segunda-feira, 6 de junho de 2016

O Melhor Veneno Por Mim Já Saboreado



Nunca se pode esquecer uma experiência como aquela, que foi a melhor de todas as fantasias que realizou-se de uma deliciosamente inesperada maneira. Desde a primeira mulher que beijei até a última com a qual me relacionei fixamente, jamais tive o prazer obtido em uma foda bem dada e gostosa como naquela madrugada. Mas, não foi com uma humana a minha melhor foda; aliás, as duas que me abençoaram durante toda aquela madrugada que não parecia jamais terminar nem humanas são… Sim, foram duas, uma Deusa e uma Diaba de um panteão muito negado pela Humanidade, um panteão que arde em cada piroca, cu e buceta branca, preta, amarela e vermelha.

A navegação na Internet naquela madrugada estava me fazendo naufragar em sites de pornografia hardcore; paus, cus e bucetas dos mais variados desfilando diante de meus olhos. Estes libertinos colares que tenho no rosto, que não tiram o brilho do corpo de mulheres pelas ruas, começaram a ficar pesados, comportando algo parecido com toneladas imensas de areia. Cheios de areia, uma areia de doce doce odor senhora de de um fel abrasador, meus olhos começaram a pesar mais e mais e muito mais ao som da erótica versão de Like a Virgin levada a cabo por Marilyn Manson e Nine Inch Nails. Nem percebi quando estava já a sonhar, quando tive a visão de uma mulher com espartilho atrás de mim… Somente aparecia da cintura para baixo e balançava festiva um chicote… Os largos quadris dela ardiam em negras chamas e tinham eterna firmeza fora de tudo que é conhecido como indestrutível… Aqueles quadris me chamavem… Diziam com lascívia meu nome… Dançavam serpentinamente com doçura… Sussurravam:


“Dance Comigo Nesta Noite,
Dance Comigo Na Obscura Face Noturna,
Dance Dentro De Minha Vulva
Cuja Música É O Louvor
A Todo Prazeroso Vital Fim…”


Acordei ao som da palavra “Fim” e, em pensamento, lamentei… Porém, senti o meu quarto estranho, com Presenças calorosas, ondas amantes da minha agitada piroca… Tocava a segunda versão de Iina Tamiira, do DVAR; o navegador da Internet estava em uma das páginas da Bang Bros; e, nitidamente, deu para ver o reflexo dos largos quadris Daquela com a qual eu sonhei, atrás de mim… Me virei lentamente na cadeira e a surpresa me arrebatou tanto que me ajoelhei diante Daquela dos largos quadris, diante de Lilith a lascivamente sorrir para mim!

– Lilitu Aga Sha’rumea! – Cumprimentei-a em uma linguagem há muito morta.
– Quietinho, Meu Filho, Quietinho… Você Tanto Me Chama, Me Seduz, Me Cativa, Me Ama, Que Fiz Questão De Pessoalmente Lhe Trazer Um Presente! Meus Presentes Você Sabe Que São Especiais, Nem Mesmo O Filhinho Querido Do Governante Da Criação Resistiu A Um Dos Meus Presentinhos… Vou Te Iniciar, Serpentino Filho Meu, Em Um Rito Próprio Dos Seres Do Abismo Para Que Em Ti Tenhas A Minha Marca E O Meu Veneno. Vou Te Ensinar A Sacudir Os Quadris Das Humanas Como Se Estas Estivessem Sendo Fodidas Por Um Terremoto. Vou Te Dar O Conhecimento Mais Secreto Da Filosofia Da Foda, A Minha Filosofia, Eterna Força De Todo Amado Filho Meu. Por Isso, Eu Vim Com Ela, Para Me Auxiliar Nesta Sua Iniciação E Te Tornar Um Dos Mestres Da Putaria Sagrada. Ela Já Te Conhece Há Um Bom Tempo E Você Também A Conhece; Preciso Apresentá-La?

