domingo, 21 de março de 2010

Máscaras De Sangue Para Maahat E Zepar




A Lua Rubra...


O sangue escorrendo.


A Lua Rubra...


Centelhas de sangue escorrendo.


A Lua Rubra...


Miríades de sangue escorrendo.


A Lua Rubra...


Coroas de sangue escorrendo.


A Lua Rubra...


Cartas de sangue escorrendo.


A Lua Rubra...


Palmas de sangue escorrendo.


A Lua Rubra...



Veja O Lobo

Que Dos Infernos

Clama Pelo

Sangue Derramado.


Ei,

Lobo,

Quem Te Convoca

Para Banhar-Se?


Ei,

Lobo,

Quem Te Convoca

Para O Banquete?


Ei,

Lobo,

Quem Está Por Aí

Agora Sangrando?


Uiva,

Lobo,

Sente O Cheiro

Do Sangue Caindo...


Uiva,

Lobo,

Sente O Calor

Do Sangue Pulsando...


Uiva,

Lobo,

Sente O Chamado

Do Sangue Derramado...


A Rainha Dos Insetos

Cerca Já

Um Cadáver

Em Uma Esquina.


Vá Até Lá,

Lobo,

Lobo Zepar,

É Sangue Na Esquina!


Vá Até Lá,

Lobo Que Inspirou

A Morte De Mais Um

Humano Fodido!


Vá Até Lá,

Inspirador Lobo

Zepar,

Vá Até Lá!



Josephine vê mais um assassinado...


A Lua Rubra.


Josephine felicita-se com mais um assassinado...


A Lua Rubra.


Josephine festeja mais um assassinato...


A Lua Rubra.


Josephine ri ao ver mais um assassinato...


A Lua Rubra.


Josephine cumpre mais um Ritual De Assassinatos...


A Lua Rubra.


Josephine mira outros que podem ser assassinados...


A Lua Rubra.


Josephine mentalmente traça O Círculo Assassinante...


A Lua Rubra.


Josephine mentalmente empunhal O Punhal Sanguinário...


A Lua Rubra.


Josephine mentalmente entoa O Cântico Do Assassinato...



Discutam com as vossas

poderosas mortes,

caiam nas mãos

dos piores assassinatos!

Entrem na demanda

da rica morte,

pesem vossas jugulares

contra uma bala,

contra um machado

ou contra um punhal

ou adaga!

Percam-se,

miseráveis,

aos Espíritos que vós sois

ordeno que dobrem

vosso Ser

a Zepar!

Zepar

vos queimará

na fogueira de sangue

que se formará

com os vossos

assassinatos!

Zepar

vos desonrará

diante do espelho

da doença assassinante

advinda da arma

mais adorável!

Zepar

vos repreenderá,

pondo-vos como culpados

pela falta de sorte

ao encontrá-Lo

em vosso caminhar!

Zepar

se alegrará

diante de vossos

cadáveres!

Zepar,

com sabedoria,

provocará em vós todos

a mais preciosa

sangrenta morte!

Zepar,

Ó Ídolo Do Sangue

Atraente Dos

Círculos Infernais!

Zepar,

Meu Pai Zepar,

Estas São As Tuas

Vítimas!

Zepar,

Grande Duque Zepar,

ja'iaos

jas'oae

jasle'oo

jasole'o

jasoe'o

jased'ci

jader'aop

jauei'laoe

janse'pao

janmekr'sapa

janekr'peorp

jande'o

jande'o

jande'o

jande'o

jande'o

jande'o

jande'o

jande'o

jande'o

jande'o

jande'o

jande'o

jande'o

jande'o

jande'o

jande'o

jande'o

jande'o

jande'o

jande'o

jande'o

jande'o!!!



Morrendo.


A Lua Rubra...


Vão morrendo.


A Lua Rubra...


Morrendo mesmo.


A Lua Rubra...


Morrendo demais.


A Lua Rubra...


Mortes ao oeste da Terra.


A Lua Rubra...


Mortes ao leste da Terra.


A Lua Rubra...


Mortes ao norte da Terra.


A Lua Rubra...


Mortes ao sul da Terra.


A Lua Rubra...


Mortes no centro da Terra.


A Lua Rubra...


Mortes que de Zepar fazem Alta Fera!



MORREI, HUMANIDADE, A SIMPLES FACE DA MORTE TECE A ROTINA DE VALORES QUE EU DOS INFERNOS FAÇO GRITANTES DO ALIMENTO DE MINHAS LEGIÕES EM MINHAS VERDADES!!! MORREI, HUMANIDADE, ATIRO A FACA DIANTE DE VOSSOS CORAÇÕES DE NADA!!! MORREI, HUMANIDADE, ATIRO A LANÇA EM VOSSAS FACES DE FEALDADE!!! MORREI, HUMANIDADE, ATIRO A BALA EM VOSSAS GARGANTAS DE IRREALIDADES!!! MORREI, HUMANIDADE, SONHO COM A MORTE DE TODOS DA VOSSA ORDEM!!! MORREI, HUMANIDADE, SANGRE!!! MORREI, HUMANIDADE, DÁ-ME VOSSO SANGUE!!! MORREI, HUMANIDADE, DÁ-ME CADA VIOLENTA MORTE VOSSA!!! MORREI, HUMANIDADE, TROQUE A LUZ SOLAR PELA LUZ RUBRA LUNAR QUE ME ANUNCIA EM TODAS AS MAIS VIOLENTAS MORTES!!! MORREI, HUMANIDADE, A LUA RUBRA BRILHA EM MINHA FACE, UM MORTO, DOIS MORTOS, MIL MORTOS, TODOS OS VIOLENTAMENTE MORTOS, TODOS QUE ME AQUECEM NA ALIMENTANÇÃO SANGUINÁRIA QUE ME HONRA DIANTE DOS SETE MIL CORDEIROS SACRIFICADOS NA MONTANHA DOS LOBOS REALIZADOS!!! MORREI, HUMANIDADE, VIOLENTA TODAS AS VOSSAS CIDADES!!! MORREI, HUMANIDADE, VIOLENTO TODAS AS VOSSAS NAÇÕES!!! MORREI, HUMANIDADE, VIOLENTO TODAS OS VOSSOS LARES!!!



