sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

Kasy, A Sábia Sanguinária Dos Olhos Imbatíveis


Kasyohphetdrya Harok, já foi denominada Kasy, A Idiota; Kasy, A Estúpida; Kasy, A Fracassada; Kasy,A Ridícula; Kasy, A Fraca; Kasy, A Destruída; Kasy, A Menor; Kasy, A Que Nunca Será Nada… Atando às pernas faixas místicas de fortalecimento muscular em seu recinto na sede do Império Keauriotheniano, o Castelo Eterno, ela relembra cada uma das humilhações que desde criança sofre por preferir o Estudo ao invés da Guerra. Mas, é a Guerra De Keauriothen Contra Derauxans, uma Dimensão de Guerreiros Místicos brutais e selvagens, que a obrigou a ser uma Guerreira Eterna Xifarg. Nascer na metade guerreira do Clã Harok não lhe auxiliou em muita coisa e seus pais, Aaros e Kayshomydra Harok, Grandes Da Luta Eterna, Seres Evoluídos do topo da Pirâmide Evolutiva Keauriotheniana, violentamente doutrinaram-lhe nas Artes Bélicas. Única Sábia entre seus 11.230 irmãos, viu seus livros, escritos e pergaminhos serem queimados; foi afastada de seus amigos, todos os Mestres Da Sabedoria Keauriotheniana, como Amanorap e Oginan Ocitilop; e diários e noturnos espancamentos foram parte de seu brutal treinamento. Ela se lembra das humilhações, todas feitas por seus pais e irmãos, desde sempre… E se prepara para enfrentar seu pai na final do Torneio Anual De Luta Eterna do Planeta Keauriothen, que decidirá a linha de frente dos comandantes das Legiões na Guerra que ora é travada, composta pelos doze primeiros classificados naquele. Kasy de tudo se lembra…


Nascida na Cidade Eterna De Mur, a Genialidade Científica-Filosófica de Kasy aflorou poucos meses após seu nascimento. Completa em todos os atributos que moldam um Gênio, mas um Ser Comum, foi desprezada veementemente pelos Guerreiros Harok Evoluídos. Seus pais nunca lhe deram afeto ou carinho, sendo vista apenas uma aberração entre irmãos que eram respeitados como Evoluídos Perfeitos. Seu consolo eram os Harok Sábios de seu Clã e os de outros Clãs, em sua cidade-natal e em outras do planeta, amizades que lhe preencheram da sensação de ser amada, respeitada e considerada como um Ser Vivo. Vestindo agora seu Traje Místico de Combate, ela se lembra que seus pais e irmãos não a consideravam nem mesmo um Ser Vivo… Era por eles xingada, humilhada, espancada… E, até mesmo, era abusada sexualmente pelo pai e os 6.397 irmãos do sexo masculino… Sua mãe e irmãs consentiam e ela era ameaçada de ter todos os seus amigos mortos, incluindo Amanorap e Oginan, irmãos da Poderosíssima Artcsom Ocitilop, A Primeira Evoluída Keauriotheniana, se contasse a qualquer um deles sobre os abusos que sofria. Kasy de tudo se lembra…


Colocando faixas nos punhos, ela volta no tempo para pensar em seus melhores amigos e Mestres Espirituais, Amanorap e Oginan. Com eles, muito aprendeu, sendo-lhe abertas as Portas Internas Da Mística Contemplação Cósmica, um dos Caminhos Secretos para a aquisição de uma Evolução. Este fato em seu Ser, ela conseguiu ocultar de seus pais, dois poderosíssimos Evoluídos à altura de Artcsom, por meio dos Ensinamentos Ocultos da Ordem Mística de Amanorap. Com os Seres Lunares nascidos do útero de Oginan, aprendeu a acessar Conteúdos Automanifestados da Natureza Universal a fim de se ocultar ainda mais de Olhos Espirituais. Tudo se encaminhava muitíssimo bem para ela se tornar uma discípula de Amanorap na Ordem desta, Evoluída, mas a declaração de guerra de Derauxans por causa da invasão de um de seus domínios por Intercruzadores Dimensionais Keauriothenianos a tudo fez ruir… O que aprendia com Amanorap e Oginan lhe ajudava a suportar os abusos e demais maus-tratos impostos pelos seus entes mais próximos, que se envolviam em Mantos de Ocultamento para não serem vistos por qualquer outro Evoluído do planeta. Retirada do convívio com suas grandes amizades, principalmente, ela foi confinada nos subterrâneos do Templo Da Luta Eterna Harok de Mur e, durante um ano, intensivamente doutrinada de um modo cruel e sádico… Kasy de tudo se lembra…