Tocava Darkest Dance, do Neon Zoo, e, só então percebi atrás de minha Mãe  Diana Margot, de corpete, cinta-liga e calcinha fio-dental vermelhos e pretos, assim como Aquela. A safada acariciava a ponta do chicote Desta como se fosse a cabeça de um pau e piscou para mim, toda sorridente como uma puta das mais descaradas. Naquela hora, o meu pau já estava mais duro do que diamante…

– Ela É A Maça Que Te Dou, Meu Filho, Uma Das Sagradas Maças Da Minha Árvore De Libertinagens E Putarias, Uma Filha Muito Amada Que Me Justifica E Valoriza. O Que A Ele Daremos, Diana?
– O calor de tudo que é buraquinho nosso…

Diana soltou a ponta do chicote, que Lilith encostou no meu queixo, fazendo-me erguer a cabeça, voltando-a para trás; Ela bateu nas quatro paredes do meu quarto para Selar o mesmo; soltou o chicote; começou a tirar minha roupa, junto com Diana, que estava atrás de mim, levantando-me do chão; já estando nu, as duas ajoelharam-se; Lilith chupou minha pica metendo-a até o fundo da garganta; Diana abriu meu rabo com a boca e chupava o olho do meu cu; So Confused, do Anima, tocava; eu, em transe, delirava em mágicas palavras:

– Lilitu Sou Dua Tarush Daka! Ahnybayyd Togusha Duka Sou Tokanusha!

Gozei na boca das duas; meu pau, no entanto, duro continuava; elas fizeram-me ajoelhar de novo; Lilith esfregou a buceta em negras chamas na minha cara; Diana esfregava, ao mesmo tempo, a buceta dela na minha nuca; abri a boca para chupar o grelo da Serpente delirando em mágicas palavras ditas com toda aquela gostosa pele emanando fluidos e líquidos saborosíssimos:

– Lilitu Lilitu Lilitu Adanoma Baruka Kanash Darash!

Diana trocou de lugar com Ela e chupei a buceta ardente da mesma, metendo minha cara todinha, delirando ao som de Suicide, do Blutengel, com mágicas palavras dos meus úmidos lábios ecoando:

– Ayhybayyd Ahnybayyd Ahnybayyd Sogamuh Tusguh Luxuroh Zantush!

Os litros do gozo dela juntaram-se aos de Lilith, escorrendo pelo meu tórax; Diana virou-se e começou a esfregar aquele rabão quente dela na minha cara; o cheiro do cu dela é como o de ervas doces de libertinos campos; meti a língua no buraco apertadinho daquele cu; leite mais doce do que todo leite já saido de um cu do dela saiu, inundando-me a garganta; Lilith esfregava o rabão Dela na parte posterior do meu crânio, fazendo jorrar pelas minhas costas o Seu leite; fizeram-me a cabeça de sanduíche, gargalhando excitadíssimas; excitadíssimo, mágicas palavras ecoaram dos meus mais do que úmidos lábios:

– Lilitu Ahnybayyd Sothanu Hashush Hagatosh Duroha!

Litany, do Alex Qwedra, começou a tocar; as duas deitaram-me no chão; uma cama que não estava lá surgiu, de repente, com lençóis cheirando a sândalo e almíscar; Diana enfiou meu pau no cu dela, sentando de costas para o meu rosto; Lilith sentou com aquele magnífico rabão que Ela tem na minha cara; chupei o olho do cu da Serpente; lambi o olho do cu da Serpente; meti a língua dentro do olho do cu da Serpente; o sabor do cu da Serpente é como o das doces águas de uma cachoeira, recheadas de mel, açúcar e fel; meu pau era castigado por Diana, pulando nele como uma maluca, gargalhando; ela gozava tanto que a cama ficou toda encharcada; o meu rosto foi banhado pelo leite do cu da Serpente; e as mágicas palavras ecoaram dos meus alucinados úmidos lábios bebendo aquele Sagrado Leite:

– Lilitu Ahnybayyd Washusaruhr Rushoad Galophtena Aduska!

Lilith sentou com a buceta na minha cara; enterrei minha boca toda na Vulva Dela; Diana aumentava cada vez mais a velocidade das cavalgadas; a temperatura no quarto estava a níveis elevadíssimos; tocava Goldene Zeiten, do Unheilg; Lilith gozou; bebi tudo; Ela saiu de cima da minha cara; ajoelhou-se à esquerda da cama; me beijou com fúria, prazer, garra; aquele beijo fluia para dentro de mim; me sugava; me alimentava; me envenenava; me fortalecia; Diana também me transmitia energia, alcançava uma velocidade desconhecida nas cavalgadas; eu, delirava mais; ficava endurecido mais; e, perto dos lábios da Serpente, quando Esta afastou os Dela, mágicas palavras recitei:

– Lilitu Ahnybayyd Lehmush Garusthar Ramaudrar!

