domingo, 16 de agosto de 2009

Slayer - Bloodline




Composição: Jeff Hanneman / Kerry King

Eternal the kiss I breathe
Syphon your blood to me
Feel my wounds of your God
Forever reign immortality
I smell of death, I reek of hate
I will live forever
Lost child, pain of death
Bleeding screams of silence
In my veins your eternity

I'll kill you and your dreams tonight
Begin new life
Bleed your death upon me
Let your Bloodline feed my youth

First breath 'fore I come alive
Learn to kill
Blood thirst the ways you feed your hunger
Dark shy has no rival test your faith in blood
Nightime as hunting packs of feeding frenzy

I'll kill you and your dreams tonight
Begin new life
Bleed your death upon me
Let your Bloodline feed my youth

I am the first after last
Commune by a single kiss
Betray eternally I'll rip inside your soul
Contaminating the world
Deviding Godless sun
Black art to face your death
There will be a hit for me
King Take the flesh of life itself
Prepare to reign a thousand years

I'll kill you and your dreams tonight
Begin new life
Bleed your death upon me
Let your Bloodline feed my youth
Bleed your death upon me
Bleed your death upon me
Bleed your death upon me
Let your Bloodline feed my youth










Share:

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

A Metralhadora De Eligos

http://lh4.ggpht.com/_JBVQSYPPVxk/Sn-Fz7YZ9HI/AAAAAAAAEgE/ml0ZXr4QimU/s400/Selo%20De%20Eligos.jpg



Matar.


Matar.


Matar.


Existir, para mim, é matar.


Tudo matar.


Tudo matar.


Tudo matar.


Tudo matar.


E nunca parar de matar.


Eu sou um soldado. Não tenho como não ser um soldado. Não haveria como eu não ser um soldado. Estou nas sombras dos carrascos dos sangrentos campos povoados de cadáveres. Estou nas sombras dos carrascos dos sangrentos campos solitários cujos cadáveres choram por causa de minha passagem. Meu paraíso consiste em derramar sangue e aos heróis e aos vilões de todas as guerras meus terrores falam em meu nome. Meus clarões e estampidos ressoam longe e sacudo ultraviolentamente as vestimentas dos tenentes e dos generais de renome. Sempre estou na linha de frente das guerras, sou sereno e indomável, nunca me canso de lutar e nem de sangue derramar para a glória do meu bem em ser um soldado que verdadeiramente sabe lutar.


Matar.


Matar.


Matar.


Existir, para mim, é matar.


Tudo matar.


Tudo matar.


Tudo matar.


Tudo matar.


E nunca parar de matar.


Eu sou um soldado. No Vietnã, pela sangrenta verdadeira bandeira estadunidense, alcancei a minha glória nas vastidões de sangrentos campos de glórias. Em 12 de janeiro de 1962 estive na primeira operação contra os vietcongues, a Operação Chopper. As primeiras mortes de uma guerra por mim até hoje amada.


Matar.


Matar.


Matar.


Existir, para mim, é matar.


Tudo matar.


Tudo matar.


Tudo matar.


Tudo matar.


E nunca parar de matar.


Eu sou um soldado. Estivwe na Batalha de Hamlet de Ap Bac aos 02 de janeiro de 1963, fazendo cair inimigos pelos flancos todos da batalha, esmagando cada um com a fúria de minhas balas.


Matar.


Matar.


Matar.


Existir, para mim, é matar.


Tudo matar.


Tudo matar.


Tudo matar.


Tudo matar.


E nunca parar de matar.


Eu sou um soldado. Estive na Operação Rolling Thunder aos 24 de fevereiro de 1965, que foi interrompida por determinações de superiores, mas retomada em 1968. Matei por um prazer assombrosamente exaltante de todos os meus poros cada inimigo que surgiu à minha frente em cada ocasião, não parei para descansar e nem para respirar.


Matar.


Matar.


Matar.


Existir, para mim, é matar.


Tudo matar.


Tudo matar.


Tudo matar.


Tudo matar.


E nunca parar de matar.


