domingo, 27 de dezembro de 2015

A Mulher Dos Meus Pesadelos



“Eu me chamo…”

“Eu me chamo…”

“Eu me chamo…”


Acendo uma vela para qualquer Espírito das Sombras a fim de me ver livre da sua presença! Eu te odeio com o mais profundo da minha alma de idiota que um dia acreditou em cada mentira que você me contou! Sua voz me chicoteia… Seu toque me queima… Seus lábios me estupram… Sou, como sempre fui, um mero joguinho para você! Você me destrói! Você me corrói! Você revira meu Ser em um angustiado terremoto detonador de cada um dos meus dias! E toda noite, caralho, tenho você comigo! Por que não vai embora? Por que não me deixa dormir em paz, a paz desejada por cada fibra de minha alma? Por que, sua desgraçada, não vai para o Inferno logo de uma vez, o seu lar natal? Por que? Eu quero me livrar de você… Eu quero me afastar de você… Mas, como vou te matar se você está entranhada em meu próprio Ser?


“Eu me chamo…”

“Eu me chamo…”

“Eu me chamo…”


Te vejo a cada noite que durmo, você assume várias formas de mulher… Aquela mulher de cabelos loiros… Aquela mulher de cabelos negros… Aquela mulher de cabelos castanhos… Aquela mulher de cabelos brancos… Aquela mulher de cabelos ruivos… Aquela mulher negra… Aquela mulher branca… Aquela mulher indígena… Aquela mulher oriental… Toda mulher que escapa dos meus carinhos, abraços e beijos, toda mulher que me despreza e abandona, é você! Este é um tormento que me acossa! Este é um momento infindável que me sufoca! Este é o meu caminho de ódio! Ódio contra você e seu domínio completo sobre mim! Te odeio,mulher, saia da minha cabeça, saia da minha piroca, saia do meu cu, saia dos meus lábios, saia da minha alma!


“Eu me chamo…”

“Eu me chamo…”

“Eu me chamo…”


Durante o dia a desagradável presença de seu feitiço é perturbadora, doentia, nojenta! Na rua, me pego olhando para corpos que nunca terei nos braços! Na televisão, me distraio admirando corpos que fogem do meu mundo particular! Na Internet, me a fogo nos Xvideos da vida, me masturbando feito um tarado insaciável, nunca satisfeito de tanto tanto tanto me masturbar olhando para o insano desfile de mulheres e fodas, mulheres e Twerk, mulheres e Funk, mulheres e Hip Hop, mulheres e Samba, mulheres, mulheres, mulheres! Me perco todo dia… Encontro minha cama vazia e fria todo dia… Encaro toda minha punheta como tortura fodida… E te encaro enquanto durmo, te vendo languidamente a escorrer em cada obscuro e sombrio recanto de sonhos dos quais não me lembro…


“Eu me chamo Mariana…”

“Eu me chamo Paola…”

“Eu me chamo Cristiane…”

“Eu me chamo Raíssa…”

“Eu me chamo Joelma…”

“Eu me chamo Denise…”

“Eu me chamo Iara…”

“Eu me chamo Olivia…”

“Eu me chamo Odara…”

“Eu me chamo Lara…”

“Eu me chama Sara…”

“Eu me chamo Ângela…”

“Eu me chamo Fabiana…”

“Eu me chamo Valéria…”

“Eu me chamo Ana…”

“Eu me chamo Yasmim…”

“Eu me chamo Kátia…”

“Eu me chamo Roberta…”

“Eu me chama Diana…”

“Eu me chama Damaris…”

“Eu me chamo Thamires…”

“Eu me chamo Carla…”

“Eu me chamo Raquel…”

“Eu me chamo Vanessa…”

“Eu me chamo Renata…”

“Eu me chamo Giovanna…”

“Eu me chamo Vergonha…”

“Eu me chamo Culpa…”

“Eu me chamo Remorso…”

“Eu me chamo Melancolia…”

“Eu me chamo Tristeza…”

“Eu me chamo Abandono…”

“Eu me chamo Solidão…”

“Eu me chamo Ruptura…”

“Eu me chamo Isolamento…”

“Eu me chamo Tortura…”

“Eu me chamo Caos…”

“Eu me chamo Lama…”

“Eu me chamo Ódio…”

“Eu me chamo Ressentimento…”

“Eu me chamo Tudo…”

“Eu me chamo Nada…”

“Eu me chamo Alguma Coisa…”

“Eu me chamo Deusa…”

“Eu me chamo Diaba…”

“Eu me chamo Assassina…”

“Eu me chamo Chacina…”

“Eu me chamo Madrugada…”

“Eu me chamo Meia-Noite…”

“Eu me chamo Dor…”

“Eu me chamo Cura…”

“Eu me chamo Doença…”

“Eu me chamo Desgraçada…”

“Eu me chamo Maldita…”

“Eu me chamo Miserável…”

“Eu me chamo Medo…”

“Eu me chamo Desespero…”

“Eu me chamo Derrota…”

“Eu me chamo Vitória…”

“Eu me chamo Eu Te Chamo…”


Você vai me dizendo seus nomes, um atrás do outro, enquanto durmo, enquanto estou acordado, enquanto estou morrendo cada vez mais assim… Te odeio… Te quero longe… Te quero morta… Te quero, sim, extinta desta porra da minha merda de vida!

