A Lua Rubra...
O sangue escorrendo.
A Lua Rubra...
Centelhas de sangue escorrendo.
A Lua Rubra...
Miríades de sangue escorrendo.
A Lua Rubra...
Coroas de sangue escorrendo.
A Lua Rubra...
Cartas de sangue escorrendo.
A Lua Rubra...
Palmas de sangue escorrendo.
A Lua Rubra...
Veja O Lobo
Que Dos Infernos
Clama Pelo
Sangue Derramado.
Ei,
Lobo,
Quem Te Convoca
Para Banhar-Se?
Ei,
Lobo,
Quem Te Convoca
Para O Banquete?
Ei,
Lobo,
Quem Está Por Aí
Agora Sangrando?
Uiva,
Lobo,
Sente O Cheiro
Do Sangue Caindo...
Uiva,
Lobo,
Sente O Calor
Do Sangue Pulsando...
Uiva,
Lobo,
Sente O Chamado
Do Sangue Derramado...
A Rainha Dos Insetos
Cerca Já
Um Cadáver
Em Uma Esquina.
Vá Até Lá,
Lobo,
Lobo Zepar,
É Sangue Na Esquina!
Vá Até Lá,
Lobo Que Inspirou
A Morte De Mais Um
Humano Fodido!
Vá Até Lá,
Inspirador Lobo
Zepar,
Vá Até Lá!
Josephine vê mais um assassinado...
A Lua Rubra.
Josephine felicita-se com mais um assassinado...
A Lua Rubra.
Josephine festeja mais um assassinato...
A Lua Rubra.
Josephine ri ao ver mais um assassinato...
A Lua Rubra.
Josephine cumpre mais um Ritual De Assassinatos...
A Lua Rubra.
Josephine mira outros que podem ser assassinados...
A Lua Rubra.
Josephine mentalmente traça O Círculo Assassinante...
A Lua Rubra.
Josephine mentalmente empunhal O Punhal Sanguinário...
A Lua Rubra.
Josephine mentalmente entoa O Cântico Do Assassinato...
Discutam com as vossas
poderosas mortes,
caiam nas mãos
dos piores assassinatos!
Entrem na demanda
da rica morte,
pesem vossas jugulares
contra uma bala,
contra um machado
ou contra um punhal
ou adaga!
Percam-se,
miseráveis,
aos Espíritos que vós sois
ordeno que dobrem
vosso Ser
a Zepar!
Zepar
vos queimará
na fogueira de sangue
que se formará
com os vossos
assassinatos!
Zepar
vos desonrará
diante do espelho
da doença assassinante
advinda da arma
mais adorável!
Zepar
vos repreenderá,
pondo-vos como culpados
pela falta de sorte
ao encontrá-Lo
em vosso caminhar!
Zepar
se alegrará
diante de vossos
cadáveres!
Zepar,
com sabedoria,
provocará em vós todos
a mais preciosa
sangrenta morte!
Zepar,
Ó Ídolo Do Sangue
Atraente Dos
Círculos Infernais!
Zepar,
Meu Pai Zepar,
Estas São As Tuas
Vítimas!
Zepar,
Grande Duque Zepar,
ja'iaos
jas'oae
jasle'oo
jasole'o
jasoe'o
jased'ci
jader'aop
jauei'laoe
janse'pao
janmekr'sapa
janekr'peorp
jande'o
jande'o
jande'o
jande'o
jande'o
jande'o
jande'o
jande'o
jande'o
jande'o
jande'o
jande'o
jande'o
jande'o
jande'o
jande'o
jande'o
jande'o
jande'o
jande'o
jande'o
jande'o!!!
Morrendo.
A Lua Rubra...
Vão morrendo.
A Lua Rubra...
Morrendo mesmo.
A Lua Rubra...
Morrendo demais.
A Lua Rubra...
Mortes ao oeste da Terra.
A Lua Rubra...
Mortes ao leste da Terra.
A Lua Rubra...
Mortes ao norte da Terra.
A Lua Rubra...
Mortes ao sul da Terra.
A Lua Rubra...
Mortes no centro da Terra.
A Lua Rubra...
Mortes que de Zepar fazem Alta Fera!
MORREI, HUMANIDADE, A SIMPLES FACE DA MORTE TECE A ROTINA DE VALORES QUE EU DOS INFERNOS FAÇO GRITANTES DO ALIMENTO DE MINHAS LEGIÕES EM MINHAS VERDADES!!! MORREI, HUMANIDADE, ATIRO A FACA DIANTE DE VOSSOS CORAÇÕES DE NADA!!! MORREI, HUMANIDADE, ATIRO A LANÇA EM VOSSAS FACES DE FEALDADE!!! MORREI, HUMANIDADE, ATIRO A BALA EM VOSSAS GARGANTAS DE IRREALIDADES!!! MORREI, HUMANIDADE, SONHO COM A MORTE DE TODOS DA VOSSA ORDEM!!! MORREI, HUMANIDADE, SANGRE!!! MORREI, HUMANIDADE, DÁ-ME VOSSO SANGUE!!! MORREI, HUMANIDADE, DÁ-ME CADA VIOLENTA MORTE VOSSA!!! MORREI, HUMANIDADE, TROQUE A LUZ SOLAR PELA LUZ RUBRA LUNAR QUE ME ANUNCIA EM TODAS AS MAIS VIOLENTAS MORTES!!! MORREI, HUMANIDADE, A LUA RUBRA BRILHA EM MINHA FACE, UM MORTO, DOIS MORTOS, MIL MORTOS, TODOS OS VIOLENTAMENTE MORTOS, TODOS QUE ME AQUECEM NA ALIMENTANÇÃO SANGUINÁRIA QUE ME HONRA DIANTE DOS SETE MIL CORDEIROS SACRIFICADOS NA MONTANHA DOS LOBOS REALIZADOS!!! MORREI, HUMANIDADE, VIOLENTA TODAS AS VOSSAS CIDADES!!! MORREI, HUMANIDADE, VIOLENTO TODAS AS VOSSAS NAÇÕES!!! MORREI, HUMANIDADE, VIOLENTO TODAS OS VOSSOS LARES!!!