Já pronta para a luta, ela apenas prende os cabelos em uma trança e sai de seu recinto, se encaminhando para o lotadíssimo e imenso pátio central do Castelo, onde ocorreu o Torneio. Enquanto desce os 1.627 degraus que levam ao pátio, calmamente, as lembranças do treinamento marcial lhe torturam uma vez mais… Após o fim de cada treinamento, se ela fosse bem, era estuprada pelo pai; se fosse mal, era estuprada pela mãe com o cabo de uma monstruosa espada de um Gigante Harok que lhe foi antepassado, Zaaroh. Ela compreendeu que o objetivo deles era fazer com que ela lhes negasse como pais, o que, segundo as Leis Eternas Keauriothenianas, culmina na Extinção Existencial daquele ou daquela que nega o Sangue Bioespiritual de seu Clã. Ela não os negou, mas aprendeu com cada treinamento e estupro a ser o que eles queriam que ela fosse… Quase ao fim do treinamento, apenas o pai a estuprava, suas habilidades germinaram esplendorosamente magníficas. Em todo estupro realizado pelos pais, ela não chorou, não gritou, não se mexeu e nem sentiu dor… Ela internamente aproveitava esses momentos para, ocultamente, desenvolver suas Habilidades Místicas Internas e aguardou… A Guerra foi oficialmente anunciado para os residentes comuns em Keauriothen após seu treinamento e Thornadoriusis Shodolon, o Soberano Keauriotheniano, aproveitou a proximidade da guerra para realizar o tradicional Torneio Planetário Anual de Luta Eterna com o intuito de determinar os Comandantes Guerreiros. Os pais obrigaram-na a participar e, a cada luta, as lembranças fortaleciam-na cada vez mais… Kasy de tudo se lembra…


Drerys Shet, Naeub Rinji, Rean Ocitilop, Xader Terah, Jaan Can, Redha Serah, Egea Oalduthen, Naraya Epamiker, Kalyas Seranh, Fawyt Angam e outros 1.500 excelentíssimos e experimentadíssimos Lutadores Eternos foram por ela derrotados em 446 dias com eficiência e técnica raras para uma novata como ela. Seu pai chegou à final derrotando também 1.511 Lutadores da mesma Categoria como Vardo Dar, Har Can, Kathaut Admeft Nceferdsatykynbleus, Lakae Neftalih, Sarala Comud, Eralo Ocitilop, Pasara Jokat Nersky Samlah e Gareama Sarakjen, os maiores discípulos marciais de Artcsom; e, na semifinal, derrotou sua mãe em um combate digno dos maiores de todos os tempos da História Keauriotheniana de Torneios. Kasy chega ao pátio e é ruidosamente ovacionada por 51.432.800 dos presentes, excluindo sua mãe e irmãos. Estes olham-na com desprezo e descrédito, não crendo na verdade do que viam, no quanto ela adquiriu de ferocidade combativa no treinamento duríssimo pelo qual passou. A arena é um quadrilátero de 356 m² no centro do pátio e cada luta conta apenas com os dois oponentes no interior do mesmo. Caminhando para a arena, ela fita seu pai, aguardando-a com os braços cruzados, ultramusculoso, agressivo, selvagem, a encará-la com um infinito desprezo. Em outra época, a visão dele faria seus olhos lacrimejarem de nervosismo, mas os olhos de Kasy agora são outros, algo que enfurece ainda mais seu pai, que desejava quebrá-la e vê-la derrotada na primeira luta. Caminhando até ele, Kasy se lembra de cada espancamento, estupro e mau trato sofrido nas mãos dele… Kasy de tudo se lembra…