Te odeio!

Fique longe de mim!

Morra!

Extingua-se em mim!

SAI DE MIM!!!

SAI DE MIM!!!

SAI DE MIM!!!

SAI DE MIM!!!

SAI DE MIM!!!

SAI DE MIM!!!

SAI DE MIM!!!

SAI DE MIM!!!

SAI DE MIM!!!

SAI DE MIM!!!

SAI DE MIM!!!

SAI DE MIM!!!

SAI DE MIM!!!

SAI DE MIM!!!

SAI DE MIM!!!

SAI DE MIM!!!

SAI DE MIM!!!

SAI DE MIM!!!

SAI DE MIM!!!

SAI DE MIM!!!

SAI DE MIM!!!

SAI DE MIM!!!

SAI DE MIM!!!

SAI DE MIM!!!

SAI DE MIM!!!

SAI DE MIM!!!

SAI DE MIM!!!

SAI DE MIM!!!

SAI DE MIM!!!

SAI DE MIM!!!

SAI DE MIM!!!

SAI!!!

DE MIM!!!

sai…

sai, por favor…

sai de mim, por favor…

sai de mim…

por favor…

te quero fora de mim…

bem fora de mim…

bem fora…

de mim, fora…

Porém, meu pesadelo maior seria ficar sem você, a única mulher que me dá atenção, carinho, prazer… E companhia.


“Eu te chamo…”


Inominável Ser
TAMBÉM
TENDO
A MULHER
DOS PESADELOS
DELE

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sábado, 26 de dezembro de 2015

Eu Ouço A Voz Do Rei Caveira



 A cada cemitério que eu percorro, eu me permito colher uma sangrenta flor do Rei Caveira, a qual ponho nos cabelos de minha amada. Minha amada, ah, bela moça de ossos indestrutíveis...

 E eu ouço a voz do Rei Caveira, falando comigo de todos os Mistérios dos cemitérios que percorro buscando minha amada.

 Eu a amo, ela tem o sabor que as mulheres deste mundo não possuem. As outras... Cada uma delas... Recebe de mim uma punhalada no pescoço e uma machadada na cara!

 Eu ouço a voz do Rei Caveira, sussurrando em minha alma sobre os tempos onde minha amada libertária corria pelos Universos levando apenas Dor, Sangue e Lágrimas.

 Eu as faço chorar, suplicar e temer pelas vidas delas, descendo as lâminas uma, duas, três, quantas vezes for necessário! Eu apenas quero a minha amada, as demais apenas me atrapalham!

 Eu ouço a voz do Rei Caveira, estou perto de minha amada, este é o único cemitério onde posso encontrá-la!

 Ah, Minha Amada, finalmente te encontro! Veja este sangue em minhas mãos, veja esta rubra mancha em minha alma! Veja meu punhal e meu machado: como eles brilham sob este luar prateado!

 Eu ouço a voz do Rei Caveira, que está ao lado Dela, A Rainha Dos Assassinatos, que estala os dedos e suga o sangue de cada uma que por Ela matei.

 Ela é a Minha Amada.

 Eu ouço a voz do Rei Caveira enquanto Ela rasga a minha garganta, esmaga o meu coração e esfacela a minha alma!

 Ele me diz que fui um bom Arauto Dela.

 Inominável Ser
 TAMBÉM OUVINDO
 A VOZ
 DO REI CAVEIRA


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sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

O Generalíssimo Imperador Guerreiro De Ggar



A Chama Matriz Das Estrelas Sapienciais absolutamente ilumina as batalhas de Deuses e Arquimestres Guerreiros pelo espaço das Galáxias do Universo Ggar, uma Colônia Imperial Keauriotheniana importantíssima e relevante para o Governo do Imperador Thades. Ao fim da Era De Raesuuyn Astardana, A Primeira Guerra De Keauriothen Contra Turamonjiari está em sua primeira Era de duração e foi iniciada quando 655 filhos, Criminosos Universais, do Imperador Turamonjiarjinn Arted Enji Esaf Ad Rir foram assassinados  por Monies Rinji no Universo Xtu, após terem liderado 9.600 Legiões De Saque (cada uma contando com 3.650.000 membros) de 345.900 Galáxias estuprando e assassinando 7.678.009 mulheres Keauriothenianas que residiam nas Colônias Planetárias. Entre os filhos de Arted assassinados, estava o primogênito, Amerth, um brutal e tenebroso Assassino dominador da Chave Das Totalidades Universais, o mais amado e querido filho daquele. Arted, Líder Fundador da Loja daquela Chave que leva seu nome no Oriente Existencial, um Deus importantíssimo na Escala Evolutiva deste Horizonte, imediatamente declarou guerra a todo o Império Keauriotheniano. Mas, em Ggar, a primeira e única batalha a ser travada naquela Guerra estava sendo totalmente dominada pelo estratégico imbatível comando de Kanthor Tar, Deus Setenário Da Guerra Revelada No Útero Da Magia Eterna, O Generalíssimo Imperador Guerreiro De Ggar.