A Rubra Lua...


Uma lua.


A Rubra Lua...


A Lua Sangrenta.


A Rubra Lua...


A Lua Dos Assassinatos.


A Rubra Lua...


A Lua Dos Assassinos.


A Rubra Lua...


A Lua Das Violentas Mortes.


A Rubra Lua...


A Lua Bebedora Do Humano Sangue Derramado.


A Rubra Lua...


A Lua Que Dos Infernos Dilacera Violentamente Os Humanos Corretos E Os Humanos Errados.


A Rubra Lua...


A Lua De Zepar.


A Rubra Lua...


A Lua De Josephine.


A Rubra Lua...


A Lua Que Faz A Humanidade Sangrar.



Sou A Loba Da Morte,

A Rainha Infernal

Da Violência

Na Terra

E Nos Mundos

Onde Homens

E Mulheres

Ainda Estão

No Estado

De Feras

Que Se Devoram.

Meu Nome É

Maahat,

Tenho A Beleza

De Uma

Violenta Morte

E Meus Cabelos Envolvem

Cadáveres Putrefatos

Nos Cemitérios

Do Décimo Terceiro

Inferno Em

Ozmoloth

E

Irasthoum.

Me Agito

E Meu Amado

Zepar

Traga O Sangue

Que Envolve O Solo

Que Batizado Fica

Com Uma

Violenta Morte.

Maahat,

A Lua Rubra,

Filha Brilhante

Da Rubra Noite

Da Criação,

Refletindo O Sol Negro

E Enroscada Na Cauda

Da Lua Negra.

Meu Nome,

Humanidade,

É Maahat,

Filha Do Inferno,

A Rubra Assassina

Dos Círculos

Infernais,

A Rubra Corrupta

Dos Círculos

Infernais,

A Rubra Perversidade

Dos Círculos

Infernais.

O Meu Altar

É Todo Cadáver

Violentamente Moldado

Ao Solo Estirado.



Pesados os novos tempos, os ciclos lunares sangrentos irrompendo na horizontalidade capitular das ruínas dos internos mundos da Lua Rubra... Josephine Delacroix, grande enfermeira exemplar, grande Maga Negra de crueldade exemplar, encantadora de miríades de sangrentas sombras, molda raios de danações diante dos sacrifícios efetuados no altar de Seus Pais, a Duquesa Maahat, comandante de 415 Legiões Infernais, e o Duque Zepar, comandante de 28 Legiões Infernais... Altar construido em sua interioridade, em sua mente criativamente meticulosa na arte mágica do Rubro Assassinar... Altar de sacrifícios para Seus Pais... Mas, não são sacrifícios efetuados por loucos vestidos com mantos, encapuzados e armados com punhais; e nem rituais de Magia Negra levados a cabo por meros padres amorais. O sangue escorre do que ela e Seus Pais mais podem influenciar: das mesquinharias que fazem com que milhares de pessoas morram de fome; da corrupção política a aumentar ainda mais a miséria e a fome; das taras sexuais que alimentam todos os tipos de criminosos sexuais; das violentas reações da Humanidade em momentos de conflitos, medos, ódios e aflições; das guerras vitimando crianças de colo e levando homens e mulheres a se comportarem abaixo do comportamento das espécies animais; dos vícios de diversas drogas a fomentarem riquezas colossais de poderosos que nunca serão prisioneiros, jamais; da inveja a levar ao separatismo entre irmãs e irmãos; do ciúme doentio a tornar possíveis todos os crimes passionais; da gula, a arregimentar comportamentos alimentícios irracionais; do orgulho, a cegar as mais torpes almas mortais; de todas as más paixões, grilhões que prendem os seres humanos no mundo material, de existência a existência aumentando O Mal, Este Supremo Eterno Ser Vital para a sobrevivência de todos os Demônios no Panteão Infernal Maior: dentro de cada ser humano que a cada milionésimo de segundos se torna um ser pior!


Mundo contemporâneo, globalização, a revolução da Internet... Que Demônio exigiria sacrifícios de sangue como os de antigamente quando é mais fácil divulgar seus deteriorantes valores através do novo mundo que a Era De Aquário nos proporciona? Josephine não é a única dos Filhos de Maahat e Zepar a violentamente na Terra, de uma silenciosa forma, a atuar... Em todo canto... Em todos os campos... Onde as violências são necessárias aos Seres Infernais... Há um Filho de Maahat e Zepar...


Maahat se diverte, Ela faz a geração de violentas mortes que alimentam aos Demônios Do Assassinato.


Zepar se diverte, Ele faz a Lua Rubra nos humanos violentamente propensos a violentamente morrer, sangrar.


Josephine, cinicamente, finge ajudar jovens viciados em drogas em uma clínica particular em Jacarepaguá, mas leva, todas as noites, para cada um deles, oitenta e dois pacientes, uma carreirinha de pó para cada um mais no vício se afundar. E realiza seus Rubros Ritos Mentais sempre observando um viciado consumindo toda uma carreirinha de pó.


Sangrento Rubro Lunar Carnaval Em Rubro Sangrento Círculo Viciante Em Rubro Sangrento Humano Mar.


Inominável Ser

SANGRANDO

HUMANAMENTE

LUNAR









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