sábado, 24 de setembro de 2016

A Princesa Dos Assassinos E O Moldador Da Criação Antes De Toda A Existência



O Treinamento em Daraspahluh foi eficiente preparativo para a Abertura de determinados Canais Interiores. O isolamento, a angústia, a tristeza e o ódio foram companhias aquecedoras da Vontade Guerreira. Os Olhos Dos Mistérios atingiram um Ápice Incondicionado que promoveram seu próprio Incondicionamento, Fator Evolutivo que poderia ter sido eficaz naquele aterrador momento… Mas, Thayla Serah Comud Rackien não podia se dar ao erro de querer voltar ao momento anterior ao massacre de sua família e de seu Mundo Natal. O sacrifício de seu irmão, ao salvá-la do Primeiro Ato Extinguidor do Holocausto Evolutivo era para que ela sobrevivesse para se vingar. No entanto, a Princesa Dos Assassinos Sabia que contra o Arauto Do Holocausto, Thornadoriusis Shodolon, O Primeiro Ser Da Criação, não tinha nenhuma chance de vitoria. O único caminho, então, que se abriu à sua Automanifestação foi o de Extinguir Thornadoriusis Holocausto antes do Nascimento Eterno dele no Vazio Que Havia Antes De Tudo. Sendo assim, ela impediria no Futuro a Guerra Da Criação; e a Raça Keauriotheniana, A Primeira Raça Perfeita Da Criação, Fundada pelo Primeiro Ser, sua Raça, jamais existiria. E ela seria um Paradoxo Existencial, já que, como Automanifestada, não seria afetada pela mudança histórica.


O Espaço/Tempo Verdadeiro, através de Passagens Secretas, longe dos Olhos de todos os Seres Manifestados e de outros Automanifestados, foi a Rota por ela seguida. Ultrapassando Caminhos Ocultos Inacessíveis Aos Incondicionados, após Quebrar Barreiras Cronoespaciais Moldadas Para Serem Inquebráveis, ela alterou a Dinâmica de Princípios e Leis Automanifestas. Em uma Viagem que lhe fez ter contato com Visões do Apenas Início, das Idades Sem Nome, das Idades Com Nome, das Eras Universais, das Eras Divinas e da Era Da Nova Luz, Thayla adquiriu mais Conhecimento do que qualquer outro Automanifestado, Conhecido ou Desconhecido. Percebendo que até mesmo o Destino de todas as Raças Da Criação dependia do sucesso da Missão Extinguidora à qual por si mesma iniciou, ela, mais do que nunca se engajou em seguir A Linha que os Olhos lhe mostravam à frente dos Caminhos que percorria. O Tempo desaparecia, O Espaço desaparecia, as Visões desapareciam, A Luz desaparecia, A Escuridão desaparecia, O Caos desaparecia… E O Vazio se abriu ao seu Incondicionado Existir. Mas, uma Outra Presença, Automanifestadamente Indecifrável, Acima da sua e da de qualquer outro Automanifestado que fora Revelado a si pelos Olhos, Preenchia O Vazio.


Thayla observa silenciosamente a Presença Preenchedora Do Vazio assumir uma Forma Física Visível e se aproximar dela. A Presença não transmite agressividade e nem qualquer tipo de sentimento por ela conhecido. O Ser diante dela Porta o que não pode ser Identificado, Estudado, Adquirido ou Assimilado. Por mais que ela tenha Evoluído, Thayla Sabe que contra tal Ser nada poderá fazer. E tal Ser Sabe que ela não era para estar presente neste exato momento Antes Da Existência, no Vazio Sem Formas.