Olhando em redor, ela nota que Amanorap, Oginan e nenhum de seus sábios amigos se encontra entre os espectadores; e, olhando em direção ao Soberano Thornadorousis, sentado no Trono Eterno e rodeado por suas Amantes Procriadoras, nota que Artcsom não se encontra presente. Seu olhar, então, se fixa nos do Primeiro Ser, a este transmitindo algo que o faz sorrir e aquiescer com a cabeça positivamente; os demais presentes nada notam deste movimento de seu Imperador, tão magnetizados pela presença dela na arena. Tornando-se ídolo entre as massas guerreiras de todo o planeta, respeiitadíssima por causa de suas proezas marciais, ela recebeu até mesmo pedidos para Concubinato e Matrimônio Eterno, os quais educadamente recusou. Seus olhos agora voltam-se para seu pai, ela pára de caminhar 17,07 m. à frente dele… Unindo as pernas e pondo os braços cruzados acima dos seios, ela grita altíssimo, calando a todos, e assume a Posição de Combate Garen Harok: as pernas flexionadas em 90°, apoio na ponta dos pés e os braços abaixados à frente do abdômen, com os punhos unidos. Seu pai gargalha…

— Você vai lutar comigo com uma das Técnicas Inamovíveis que eu posso, simplesmente, quebrar com um golpe? - Apenas sua mãe e irmãos acompanham-no nas gargalhadas, os demais estão calados; esses Harok não são agradáveis aos olhos da maioria da população guerreira planetária e nem atraem muitas simpatias. – Creio que a sua fama tenha lhe subido ao sábio crânio! Você era Kasy, A Já Derrotada, quando iniciou sua participação neste Torneio! Vai ser Kasy, A Quebrada, quando ele terminar!
— Aaros, O Assassinado Pela Filha Desprezada, fica bem melhor, querido pai.

As gargalhadas cessam após estas tranquilas palavras de Kasy em um tom de voz igual ao do bronze sendo tocado pela ponta dos dedos. Os brônzeos olhos dela determinam-se impactantes e, por um momento, intimidam Aaros, que assume, enfim, a Posição Rajabah Harok de Combate: braços erguidos, punhos fechados, pernas flexionadas em 25°. Seu grito guerreiro é tão alto quanto o da filha, mas não chega a ser tão impactante para cada espectador presente.

— A sua afronta vai ter uma resposta adequada minha, Kasy… - Ele abaixa os braços e começa a movê-los lentamente em círculos ao lado do corpo. – Kasy, A Que Não Pode Se Mover Mais, é o que vai ser seu Nome Eterno até sua morte natural em um recinto qualquer!
— A Águia Universal Pousa Nos Mais Distantes Palcos Da Cósmica Viagem De Cada Alma Eterna. Sangue você tirou de mim, muito sangue, dor… Mas, note que eu nunca chorei ou gritei, nem desisti de ser o que você, minha mãe e meus irmãos queriam. Três tipos de carrascos tive desde meu nascimento e é com apenas três golpes que eu vou te matar, meu querido e amado pai.
— Cale-se, desgraçada, você nunca devia ter sido deixada viva! Quando nasceu, eu a quis jogar no espaço por causa do dejeto existencial que você é, mas sua mãe não deixou! Ela quis que você fosse um exemplo para seus irmãos de como são insignificantes os Seres Comuns e foi apenas isso que sua maldita existência foi para nós! Eu vou te quebrar hoje, te massacrar, te inutilizar completamente como mulher e Ser! Mas, você é uma coisa para mim, nem uma mulher e um Ser de verdade você é!
— Não é hora de discursarmos sobre nossa falta de afetividade e amor, queridíssimo pai. É a hora na qual eu vou te matar, amantíssimo pai, con apenas três golpes.
— KASY, A LUTADORA INUTILIZADA PELO PAI, É O QUE VOCÊ VAI SER!!!