Eu sou um soldado. Estive na Operação Starlight aos 17 de agosto de 1965, Marine acometido de uma sede ímpar de sangue que se espalhou pelo solo e moldou até o nascimento de flores que ainda hoje estão nascendo entre minas que ainda não foram retiradas.


Matar.


Matar.


Matar.


Existir, para mim, é matar.


Tudo matar.


Tudo matar.


Tudo matar.


Tudo matar.


E nunca parar de matar.


Eu sou um soldado. Estive na Operação Crimp aos 08 de janeiro de 1966, esplendorosamente esfomeado, saciando mais esplendorosamente ainda a minha infinita sede de sangue, túneis repletos de vietcongues explodidos, largas mansões de sangue por Saigon, inimigos de dentes cerrados que quebrei com o poder dos impactos do que saia de meus lábios.


Matar.


Matar.


Matar.


Existir, para mim, é matar.


Tudo matar.


Tudo matar.


Tudo matar.


Tudo matar.


E nunca parar de matar.


Eu sou um soldado. Estive na Operação Birmingham em abril de 1966, dos helicópteros, pela terra, ah, como matei, como derramei bastante sangue inimigo por aquelas terras vietnamitas, prazeres que não esqueço, prazeres dos quais ainda me alimento!


Matar.


Matar.


Matar.


Existir, para mim, é matar.


Tudo matar.


Tudo matar.


Tudo matar.


Tudo matar.


E nunca parar de matar.


Eu sou um soldado. Estive na Operação Hastings em maio de 1966, frutificando-me em derramamentos indiscriminados de sangue daqwele povo vietnamita inimigo meu naquelas circunstâncias de meu prazer em atuar a favor de uma bandeira exemplar, selvagem ruptura de corpos a todo o momento e muito do que saiu de meus lábios participou de rupturas que estão na memória de meus guerreiros pensamentos de inesgotável soldado.


Matar.


Matar.


Matar.


Existir, para mim, é matar.


Tudo matar.


Tudo matar.


Tudo matar.


Tudo matar.


E nunca parar de matar.


Eu sou um soldado. Estive nas duas fases da Operação Atlleboro em 1966, zonas de guerra ensangüentadas, brigadas ensangüentadas, dos dois lados das batalhas me satisfiz no corrente derramar de sangue, eu matava, eu via morrer, eu adorava tudo que sem vigor e respiração caia em meu redor.


Matar.


Matar.


Matar.


Existir, para mim, é matar.


Tudo matar.


Tudo matar.


Tudo matar.


Tudo matar.


E nunca parar de matar.


Eu sou um soldado. Estive na Operação Deckhouse Five, entre capturas de inimigos e quedas de soldados aos quais estava aliado, pude me saciar um tanto quanto possível com o sangue que derramei e com o sangue por outros derramado.


Matar.


Matar.


Matar.


Existir, para mim, é matar.


Tudo matar.


Tudo matar.


Tudo matar.


Tudo matar.


E nunca parar de matar.


Eu sou um soldado. Estive na Operação Junction City, muita morte, muita morte adorável, muita morte poderosamente adorável, muita morte que suguei e que se estampou em meus profundos ossos acumulados desde os primeiros embates nos quais meus lábios sangue derramaram.


Matar.


Matar.


Matar.


Existir, para mim, é matar.


Tudo matar.


Tudo matar.


Tudo matar.


Tudo matar.


E nunca parar de matar.


Eu sou um soldado. Estive na grandiosíssima Operação Niagara em 05 de janeiro de 1968, meus maiores momentos de maiores sangramentos, saciei-me sorvendo o sangue caindo de mim perto, saciei-me sorvendo o sangue caindo ao longe, saciei-me sorvendo o sangue que derramei em meus próprios lábios perto e longe.


Matar.


Matar.


Matar.


Existir, para mim, é matar.


Tudo matar.


Tudo matar.


Tudo matar.


Tudo matar.


E nunca parar de matar.