A Espada, A Lança, O Escudo, O Arco, A Flecha, O Machado e A Armadura: Os Sete Aspectos Primordiais Do Espírito Da Guerra, que tiveram em Kanthor seu milésimo terceiro Representante Material na História Da Criação, faziam-no um poderosíssimo e temido Governante Universal Keauriotheniano. Filho de Thades com Mahragan Tar, uma Deusa Da Guerra que tombou na Guerra Do Destino Das Raças Eternas, foi criado pelo pai no Planeta Keauriothen e destacou-se grandiosamente nas Legiões de sua Avó Eterna, Artcsom Ocitilop, nas 46 Eras finais daquela Guerra. Nascido já com aquela Rara Evolução Perfeita, foi elevado ao cargo imperial de Governante do Universo Ggar por ter, nesta Colônia Universal Keauriotheniana, Extinto 444.900.098.754 Legiões dos Bards (cada uma contando com 43.700.000 Soldados) sozinho, quando as Forças Keauriothenianas encontravam-se em precário estado por todo aquele Universo. Antes de ir residir no Planeta Pythrsa da Galáxia De Opharas, em Ggar, Sede do Governo Imperial que pertencia a Derman Serah, Deus Da Magia Eterna Solar que fora morto na Guerra Do Destino, ele contraiu Matrimônio Eterno com Arya Rinji, Deusa Da Luta Eterna,  filha de Monies com Thades. Apaixonadíssimos um pelo outro, companheiros de guerra e compartilhando desde muito jovens do mesmo leito, Kanthor e Arya formaram uma invencível dupla de Governantes Universais e geraram A Descendência Maior De Ggar, filhos, netos, bisnetos e demais descendentes Herdeiros Bioespirituais das Qualidades Evolutivas de três poderosíssimos Clãs Keauriothenianos: Ocitilop Shodolon, Rinji e Tar.

Tiranicamente governando para manter a disciplina em toda Ggar, durante 19.270.445 Eras manteve tal Universo livre de invasões porque pessoalmente Extinguia cada Criminoso ou Legião Imperial inimiga de Keauriothen que se aproxima-se de seu território governamental através dos Túneis Espaço/ Temporais que ligam todos os Horizontes entre si. Rude e grosseiro, até mesmo com os membros de sua própria família, agia a fim de torná-los duríssimos e implacáveis combatentes, não sendo um homem de maus sentimentos ou vícios de personalidade. Íntegro e honesto, sempre conectado psiquicamente ao pai e à esposa, a qual tratava com menos rudeza e o compreendia por agir como agia, tornou-se venerado, respeitado e amado pelos habitantes de Ggar. E todo Inimigo Keauriotheniano evitava este Universo por causa do Generalíssimo, Nome Eterno que adquiriu na Guerra Do Destino e causara temor em cada um daqueles que ambicionavam as Riquezas Materiais e Espirituais Keauriothenianas. Mas, Dreth Enji Esaf Ad Rir, Entidade Cósmica Do Todo Oriental, um filho formidável evolutivamente de Arted, no comando de Legiões inumeráveis cujo número ultrapassava em 250% a população de Ggar, menosprezou e subestimou o histórico de bélica invencibilidade do inimigo que até mesmo seu pai pediu para que fosse evitado. Dreth conseguiu Cegar momentaneamente Kanthor para poder invadir explosivamente todo o Universo, mas o segundo recuperou-se e tomou o irresistível comando de cada Legião a lutar no incalculável espaço universal.

Agora, em 350% a população de Ggar supera o número de invasores, em sua maioria Extintos por Hargos e Thohur, As Espadas Sétuplas De Kanthor. Espadas forjadas pelo seu pai, espadas nascidas da Magia Eterna Revelada No Aço Místico Keauriotheniano, espadas extinguidoras de inúmeras existências, espadas que guiam a todos de Ggar rumo ao total massacre dos inimigos! E a Voz Psíquica de Kanthor ressoa nas mentes das Legiões Terah lutando na Galáxia Zausran:

"Equilibrem-se na Disciplina Reta Do Objetivo Invencível Terah! Dêem aos vossos Poderes O Invencível Brilho Da Eternidade Guerreira Dos Terah! Extinguam nossos inimigos, honrem O Sangue Eterno De Thades que todos nós possuímos!"

Às Legiões Can da Galáxia Uberas:

"Adiante, Filhos Da Valorosa Fúria Can! Adiante, decapitem! Adiante, esquartejem! Adiante, vençam a todos como sempre vencem todas os tipos de guerras que vós travais em si mesmos e fora de si mesmos!"

