conduzidos Pelo Carro Inominável Da Loucura Inominável.

O Coveiro Inominável

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