Eu sou um soldado. Estive na Batalha de Khe Sanh, iniciada em 21 de janeiro de 1968 e explorei todas as possibilidades de mortes muito amáveis para o meu patamar de relatos de amáveis mortes, pude me saciar com gritos de agonia, com suspiros finais, com mutilações gerando mortes muito lentas e com o brilho do fogo das armas a acender-se com uma mortal fome voraz.


Matar.


Matar.


Matar.


Existir, para mim, é matar.


Tudo matar.


Tudo matar.


Tudo matar.


Tudo matar.


E nunca parar de matar.


Eu sou um soldado. Estive na Ofensiva de Tet, iniciada em 30 de janeiro de 1968, espelhando manchas de sangue no solo com as esferas mais sonoras de orquestras trazendo mortes, harmonias mortais, notas mortais, sons mortais de canhões e labaredas chamejantes pedindo mortes a mais.


Matar.


Matar.


Matar.


Existir, para mim, é matar.


Tudo matar.


Tudo matar.


Tudo matar.


Tudo matar.


E nunca parar de matar.


Eu sou um soldado. Estive na Primeira Batalha de Saigon aos 07 de março de 1968, ruas e áreas florestais devastadas e ensangüentadas, e os filhotes supremos nascidos de cada morte eu devorava enquanto eles gritavam por uma liberdade que eu nunca lhes darei.


Matar.


Matar.


Matar.


Existir, para mim, é matar.


Tudo matar.


Tudo matar.


Tudo matar.


Tudo matar.


E nunca parar de matar.


Eu sou um soldado. Estive na Operação Pegasus aos 08 de agosto de 1968, despertando na Primeira Divisão de Cavalaria da estadunidense bandeira assassina uma Besta Maior que operou em uma rota sangrenta de causas das piores mortes possíveis dentro das sagradas formas de matar que muito me inspiram o respirar.


Matar.


Matar.


Matar.


Existir, para mim, é matar.


Tudo matar.


Tudo matar.


Tudo matar.


Tudo matar.


E nunca parar de matar.


Eu sou um soldado. Estive na Operação Menu em fevereiro de 1969, liberando sangrias torturantes nos feridos que os levaram às mais horrendas mortes, expelindo de meus lábios uma torturante forma de atormentar agonizantes até o findar do respirar totalmente, afundando a partir de meus lábios os mais variáveis crânios inimigos abatidos com um prazer dos mais sãos e insanos mortais prazeres.


Matar.


Matar.


Matar.


Existir, para mim, é matar.


Tudo matar.


Tudo matar.


Tudo matar.


Tudo matar.


E nunca parar de matar.


Eu sou um soldado. Estive na Operação Lam Son 719, as mortais tropas dirigi em uma trajetória que meus lábios narraram em sangrentas formas, arruinei particulares mundos e corrompi coletivos mundos, os mundos dos soldados inimigos e aliados caindo e caindo e caindo, sempre me dando a chance de apreciar as mortes deles com um mortal aconchegante carinho pelas formas como morriam.


Matar.


Matar.


Matar.


Existir, para mim, é matar.


Tudo matar.


Tudo matar.


Tudo matar.


Tudo matar.


E nunca parar de matar.


Eu sou um soldado. Estive na Ofensiva Eastertide iniciada pelos inimigos aos 30 de março de 1972, sacrifiquei em meus lábios inimigos que meus sons devoraram e não lamentei as mortes dos aliados, nem a derrota, porque meu comando único é saborear as mortes de ambos os lados de uma guerra, mesmo que eu esteja a lutar apenas em um dos lados da mesma.


Matar.


Matar.


Matar.


Existir, para mim, é matar.


Tudo matar.


Tudo matar.


Tudo matar.


Tudo matar.


E nunca parar de matar.


Eu sou um soldado. Estive na Operação Linebacker aos 06 de abril de 1972, o ar respirando o cheiro das mortes provocadas pelos bombardeios, os enxames de mortes alimentando os meus internos anseios por mais mortes, mortes pelo ar, mortes manifestando o ar das maiores relíquias dos assassinatos que amo sem parar.


Matar.


Matar.


Matar.