Às Legiões Oalduthen da Galáxia Varhhag:

"A Disciplina Oalduthen, O Passo Oalduthen e o Raio Oalduthen: como nunca, exprimam neste combate Os Três Princípios Fundamentadores Do Espírito Guerreiro Oalduthen! Utilizem tudo de suas habilidades mais profundas e misteriosas! Galguem as escadas da vitória com sangue, o sangue destes desgraçados que ousaram nos atacar!"

Às Legiões Gnaix na Galáxia Betraxyt:

"Gnaix, ó, Gnaix, Ouçam O Romper Do Trovão Guerreiro Do Equilíbrio No Cósmico Alvorecer! Expressem O Inexpressível! Expandam O Inexpansível! Ressoem O Inaudível! Interrompam O Existir de seus inimigos!"

Às Legiões Bronan na Galáxia Vahresan:

"Dediquem cada morte e Extinção que provocarem como as Rodas Destrutivas Das Formas Imateriais na Carruagem Da Eternidade Através Do Sopro Temporal! Vamos, matem mais, Extinguam mais, submetam estes invasores do nosso universo ao Inextinguível Jugo Bronan!"

Às Legiões Borack da Galáxia Asverna:

"Marchem na Música Da Morte! Marquem com os Dons Do Assassinato! Escrevam com as Letras Da Extinção! A estes que vós enfrentais, dialoguem como Aniquiladores Existenciais!"

Às Legiões Horan da Galáxia Saesram:

"O Combate Nascido Do Bélico Silêncio, como pregado por Irydon Horan, vosso Maior Ancestral! O Combate, O Livro Do Combate, Filhos De Irydon! Cresçam No Combate de agora como sempre cresceram em todos os vossos combates!"

Às Legiões Rinji na Galáxia Aruna:

"Monies Rinji está dentro de vós! Monies Rinji brilha como cada morte nas vossas mãos! Monies Rinji está aqui convosco! A Maior Dos Rinji é cada um de vós e grita, mata e Extingue como vós estais a gritar, matar e Extinguir!"

Às Legiões Tar da Galáxia Vaslan:

"Vós sois Tar! Como Agushor Tar! Como Verua Tar! Como Egus Tar! Como Asaurh Tar! Como todos os Gloriosos Guerreiros Tar da História de nossa Raça! Por todos os Keauriothenianos, aniquilem estes inimigos inteiramente, sigam o legado da impiedade guerreira do nosso Clã e de nossa Herança à Filosofia Bélica Da Criação! Sigam! Sigam! Sigam!"

Para sua Esposa Eterna, Arya:

"Arya, Sinta isto, Veja isto, Ouça isto, Seja isto: O Espírito Sagrado Da Guerra Está Fervoroso No Ser De Cada Um Dos Nossos! Vamos vencer estes Turamonjiarjinns, vencer como nossos pais sempre venceram a todos os inimigos de Keauriothen! Sinta, Veja, Ouça e Seja cada um dos nossos, como cada um exerce a Conjugação Do Verbo Guerreiro no corpo, na mente e na Alma Eterna! Sinta em mim O Espírito de Nossa Genitora Espiritual, A Guerra, como eu O sinto em ti, Sagrada Esposa Eterna minha! Sinta, Guerreie, Vença a todos os nossos inimigos em Unidade com todos os nossos Irmãos Raciais!"

Para seu primogênito, Kathoro:

"Kathoro, isto é o que sempre exigi que tudo corresse como perfeito em meu Governo, o que te ensinei também a acreditar! Tudo que falei e todas as formas de ação minhas neste Universo igualmente levaram ao que estamos Sentindo, Vendo, Ouvindo e Sendo! Não Existe Eternidade Para Nenhum Ser Material e se um dia eu tombar diante de um inimigo muito maior evolutivamente do que eu, tu és meu Herdeiro no Governo de Ggar, de cada um que agora combate pela nossa liberdade e de cada descendente destes no Futuro! Ao seu primogênito, meu primeiro filho, tu dirás estas mesmas palavras no meio de uma batalha como esta e saberás o quanto é importante este momento! Aprendi isto, que não tem nome, com a minha Avó Artcsom e com meu pai durante minha primeira guerra! E O Que Não Tem Nome Sempre É O Existencial Aprendizado Mais Importante!"

E a cada Legião e pessoa importante de seu pessoal relacionamento, Kanthor incendeia com palavras evocatórias do Valor Guerreiro Keauriotheniano. Incendiárias palavras que levam todos a ouvi-las ao incendiário massacre de todos os inimigos em um Dia Universal. Incendiárias palavras que moldam mortes e Extinções das formas mais sanguinárias possíveis. Incendiárias palavras, sim, que moldam mais uma Vitória Keauriotheniana em uma Guerra registrada em todos os Livros Eternos Bélicos Da Criação. Incendiárias palavras de um Incendiador De Vontades Guerreiras a esmagar com a mão direita o crânio do último inimigo abatido no núcleo do Sol Primeiro De Ggar localizado na Galáxia Dersmkest: Dreth, um incendiado mortiferamente por uma das Maiores Vozes Guerreiras Manifestadas.