A Rubra Lua...
Uma lua.
A Rubra Lua...
A Lua Sangrenta.
A Rubra Lua...
A Lua Dos Assassinatos.
A Rubra Lua...
A Lua Dos Assassinos.
A Rubra Lua...
A Lua Das Violentas Mortes.
A Rubra Lua...
A Lua Bebedora Do Humano Sangue Derramado.
A Rubra Lua...
A Lua Que Dos Infernos Dilacera Violentamente Os Humanos Corretos E Os Humanos Errados.
A Rubra Lua...
A Lua De Zepar.
A Rubra Lua...
A Lua De Josephine.
A Rubra Lua...
A Lua Que Faz A Humanidade Sangrar.
Sou A Loba Da Morte,
A Rainha Infernal
Da Violência
Na Terra
E Nos Mundos
Onde Homens
E Mulheres
Ainda Estão
No Estado
De Feras
Que Se Devoram.
Meu Nome É
Maahat,
Tenho A Beleza
De Uma
Violenta Morte
E Meus Cabelos Envolvem
Cadáveres Putrefatos
Nos Cemitérios
Do Décimo Terceiro
Inferno Em
Ozmoloth
E
Irasthoum.
Me Agito
E Meu Amado
Zepar
Traga O Sangue
Que Envolve O Solo
Que Batizado Fica
Com Uma
Violenta Morte.
Maahat,
A Lua Rubra,
Filha Brilhante
Da Rubra Noite
Da Criação,
Refletindo O Sol Negro
E Enroscada Na Cauda
Da Lua Negra.
Meu Nome,
Humanidade,
É Maahat,
Filha Do Inferno,
A Rubra Assassina
Dos Círculos
Infernais,
A Rubra Corrupta
Dos Círculos
Infernais,
A Rubra Perversidade
Dos Círculos
Infernais.
O Meu Altar
É Todo Cadáver
Violentamente Moldado
Ao Solo Estirado.
Pesados os novos tempos, os ciclos lunares sangrentos irrompendo na horizontalidade capitular das ruínas dos internos mundos da Lua Rubra... Josephine Delacroix, grande enfermeira exemplar, grande Maga Negra de crueldade exemplar, encantadora de miríades de sangrentas sombras, molda raios de danações diante dos sacrifícios efetuados no altar de Seus Pais, a Duquesa Maahat, comandante de 415 Legiões Infernais, e o Duque Zepar, comandante de 28 Legiões Infernais... Altar construido em sua interioridade, em sua mente criativamente meticulosa na arte mágica do Rubro Assassinar... Altar de sacrifícios para Seus Pais... Mas, não são sacrifícios efetuados por loucos vestidos com mantos, encapuzados e armados com punhais; e nem rituais de Magia Negra levados a cabo por meros padres amorais. O sangue escorre do que ela e Seus Pais mais podem influenciar: das mesquinharias que fazem com que milhares de pessoas morram de fome; da corrupção política a aumentar ainda mais a miséria e a fome; das taras sexuais que alimentam todos os tipos de criminosos sexuais; das violentas reações da Humanidade em momentos de conflitos, medos, ódios e aflições; das guerras vitimando crianças de colo e levando homens e mulheres a se comportarem abaixo do comportamento das espécies animais; dos vícios de diversas drogas a fomentarem riquezas colossais de poderosos que nunca serão prisioneiros, jamais; da inveja a levar ao separatismo entre irmãs e irmãos; do ciúme doentio a tornar possíveis todos os crimes passionais; da gula, a arregimentar comportamentos alimentícios irracionais; do orgulho, a cegar as mais torpes almas mortais; de todas as más paixões, grilhões que prendem os seres humanos no mundo material, de existência a existência aumentando O Mal, Este Supremo Eterno Ser Vital para a sobrevivência de todos os Demônios no Panteão Infernal Maior: dentro de cada ser humano que a cada milionésimo de segundos se torna um ser pior!
Mundo contemporâneo, globalização, a revolução da Internet... Que Demônio exigiria sacrifícios de sangue como os de antigamente quando é mais fácil divulgar seus deteriorantes valores através do novo mundo que a Era De Aquário nos proporciona? Josephine não é a única dos Filhos de Maahat e Zepar a violentamente na Terra, de uma silenciosa forma, a atuar... Em todo canto... Em todos os campos... Onde as violências são necessárias aos Seres Infernais... Há um Filho de Maahat e Zepar...
Maahat se diverte, Ela faz a geração de violentas mortes que alimentam aos Demônios Do Assassinato.
Zepar se diverte, Ele faz a Lua Rubra nos humanos violentamente propensos a violentamente morrer, sangrar.
Josephine, cinicamente, finge ajudar jovens viciados em drogas em uma clínica particular em Jacarepaguá, mas leva, todas as noites, para cada um deles, oitenta e dois pacientes, uma carreirinha de pó para cada um mais no vício se afundar. E realiza seus Rubros Ritos Mentais sempre observando um viciado consumindo toda uma carreirinha de pó.
Sangrento Rubro Lunar Carnaval Em Rubro Sangrento Círculo Viciante Em Rubro Sangrento Humano Mar.
Inominável Ser
SANGRANDO
HUMANAMENTE
LUNAR

























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