Aaros corre, à Velocidade da Luz Eterna, desferido socos capazes de pulverizar planetas; sem se movimentar com as pernas ou qualquer outra parte do corpo, Kasy vê cada golpe antes de ser desferido e os desvia calmamente com a palma das mãos. Após 350 x 10³ socos, ele inicia diversas séries de chutes em uma desconhecida Velocidade; cada chute, no entanto, é desviado pelas calmas palmas das mãos de Kasy, em seu Inamovível Estilo Marcial De Luta Eterna. Desferindo 900 x 10⁴ chutes, Aaros pára de atacá-la e se afasta 24,60 m. às costas dela. Com exceção de sua esposa e filhos, todos os demais gritam, estremecendo o planeta inteiro com as Vibrações de suas Vozes Eternas:

KASY!!!


KASY!!!


KASY!!!


KASY!!!


KASY!!!


KASY!!!


KASY!!!


KASY!!!


KASY!!!

Por dez minutos, Aaros fica a fitar-lhe a partir das costas, tentando encontrar uma brecha, uma falha, uma ruptura defensiva… Nada disso encontrando, reinicia o ataque, segue atacando, segue atacando, segue atacando… Durante 1.749 dias, Aaros ataca Kasy com todos os inumeráveis golpes dos inumeráveis Estilos Harok De Luta Eterna; e, calmamente, as defesas dela anulam cada um, sem que a mesma mexesse o restante do corpo, apenas os definidos braços… O tempo não afetou a ninguém, hipnotizados todos estiveram durante a passagem dos longos dias e noites keauriothenianos de duração desta luta. Ao amanhecer do 1.749° dia, Aaros vê-se inutilmente sem nenhuma possibilidade de atingi-la com um golpe sequer, tamanha maestria defensiva dela. Então, desesperado, emite um Grito Eterno que atravessa todo o Universo Gênesis e avança reunindo no punho esquerdo toda sua força para desferir um Golpe Definitivo, o qual equivale ao Indefinível Peso De Infinitos Universos em termos quânticos calculáveis. Kasy apenas envolve com as palmas das mãos o punho esquerdo do pai, devolvendo todo o peso do mesmo para o corpo do pai; o corpo inteiro deste, devido ao contragolpe eficientíssimo em sua conclusão, perde toda a mobilidade.

— Este primeiro golpe é por cada humilhação e estupro que sofri nas mãos de meus irmãos, querido papai.

Kasy desfere com a palma da mão esquerda um golpe no pênis dele, esfacelando a este.

— Este segundo golpe é por cada humilhação e estupro que sofri nas mãos da minha mãe, pelo descaso e desprezo das minhas irmãs, amado papai.

Kasy desfere com a palma da mão direita um golpe na Marca De Thornadoriusis na testa dele, atingindo-lhe a Mente, o Espírito, a Evolução, extinguindo-lhes.

— E este terceiro golpe é por cada humilhação e estupro que sofri nas suas mãos, saudoso papai.

Por três minutos, Kasy fita fria e impiedosamente os olhos mortos do pai, mantendo-o em pé com apenas a palma da mão direita, com seus brônzeos olhos verdes-escuros… Kasy de tudo se lembra… A primeira humilhação… O primeiro estupro… A última humilhação… O último estupro… Ao afastar a mão da testa dele, o mesmo tomba para trás, morto; o silêncio ecoa agora no pátio e, antes que sua mãe e irmãos gritem por seu sangue, ela corre… Corre em direção à escadaria que desceu para chegar à arena… Corre para o recinto no interior do Castelo Eterno, onde foi recebida como Hóspede Primordial por causa da Grandeza do Clã Harok como um todo e que, por causa disso, a protegerá de todo e qualquer ataque… Corre e se tranca em seu recinto, onde fica a ouvir os clamores de sua mãe e irmãos pela sua existência direcionados a Thornadoriusis… E agora, dentro do recinto, ela se ajoelha, fecha os olhos e, pela primeira vez, derrama lágrimas, ouvindo os seus adoradores gritarem seu nome na arena:

KASY!!!!


KASY!!!


KASY!!!


KASY!!!


KASY!!!


KASY!!!


KASY!!!


KASY!!!


KASY!!!