Existir, para mim, é matar.


Tudo matar.


Tudo matar.


Tudo matar.


Tudo matar.


E nunca parar de matar.


Eu sou um soldado. Estive na Queda de Saigon, aos 30 de abril de 1975, o símbolo maior da maior derrota estadunidense, as tropas em fuga, mortes muitas, fiquei triste, uma guerra na qual lutei acabava, mas outras viriam, pois meu destino consagra-se apenas ao...


Matar.


Matar.


Matar.


Existir, para mim, é matar.


Tudo matar.


Tudo matar.


Tudo matar.


Tudo matar.


E nunca parar de matar.


Eu sou um soldado. Estive nas mãos do primeiro homem a matar um homem. Estive nas mãos dos judeus assassinos de tribos em busca da Terra Prometida. Estive nas mãos dos assírios, dos romanos e dos gregos. Estive nas mãos dos espanhóis, dos portugueses e dos ingleses. Estive nas mãos das tropas napoleônicas. Estive nas mãos das tropas nazistas. Estive nas mãos das tropas iraquianas. Estive nas mãos de muitos soldados, nas mãos de todos os soldados de todos os exércitos do mundo sob variadas formas desde tempos imemoriais e matar tem sido minha trajetória de engrandecimento eternamente elevante do meu existir. Hoje estou nas mãos de um soldado do BOPE, os bestiais fardados de elite são os meus preferidos consortes atualmente. Amanhã posso estar nas mãos do vosso filho ou da vossa filha, se ele ou ela se tornar, para a minha alegria, um algoz de seus irmãos em Humanidade.


Matar.


Matar.


Matar.


Existir, para mim, é matar.


Tudo matar.


Tudo matar.


Tudo matar.


Tudo matar.


E nunca parar de matar.


Eu sou um soldado.


Eu sou Eligos.


E, atualmente, uma metralhadora de um bestial fardado de elite que pega um, pega geral...


E o que sai de meus lábios quer beijar-lhes no meio das testas...


Matar.


Matar.


Matar.


Existir, para mim, é matar.


Tudo matar.


Tudo matar.


Tudo matar.


Tudo matar.


E nunca parar de matar.


Eu sou um soldado.


Violência é o meu lar.


Assassinato é o meu lazer.


Mortwesd são o meu jantar.


Matar.


Matar.


Matar.


Existir, para mim, é matar.


Tudo matar.


Tudo matar.


Tudo matar.


Tudo matar.


E nunca parar de matar.


E nunca parar de matar.


E nunca parar de matar.


E nunca parar de matar.


E nunca parar de matar.


E nunca parar de matar.


E nunca parar de matar.


E nunca parar de matar.


E nunca parar de matar.


E nunca parar de matar.


E nunca parar de matar.


E nunca parar de matar.


E nunca parar de matar.


E nunca parar de matar.


E nunca parar de matar.


E nunca parar de matar.


E nunca parar de matar.


E nunca parar de matar.



Inominável Ser

NUNCA PARANDO

DE

EXISTENCIAL TERROR

NARRAR








Share:

Covas Recomendáveis

Prosa De Um Coveiro Inominável

O Terror Inominável. O Horror Inominável. A Loucura Inominável. A Cova Aqui É A Do Puro Pesadelo Das Covas Mais Profundas E Elevadas. Vozes Estranhas Aqui. Sons Estranhos Aqui. Palavras Estranhas Aqui. Estranhas E Inomináveis. Sintam-Se Conduzidos Pelo Carro Inominável Do Terror Inominável. Sintam-Se Conduzidos Pelo Carro Inominável Do Horror Inominável. Sintam-Se Conduzidos Pelo Carro Inominável Da Loucura Inominável.

O Coveiro Inominável

Minha foto
Nos Infernos, O Abismo
Visualizar meu perfil completo

Cavam Aqui Suas Covas:

Marcadores


Firefox

Firefox

Meu Perfil No Facebook

Obtenha visualizações gratuitas no Snap.com
Add to Technorati Favorites

Recent Posts

Unordered List

Theme Support