E a partir desta primeira batalha sob o comando de seu Generalíssimo, os habitantes de Ggar passaram a compreender o porquê do rude e tirânico modo de ser de Kanthor. Mas, não deram nenhum nome ao que carregaram na forma de tal Compreensão.

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domingo, 13 de dezembro de 2015

Os Súditos De Kshan




Os golpes corretos, certeiros, infalíveis nas proezas de sangue, decisivos nas superações dos inimigos. Um golpe fatal sempre desferido, um gole de sangue na garganta oferecido ao embate mais duro, sangue este bebido em cada crânio de cada inimigo. Mais lutas, incessantes correntezas brutais de mortes sanguinárias, narrações de uma infindável trilha percorrida por uma Imperatriz sedenta de desafios e mais desafios. Sem uma palavra, sem nem olhar as vazias carcaças dos abatidos inimigos, a Imperatriz  Kshan honra a cada um de seus inimigos.

Não há pausa para comer nada além da carne dos cadáveres assada com as rudes ervas dos Campos Yryshus. Não há pausa para beber nada além de sangue, uma Prática Ritualística Keauriotheniana de todo Guerreiro Keauriotheniano. Não há pausa para dormir, é incessante o desejo de matar de Kshan para se alimentar da carne e beber do sangue de seus inimigos. Não há pausa para banhar-se nos Rios Swagus, o sangue mesmo dos inimigos abatidos é a água mais cristalina a banhar o rijo corpo rústico de uma ferocíssima Imperatriz Guerreira.

Não há amizades para Kshan, apenas inimigos tenebrosamente tão ou mais selvagens do que ela prontos para serem abatidos. Inimigos como Konguen Eunmar, decapitado e desmembrado pelas Drughyans, as Espadas Gêmeas De Kshan; Goraus Darback, retalhado 54.322 vezes em seu corpo de Gigante Keauriotheniano (4,66 m de estatura); Alatyha Ocitilop, morta pelas duas lâminas das Gêmeas cravadas na vagina; Atree Omuk, Dawken Terah, Sorabah Herah, Saloper Can, Dwattyer Dannonhlann, Zaber Tysh... Homem, mulher... Kshan jamais contou quantos já matou em seu Império Guerreiro, mas seu nome é temidíssimo em todos os recantos onde uma luta com a sua presença ocorra.

Não há tempo para adormecer, o sono significaria para Kshan ter a cabeça decapitada por um inimigo. Ela mesma decapitara a milhares dormindo somente pelo aplicar de seu frio e calculista método de sobrevivência em seu Império. Como uma Besta Eterna, desprovida de memória, da sanidade e de qualquer noção moral que tenha aprendido, ela e seus inimigos engalfinham-se por todo seu Império em uma alucinada ultravelocidade. Para Kshan, apenas importa impor a sua imperial autoridade. Para Kshan, a sua imperial integridade é o máximo de seus passos em seu governo. Para Kshan, a sua íntima seguridade como governante dos caminhos de sua própria sobrevivência é a capital ordem de seu bruto existir.

A carne assada dos cadáveres: seu cheiro sobe ao firmamento e nenhum inimigo se atreve a aproximar-se enquanto ela come. O sangue que bebe e no qual se banha: a visão de seu corpo coberto de sangue produz um impacto sublime de horror, beleza e êxtase em selvagens paragens. Para Kshan Lamalt, ex-Governante Imperial Universal De Ensb Zar Raashur, uma Colônia Universal Keaueiotheniana, os duros dias na Galáxia Prisional De Trenon, no Universo Gênesis, são esse intenso jogo de sobrevivência. Antes uma Deusa Cósmica Da Espada Flamejante Keauriotheniana, foi destituída de sua Evolução após explodir 78% do Universo que governava ao operar um Conversor Multidimensional Espaço-Temporal a fim de voltar ao Momento Expansionista Inicial Da Obra Moldada para tornar-se uma Automanifestada Primordial. Construído por ela mesma, um Gênio, o Conversor apresentava Falhas Cronoespaciais que ela ignorou e foi necessário que o próprio Thornadoriusis Shodolon intervisse para evitar o Grande Colapso De Toda A Criação. Responsabilizada por toda a Catástrofe Cósmica que Extinguiu incontáveis Existências, ela foi condenada à Prisão Eterna pelo Tribunal Keauriotheniano composto por Artcsom, Amanorap e Oginan, Os Primeiros Seres Evoluídos Keauriothenianos. Ao perder a Evolução, ela perdeu toda a memória e a consciência do que era, tornando-se idêntica a todos os bárbaros Prisioneiros De Trenon que lutam pela sobrevivência nos 788.135 Planetas Prisionais.