………

Contam as Crônicas que Kasy tornou-se amante de Thornadoriusis para escapar da Pena Capital Eterna, pois em Torneios Anuais e demais Torneios Keauriothenianos os combates mortais eram proibidos por Leis Eternas; protegida pela sua condição de Concubina Procriadora, após prever que sua mãe e irmãos a Excluiriam Espiritualmente do Clã Harok (Ato Místico que retira de qualquer Ser Comum a mínima possibilidade de se tornar Evoluído), matou-os a todos em uma batalha que acabou por destruir toda a Cidade Eterna De Mur, deixando milhões de feridos; após assassiná-los, fugiu do planeta e de Artcsom em um Intercruzador que roubou na mesma Cidade, raptando o Comandante Belenzer Borock e matando os 718.000 tripulantes que tentaram impedi-la; obrigou Belenzer a levá-la até o Universo Salur Meyth, Colônia Universal Keauriotheniana, governado por um parente dele, Khrystos Harok, Deus Sábio Maior daquele; matou Belenzer após chegar ao seu destino, pedindo posteriormente a Khrystos proteção, apagando-se existencialmente; para garantir a fidelidade de seu anfitrião, seduziu-o, tornando-se amante dele; adquiriu após intensívissimo treino, sozinha, uma Evolução como Deusa Sábia Guerreira; decidiu sozinha a Guerra contra Derauxans, explodindo toda esta Dimensão com um Artefato De Antimatéria Automanifestada que ela mesma construiu, extinguindo inumeráveis existências, obrigando a rendição dos sobreviventes que se encontravam lutando contra Keauriothen no Plano Universal; retornou a Keauriothen, onde desafiou para uma Batalha Mística sua perseguidora, Artcsom, que derrotou na mesma arena onde matara o pai; pediu perdão ao planeta e à Raça por seus crimes; foi inocentada por Thornadoriusis e ovacionada, uma vez mais, por seus admiradores; planejou e participou da reconstrução de Mur, atraindo muitos Harok com seu natural carisma de líder; usou Khrystos como pôde durante seis Eras Universais, gerando com ele 151.331 filhos; atraiu imenso contingente do Clã Harok com suas Idéias de Expansionismo, Superioridade Racial e Imperialismo; por causa desse caminhar extremista, a amizade com Amanorap, Oginan e demais Sábios Keauriothenianos findou-se; traiu Thornadoriusis e toda sua Raça ao ser responsável pelo Primeiro Separatismo Racial, conduzindo 75% do Clã Harok para os Mundos Superiores a fim de conquistar um Império; este, ela conseguiu com muito sangue, massacres, escravizações e a Extinção de incontáveis Raças em uma guerra que travou durante 800 Eras contra Forças de outros Mundos comandadas por Zabay-Atlay Aumrareelz Banjeur Jeturen Apeumit Athdernu (Deus Do Templo Universal Dos Mundos Superiores) e Faabet-Borah Samaf’adorckor Nothah (Deusa Das Sagradas Criaturas De Tenku Kay), que derrotou; após se consolidar como Imperatriz de Haroktodoluna, Extinguiu Khrystos e todos os demais homens com os quais teve filhos, pois não queria consortes ao seu lado que um dia viessem a trai-la.


A História Da Criação julga-a como uma das Tiranas mais sanguinárias e cruéis que já existiram, uma Carniceira Evoluída que está no mesmo rol dos Maiores Criminosos Evoluídos. As Crônicas, no entanto, são imparciais, narram apenas acontecimentos históricos e deixam aos leitores das mesmas os julgamentos próprios a cada um. O que aqui foi narrado é A História de uma Harok entre tantos outros Harok, uma Keauriotheniana que se destaca por méritos próprios sob qualquer ponto de vista: Kasyohphetdrya Harok, A Terceira Deusa Sabia Maior Keauriotheniana, Aquela Que Uniu O Espírito Da Sabedoria Ao Espírito Da Guerra; Kasy, assim conhecida no longínquo Passado Planetário Keauriotheniano; Kasy, A Sábia Sanguinária Dos Olhos Imbatíveis.

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