Diana e eu tivemos múltiplos orgasmos; incansável, ela retirou o cu do meu pau; Lilith ficou no lugar dela, pondo o cu todinho, de frente para mim; começou a cavalgar em uma velocidade muito maior do que a de Diana; ao som de Wollt ihr das Bett in Flammen sehen?, do Rammstein, Ela cavalgava; Diana me beijava; o beijo da rameira safada gostosona ampliava-me os sentidos; eu me Via fodendo com  outras Deusas; eu me Via fodendo com outras Diabas; Diana parou de me beijar; me ofereceu os peitões para chupar; chupei cada um como deliciosas frutas ardorosas e quentes como o mais profundo do Fogo Eterno; as cavalgadas da Serpente me transportavam a outros Mundos, outras Realidades, outras Dimensões; eu me Via duplicado, multiplicado, triplicado, infinitizado; enquanto meu Ego Original era cavalgado pela Serpente, um Alter Ego comia de ladinho a buceta da Diana; outro, comia a buceta de Lilith, que estava de quatro; outros Alter Egos meus e das minhas duas Iniciadoras estavam fodendo em diversificadas posições sexuais, inumeráveis; fantástica orgia de três divididos em incontáveis; e eu sentia cada penetração nelas; sentia cada dedada delas no meu cu; sentia cada chupada delas no meu pau; sentia cada aperto das paredes dos cus delas recebendo as visitas do meu pau; sentia, sentia, sentia, sentia, sentia, sentia, sentia, sentia, SENTIA!!!

E O SOM DO CHOQUE DO MEU PAU COM O CU E A BUCETA DELAS ERA A MÚSICA OUVIDA PELOS MEUS SENTIDOS ELEVADOS AO INFINITO!!!

– LILITU AHNYBAYYD TOSU TOSU TOSU TOSU TOSU TOSU TOSU TOSU TOSU!!!

O Orgasmo Em Uníssono explodiu! Lilith e Diana me transmitiram toda a Energia da Explosão Orgiástica! Eu explodi! Explodi e alcancei O Êxtase Definitivo! Explodi e beijei O Cósmico Princípio Do Sexo Espiritual! Explodi e recebi O Gozo Primeiro Da Serpente! Explodi e recebi O Gozo Primeiro De Diana! Explodi! Explodi! Explodi! Explodi! Explodi! Explodi! Explodi! Explodi! EXPLODI!!!


– Ele passou na Iniciação, Lilith, eu já sabia que conseguiria passar…
– Eu Também Sabia.

Retornei e as duas estavam em pé com as pernas abertas em cima de mim; Diana acima do meu abdômen; Lilith, da minha cara. A visão das duas assim foi a melhor que já tive, algo que senti como se fosse uma despedida, um último presente artisticamente feito para mim. Diana falou comigo:

– Falta ainda um último presentinho, gostoso, sei que você gosta do que te daremos agora… Vampirinho safado…
– Não Foi O Nosso Primeiro Encontro, Meu Filho, Nem Será O Último.
– Comigo é o mesmo, gatinho… Vamos, Lilith, dar a ele o que mais desejamos…
– A Você, Meu Filho, Damos A Nossa Vida!

Das bucetas das duas jorrou sangue, que inundou meu corpo, que bebi com selvagem gosto! O Sangue Da Serpente Primeira! O Sangue De Uma Filha Maior Do Inferno! O Sangue Mais Perfeito Do Abismo Na União Da Maior Serpente Com A Maior Diaba! O meu quarto tornou-se um mar de sangue e eu nadei neste mar, a tudo sorvendo como fera sem rédeas! Ao fim, eu estava novamente sozinho e ainda era madrugada; meu pau estava ainda duro e demorou para voltar ao normal… Não estava cansado, nem suando ou com fome; toda Bebida e Alimento a mim necessários foram dados por aquelas duas safadas… Levantei do chão e vi um papel vermelho pequeno acima do teclado do meu computador. Abri-o e li:

“Na próxima festa noturna em que você for, eu estarei lá, gatinho… Beijinhos…
Diana Margot… Mas pode me chamar de Diamar…”

Tocava Dominion, do Sisters of Mercy quando li a carta dela… Já sei em que tipo de festa irei reencontrá-la…

Inominável Ser
ENVENENADO
POR DUAS
INFERNAIS
SERPENTES





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O Terror Inominável. O Horror Inominável. A Loucura Inominável. A Cova Aqui É A Do Puro Pesadelo Das Covas Mais Profundas E Elevadas. Vozes Estranhas Aqui. Sons Estranhos Aqui. Palavras Estranhas Aqui. Estranhas E Inomináveis. Sintam-Se Conduzidos Pelo Carro Inominável Do Terror Inominável. Sintam-Se Conduzidos Pelo Carro Inominável Do Horror Inominável. Sintam-Se Conduzidos Pelo Carro Inominável Da Loucura Inominável.

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