domingo, 8 de novembro de 2015

O Desafio De Dweon-Gosooh



Anatra Solak, verdadeiramente, superou a todos os seus companheiros na última batalha do Planeta Zarb Sak Asdemoyr, Colônia Planetária Keauriotheniana, o único reduto dos Dweons que ainda resistia ao Império Keauriotheniano na Galáxia Centvahr do Universo Zaroar. Para estar à frente das 1.404 Legiões destacadas com a finalidade de libertarem aquela Galáxia das forças invasoras da Cúpula Da Escuridão, a General Suprema De Guerra doutrinada desde os cinco anos de idade por Monies Rinji, General De Todos Os Generais, teve méritos bastante expressivos neste início da Guerra De Keauriothen Contra A Cúpula Da Escuridão.

Dweon-Gosooh sempre ambicionou destruir um dos maiores Impérios da Criação, o Keauriotheniano, ligado à Luz e à Magia Eternas, Automanifestadas Inimigas Da Escuridão. Deflagrou a guerra deliberadamente atacando o Universo Gênesis, onde, na Galáxia De Andrômeda, encontra-se o Planeta Keauriothen, a Sede Imperial. O Imperador Thades Ocitilop Shodolon expulsou, à frente de todas as Legiões Universais Keauriothenianas, ao lado da Imperatriz Dtsamiana Htumiza Elbuod Japneos Pme, os invasores. Ao mesmo tempo, todas as possessões imperiais keauriothenianas eram invadidas e há nove Eras Universais a guerra grassa vertiginosa.

Anatra, comandando 210.600.000 Guerreiros Místicos-Eternos, comandou durante 544 Anos Universais, brilhantemente, os ataques às Forças Dweons. Pessoalmente, matou 4.896.000.000 de Guerreiros Da Escuridão com sua Darvya Anreteniud, Amiga Eterna, a espada de Aço Místico Keauriotheniano forjada pelo pai dela, Umyan Borack, um Arquimestre Das Espadas Keauriothenianas. Grande Da Magia Da Guerra, ela perdeu apenas 21% de seus comandados pela Galáxia, que comemora agora a liberdade em cada um dos 6.421 planetas. Em Zarb, a General prefere vasculhar os artefatos deixados no planeta pelos inimigos sobreviventes que bateram em retirada, deixando seus subordinados e habitantes planetários comemorando a vitória pelas cidades.

Caminhando pelo subterrâneo da fortaleza erguida pelos invasores nas Montanhas Kazut San Hasekop, ela depara-se com uma pedra dodecagonal negra emitindo uma belíssima luz esverdeada, no chão rusticamente moldado. Pensando no filho recém-nascido, Idrahus, fruto amantíssimo de seu Matrimônio Eterno com Dorsus Rinji, Grande da mesma Magia dela, decide que o artefato seria um ótimo presente para aquele. Ajoelhando-se, ela pega a Jóia Da Escuridão com as duas mãos e, sem perceber, a luz expande-se por toda a montanha, abrindo um Portal Extradimensional que transporta a guerreira para a Sala Originadora De Vyfinovsky-Zanberdhlah, A Cúpula Da Escuridão. Sorrindo ao lembrar-se do filho, Anatra apenas percebe que não está mais em Zarb quando ouve uma gutural voz de maléfico tom:

- Keauriotheniana.

Ela assusta-se e deixa a pedra cair, continuando ajoelhada. Olhando para a frente, ela avista o trono onde está sentado Dweon-Gosooh, O Primeiro Filho Direto Da Escuridão. Ao lado dele, em outro trono, Zautahauh-Gosooh, filho daquele com Abaramatulaha, que foi A Primeira Representante Material Da Escuridão Na Criação. De extraordinariamente incalculáveis idades, os dois fitam-na como a um presente da Negra Mãe. A General olha em redor da adimensional Sala e se vê cercada por quase infindos Guerreiros, Magos, Arquimagos e Deuses Dweons. Calma, fria e séria, ela lentamente desembainha sua espada.

- Criança de Thornadoriusis Shodolon, como se atreve a desembainhar essa espada aqui? - Zautahauh-Gosooh quase avança sobre ela, mas é contido pelo reprovador olhar do pai.
- Nossa visitante involuntária merece melhor tratamento, meu filho. Um tratamento digno de uma Descendente Bioespiritual do estuprador e assassino de sua mãe.
- Nada tenho a ver com os crimes do Fundador de minha Raça, Dweon-Gosooh. - A espada está totalmente desembainhada, mas ela continua ajoelhada. - Inevitavelmente, vim parar neste seu mundo por um descuido da minha parte e me sinto obrigada a matá-lo para pôr um fim na guerra que você iniciou contra a minha Raça. Vou aproveitar muito bem esta chance que tenho.
- Quais chances você imagina ter contra mim, General Anatra Solak?
- Todas as chances dentro do quadro de múltiplas chances no esquema da Arte Guerreira. Eu vou matá-lo, por isso o Grande Destino me proporcionou estar aqui neste momento. 
- Seu Ancestral Eterno nunca conseguiu me derrotar, Keauriotheniana. Você, menor do que ele, acha que conseguirá? Tem tanta ingenuidade assim, Filha Do Primeiro Ser?
- Todas as vidas tiradas pela lâmina da minha Darvya, que você pode Sentir latejando nela, lhe dão a resposta.
- Você poderá acabar com todos em seu redor, mas dará apenas três passos em minha direção e perderá a sua Evolução, tornando-se uma das minhas Escravas Sexuais Procriadoras.
- Keauriothenianos não são escravos, são senhores.
- Prove essa sua afirmação, então, Keauriotheniana.

Na Velocidade Da Luz Eterna, Anatra avança sobre os inimigos utilizando o Estilo Esgrimista Solak Da Mão Esquerda, sua principal técnica de luta com espadas, a preferida. Fora de qualquer contagem temporal conhecida, ela mata 5.522.915.957.832 Dweons, parando a trinta e cinco metros dos tronos. Os outros Dweons recuam com medo, mas seus Negros Soberanos, impassíveis, continuam sentados apenas fitando a Guerreira Solak com curiosidade. Anatra manipula novamente aquela Velocidade, dando o primeiro passo; A Escuridão Abraça-a nas  Portas Da Alma; o segundo passo; A Escuridão Abraça-a nas Portas Da Mente; o terceiro passo; A Escuridão Abraça-a nas Portas Do Corpo; e ela cai, tetraplégica, perdendo sua Evolução, tendo se tornado um Ser Comum.

Dweon-Gosooh se levanta e caminha até ela, que agora apenas pensa no Esposo Eterno e no primeiro dos infindos filhos que eles planejaram ter. O Imperador Dweon esmaga com os pés Darvya e com apenas um pensamento faz a vestimenta de Anatra desaparecer. Diante do filho e dos súditos, ele se despe enrijecendo o inenarravelmente monstruoso membro viril, ajoelhando-se, abrindo as pernas da humilhadíssima antes orgulhosa General Keauriotheniana, penetrando-a uma vez, levemente. O grito dela, de dor, ódio, vergonha, desespero e medo ecoa através do Espaço/Tempo. Próximo ao ouvido esquerdo dela, o Filho Da Obscura Automanifestada diz-lhe:

- Você não veio parar aqui graças a um descuido seu ou maldoso, miraculoso ou providencial acaso arquitetado pelos Senhores Supremos Do Destino. Eu apenas queria ter a minha primeira Procriadora Keauriotheniana.

Ele a penetra ferozmente repetidas vezes e os gritos dela estremecem os Pilares Da Criação.

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