Kshan morreu de causas naturais após viver os últimos 454.784.700 Anos Universais da Era Universal De Adhersvorh Arethhagna. Os responsáveis por Trenon, na época, permitiam que os prisioneiros lutassem por sua sobrevivência de planeta em planeta, apostando Riquezas Místicas sobre quem sobreviveria aos embates em cada planeta. Para o empobrecimento de muitos dos Grandes, Guerreiros e Guerreiras que se impunham como carcereiros, Kshan eliminou a todos os demais 99.445.789.097.764.501.234.665.008.006 prisioneiros de toda a Galáxia. E morreu solitariamente abraçada às Gêmeas com um suave sorriso no duro rosto nas margens da Praia Fers do Oceano Uyttes do Planeta Zarbhun- dhal. Antes e depois dela, nenhum outro prisioneiro chegaria a ter lutado tanto pela própria sobrevivência.

Abaixo dela nas margens da Praia, estavam seus súditos. Súditos que nunca bajularam-na. Súditos que nunca presentearam-na. Súditos que nunca curvaram-se ante sua presença. Súditos que apenas planejaram matar-lhe nas Guerras De Sobrevivência De Trenon. Os súditos de Kshan: os cadáveres que ela amontoava de planeta em planeta, comendo-lhes as carnes e bebendo-lhes o sangue.

Nunca houve na História Da Criação uma Imperatriz tão eficiente na arte de governar através da política do assassínio em massa.

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domingo, 6 de dezembro de 2015

Oito Tiros




A chuva nas costas é como o carinho de uma mulher, eu sempre pensava assim ao tomar banho de chuva. Mulheres tive em número elevado, até, quando ainda ocupava um corpo na Terra. Melhor dizendo, quando eu ainda estava do lado que você aí agora está, eu era o que se chama “comedor garanhão”, “galinha”, “safado” e por aí vai. No entanto, um dia conheci Alice, me apaixonei e após três anos de namoro, a pedi em casamento, meu momento mais feliz quando ainda sentia frio ou calor. Alice aceitou e íamos nos casar no dia de Natal deste ano de 2015 em uma cerimônia privada católica que apenas a minha abastada conta bancária poderia arranjar. Mesmo com R$ 30.123.500.988,00 de patrimônio, o mesmo não me impediu de perder a vida em um assalto. Levei sete tiros na testa de uma pistola automática nas mãos de um moleque desgraçado de treze anos. Ele não estava drogado, não é pobre, não é favelado e nem precisava me assaltar. É filho de um vizinho meu, muito mais rico e poderoso do que eu. Os sete tiros ainda doem, morri nesta manhã de domingo e quero a cabeça daquele moleque desgraçado!


Os peritos criminais isolaram a cena do meu assassinato, minha biblioteca. Meu cadáver foi conduzido para o IML e rapidamente preparado para os médicos legistas, coisa que apenas o meu dinheiro, agora gerenciado pela minha mãe, foi capaz de realizar para a dor dela e de todos que me conheceram não se prolongasse por longo tempo. Me abriram à tarde como se eu fosse um dos porcos com os quais tanto me fartei nas quinze fazendas de minha família. Fiquei ao lado, enquanto faziam a autópsia, vendo que o meu rosto, que todos diziam ser belo, ficou plenamente arrasado… Culpa total daquele moleque desgraçado… Fizeram o que puderam com a desgraça que ficou meu rosto, as sete balas foram com cuidado retiradas e, do meu cérebro, não restou nada. O cérebro de um gênio com um QI de 450, como eu era considerado, deveria resistir muito mais.


Lacraram o caixão onde meu corpo está, tiveram que fazer isso, a visão do meu rosto é de horrorizar… Minha mãe não sai de perto da minha casca vazia, meus tios, irmãos, primos, amigos… Todos estão verdadeiramente chocados, não há nenhum sinal de falsidade ou a cobiça pelos bilhões que deixei aí desse lado da realidade planetária. Vejo somente agora o quanto me amavam… Ajudei quando pude, amparei, sempre tratei cada um, seja da minha família ou não, da mesma maneira… E o preço que paguei foi ter levado sete tiros na testa dados por aquele moleque desgraçado! O filho do Otávio, aqui e agora ao meu lado!


Como ele, iniciei minha vida executiva com mineração no Leste Europeu e em sete anos ganhei meu primeiro bilhão. Otávio, meu ídolo, o exemplo que o bêbado e drogado do meu pai não foi. Meu pai… Nem aqui no meu enterro, nem aqui, ele foi capaz de comparecer… Um enfarto fulminante o arrastou daí desse lado há vinte anos e, mesmo aqui deste lado, ele continua ausente da minha… Vida? Morte? Que droga é esta agora na qual estou, algo que todo o meu intelecto nem é capaz de decifrar? Eu vejo tudo, vejo o coração de cada um aqui de luto, vejo você aí lendo estas minhas palavras, vejo o escritor que mediunizo neste momento para poder passar o que sinto após levar sete tiros na testa… Nunca me interessei pela Espiritualidade, sou racional demais para crer no Invisível e, ainda, não creio que realmente esteja fora do meu corpo. No entanto, conhecia o bastante do básico dessa parte do Conhecimento Humano e reconheço agora estar em outro Plano… Tudo é culpa daquele moleque desgraçado! Estou me sentindo ali ainda… Mas, está vazio ali dentro daquele caixão fechado… Não há mais nada para mim aqui, mais nada… Eu vou atrás dele… Atrás daquele moleque desgraçado!


Mais, muito mais, rápido do que o vento… Isto é ser um espírito? Estou agora na mansão ao lado da que eu deixei como herança para a minha mãe. É a casa do meu assassino, que agora está no quarto, desgraçado! E com outro nos braços! Ricardo, você nem esperou que me enterrassem, não é? Logo arrumou outro para comer! Me matou porque não podia aceitar que eu iria me casar com a Alice! Ela era a mulher da minha vida, minha paixão para apresentar diante da minha família! Você sempre será meu amor, seu moleque gostoso desgraçado, meu cu sente a falta da cabeça do seu pau! Que se dane tudo, eu ainda quero, mesmo aqui, a cabeça do seu pau dentro do meu cu! Ricardo, você não consegue me ouvir, mas eu nunca vou sair de perto de você! Eu nunca vou sair, mesmo se a Polícia te prender quando e se deacobrirem que você matou! Nem na prisão, irei te abandonar, você é meu eterno amor, seu moleque! Meu verdadeiro amor, moleque desgraçado!


Nem eu e nem ela aqui atrás de mim iremos te abandonar! O oitavo tiro da sua pistola atingiu em cheio o coração de Alice, que entrava na biblioteca naquela hora após ouvir os tiros anteriores! Você também a matou, moleque desgraçado! E,  agora, Alice sabe a verdade… E o olhar dela me condena… O coração dela sangra sem parar, assim como da minha testa sangue continua a escorrer… E a minha cabeça continua a doer… Tudo por sua culpa, seu moleque desgraçado! Tudo por sua culpa, seu moleque gostoso… Você, Alice, tudo isso aqui… Leitor, não me condene como Alice agora me condena, por favor! Eu somente amei um moleque lindo, gostoso e desgraçado que me comia quase todo dia… E continuo amando… E continuarei amando… Você nunca amou desesperadamente como eu amo o meu moleque comendo agora outro em meu lugar?


Alice me condena… Alice me perseguirá sempre me condenando… Ela me culpa e se sente traída… Eu amo Ricardo, ela o odeia… E ela agora me odeia e vai fazer de tudo para arruinar meu pós-vida e a do meu amor… Estamos juntos, no entanto, em um ponto: queremos arruinar Ricardo. Eu, por motivos que expus acima; ela, pelo ódio que a conduz agora aqui deste lado. Oito tiros nos puseram nesta situação, Ricardo, oito tiros dados por você… Não descansaremos até termos você conosco, meu moleque travesso maravilhoso…


Te amo, gatinho…

Inominável Ser
SEMPRE
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TIROS
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sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

O Primeiro Sangrento Jardim De Bayka



03 de julho de 2597. 15:56 h. É uma tensa hora entre as duas Forças Militares nas ruínas da Cidade Eterna De Magadan, a oeste da Rússia. A última Cidade ainda resistente ao Poderio Gnaix na Guerra Do Oeste Russo (2577-2597) conta com a liderança profundamente digna dos Generais Supremos De Guerra Hylyah e Byroh Rinji-Narinsky Jokat Nersky Samlah. 36.259 combatentes são os últimos moradores da Cidade, cujo contingente populacional antes da guerra era o quadrúplo desse número. Do lado Gnaix, uma frota composta de 445 Navegadores Místicos ocupa todo o Mar de Okhotsk, portando um contingente de 365.098.711 Soldados. A estes liderando, uma adolescente de 14 anos que dois dias antes assumira o posto de General Suprema após a morte da mãe, Zarla Gnaix, nas mãos de Hylyah em uma tentativa de invasão de Magadan. Ainda Sentindo as Vibrações da Cerimônia Mística Crematória do corpo de sua mãe, Bayka observa aquela cidade da proa de um Navegador há 16 km da mesma.

O Clã Gnaix, ao final do século 26, é o mais poderoso da Terra recolonizada e salva da Extinção pelo Império Keauriotheniano, tendo à frente o próprio Imperador Thades Ocitilop Shodolon, após os desastres ocasionados pela Terceira Guerra Mundial (28/01/1981 - 15/06/1981). Em 2597, três membros do Clã Gnaix governavam três continentes: Solrak, a África, desde 2430; Ekna, a Europa, desde 2418; e Zyula, a Ásia, desde 2409. Neste continente, contudo, o Governo Imperial Continental era o mais conturbado de todos por causa da inimizade dos Gnaix com todos os Clãs Russos, principalmente os Jokat Nersky Samlah, Rinji, Rinji-Narinsky e Rinji-Narinsky Jokat Nersky Samlah. As guerras eram permanentes, mesmo em meio aos Levantes Do Aço organizados por Supremacistas Humanos contra a presença dos Keauriothenianos na Terra. Zyula, prima de Zarla, obrigou Bayka a executar A Vingança Do Sangue Keauriotheniano contra a assassina da mãe da mesma. Mas, Bayka nunca ergueu sua katana contra uma vida, ela é uma jardineira e, não, guerreira.

Nascida na Cidade Eterna De Bakpatur, Nepal, no Templo Místico-Militar Do Buddohakotmar Heltizengon (Arte Mística Marcial que mescla Budismo, Espiritualismo Keauriotheniano e Kenjutsu), sempre gostou mais de cuidar dos Jardins de Árvores e Plantas Místicas Keauriothenianas de sua Cidade do que treinar técnicas de combate. As propriedades curativas da Sennj; os estudos quânticos proporcionados pela estrutura biomolecular das Dreukans; as raízes dos Parjans que podem ser transformadas em bebidas misticamente produtoras de êxtases profundos; os frutos infindáveis dos Derclouns, propícios para todas as gestantes; as maravilhas alimentares geradas pelos Pysvarths; as folhas comestíveis dos Darjauryns; os nomes e as qualidades de todo o quase infindável emaranhado da Flora Mística Keauriotheniana: Bayka tudo aprendera com uma Mestra Mística Da Natureza Cósmica, Asgan Agaser, e era sua única preocupação. Mesmo sendo uma Potencial da Grandeza Keauriotheniana de Estrutura Evolutiva Elevadíssima, preferia Sentir o Aroma Espiritual Dos Verdes Campos Místicos Nepaleses. Mas, ser filha da General Primeira Nepalesa e do Governante Imperial Estatal, o Grande Dravyus Gariobard, destinava-lhe ao mesmo destino de seus 148 irmãos: o campo militar.

Sem fuga para seus jardins. Sem chance para, agora, voltar a ser a doce menina inocente do Verde, a Filha Gnaix Das Árvores, como os nepaleses chamavam-na. Sem caminhos que agora livrem-na da obrigação de ser uma Gnaix Filha Da Guerra, algo que até mesmo seu pai fez questão de lembrar-lhe. Toda a responsabilidade da vingança pelo assassinato de sua mãe foi exclusivamente lançado em sua pele, alma e existência. Ela quer voltar para o Verde, sentir o aroma das folhas, das raízes, dos frutos, das flores; cuidar de humanos que lhe pediam ervas especiais para todo tipo de mística obra; nadar nos rios, lagos e cachoeiras nepaleses; tratar dos Animais Místicos de seu querido país... Bayka, agora parada na proa de um Navegador, lança-se bem distante, bem distante, bem distante...

- Senhora Bayka? Aguardamos suas ordens...

Ela não sentiu a aproximação de Akhedna Gnaix, uma prima chinesa dois anos mais nova do que ela. Olha para a prima com firmeza; aperta com mais firmeza ainda a negra bainha de Wlazongher, sua Katana Sagrada; e volta-se para Magadan. Sem fuga. Sem chance. Sem caminhos. O Clã lhe pressiona. O Clã lhe convoca. O Clã lhe mostra o verdadeiro passo de sua verdadeira trajetória. Ela é uma Gnaix.

- Queimemos Magadan.

Todos os combatentes dos Navegadores partem para o ataque definitivo à Cidade, impiedosos e decididos a vingarem a morte da carismática e dura líder que foi Zarla. Mesmo relacionando-se a certa distância com a mãe, durante as nove horas de combate Bayka sentiu a necessidade de honrar a memória da mesma com uma massacrante atuação contra os habilíssimos Soldados a serviço de Hylyah e Byroh. Estes conseguiram fazer com que o menor número de combatentes sob sua liderança eliminasse, ainda assim, 46% das Legiões lideradas por Bayka; e conseguiram escapar da Cidade, feridíssimos pela mesma, escoltados por 55 Soldados. Runan Rinji, O Demônio Espadachim Da Mão Esquerda, salvou as vidas de seus Generais e primos, permanecendo na Cidade combatendo a Líder Gnaix durante mais três horas.

Ao rasgar a garganta de Runan profundamente e arrancar-lhe as pernas, Bayka finda sua participação na primeira batalha de sua existência. Encharcada do sangue do último inimigo abatido e de outros 7.894 que matou, ela olha para seus comandados a gritarem felizes pela vitória. Fincando sua katana ao solo, fixa o olhar 29 metros à frente e fita o cadáver de uma criança de seis anos decapitada, com as mãos atadas ao cabo de uma pesadíssima espada, que morreu defendendo Magadan ao lado dos pais, também decapitados e em redor dela. Três moradores de uma Cidade que ela mesma abatera.

O Vermelho passou, então, a ser a cor da trajetória posterior de Bayka.

Inominável Ser
BÉLICO
CRONISTA
INOMINÁVEL


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