— Não posso permitir que faça o que lhe trouxe até aqui, minha Filha Moldada.
— Eu guerreei muito para poder estar aqui atravessando o Tempo/Espaço. Você Sabe que meus motivos aqui são mais do que nobres.
— Para mim e para a Criação que Moldarei, Thayla Serah Comud Rackien, nenhum motivo é mais nobre do que deixar que o Curso da História siga seu Caminho por ele mesmo.
— Você é O Moldador, O Moldador Da Criação? E aceita que um Ser como Thornadoriusis Shodolon ou Bethsaida Serah II se tornem o que eu Vi que se tornarão? Aceita que os Hamashjinns tramem contra toda a Ordem Das Coisas Moldadas por ti? Aceita que O Corrupto mova tudo a favor Dele?
— Todos esses Desígnios são da História, são meus, são Daquele Nosso Irmão Inimigo e da própria Corrente Evolutiva. Tudo tem uma explicação dentro das Leis Aitomanifestas que eu permiti que você Soubesse durante seu Deslizamento para este Vazio Momento.
— Você “permitiu”? Você…
— Eu fiz com que chegasse até aqui te protegendo durante todo o Deslizamento e Abrindo todo o Caminho à sua frente.
— Para quê? Apenas para me dizer que me impedirá de realizar minha obra salvadora da Criação inteira?
— Eliminando Thornadoriusis Shodolon da História, você apenas eliminaria uma parte da Corrupção Automanifestada da qual me libertei, Thayla Serah Comud Rackien. Outras partes seriam continuadas e o resultado seria o mesmo, tanto no referente à Guerra Da Criação quanto à Era Da Nova Luz e um Evento Além De Toda História Da Criação Perfeita. Outro seria O Holocausto que se iniciou no Reino Da Morte e culminou nas Extinções de seus pais, Betsabé Serah Comud Rackien e Ryacknos Rackien; outra seria A Nova Luz que se erguerá contra todas as demais Raças Moldadas anunciando a Raça Keauriotheniana como a Única Raça Merecedora Da Última Criação. Não menosprezo Meus Filhos Moldados, Thayla, mas eu permiti que você Visse Quem Eu Sou apenas para te dar A Definitiva Resposta De Todas As Respostas: Tudo É Um Desígnio Para A Manutenção Ou Ajuste Da Criação Perfeita.
— Eu Vi meu irmão, Ryon, me salvar e aos nossos outros irmãos antes de ser Extinto junto com nossos pais… Eu Vi os habitantes de meu Mundo totalmente Extintos… Eu Vi cada crime de Thornadoriusis Shodolon desde o Apenas Início… Eu Vi cada crime de todos aqueles que os Hamashjinns doutrinaram pela História… Eu Vi o que Bethsaida Serah II fez… Eu me Vi escravizada pelos Darwingalaps, a Descendência da Nova Luz, Os Filhos Da Nova Luz… Eu Vi o que cada um desses, os quais tenho vergonha de ter como Irmãos Raciais, fez com Raças que até mesmo nunca conheceram a palavra Guerra… Eu Vi Tudo Do Todo, Moldador, graças a você e a Sua Permissão! Vi também as derrotas dos Igmorerahjinns pelo Tempo/Espaço e o quanto estarão enfraquecidos quando chegar O Momento Revolucionário Do Moldado Pelas Suas Mãos! Eu não posso vencê-lo e nem mesmo vencer a Magia Eterna, minha Mãe Automanifestada e a Mãe Moldadora do Último Ser Que Deveria Ter Nascido Na Última Criação! Eu Sei quantos matei em nome do meu Mundo, em nome do Exército Evoluído, em nome da sua Revolução que já se Iniciou! E Compreendo bem a sua Resposta: Todos Os Seres Moldados E Automanifestados São Joguetes Do Primeiro E Do Segundo Automanifestados!
— Tanto o Xadrez Cósmico quanto o Xadrez Anticósmico são Incompreensíveis para seus Olhos, Minha Filha Moldada. Ninguém É Um Joguete Na História Da Criação Perfeita, Todos São Participantes Da Criação Da Mesma. Não posso e não vou te impedir de Extinguir Thornadoriusis Shodolon, faça o que tem que fazer quando ele surgir aqui no Vazio advindo do Útero da Terceira De Todos Os Automanifestados. Seu Ato Extinguidor, no entanto, não salvara Existências, não impedirá as Ocorrências Históricas e nem fará com que não surja no lugar da Raça Keauriotheniana outra Raça Elevada Como Superior A Todas As Demais Raças.
— Eu não quero aceitar isso…
— Filha, Tudo Deve Ser Aceito No Todo E No Nada.
— Eu não posso mais ficar aqui… Eu…
— Thayla Serah Comud Rackien, este Peso todo em você não me é desconhecido e seu Olhar não pode Decifrar O Peso Do Meu Automanifestado Existir.
— Imagino que eu mereça agora A Extinção… Eu não posso fazer nada… Eu nem Sei o que fazer agora…
— Isto tudo será apagado em sua Memória Residual, Minha Filha. E até mesmo sua Automanifestação eu vou retirar para que não possa vir a se lembrar deste Vazio Hoje No Vazio.
— Eu fracassei… Eu fracassei…
— Não, você não fracassou e isto é Revolucionar.
— Revolução seria se eu pudesse Extingui-lo, a Thornadoriusis, ao Corrupto, à Magia Eterna e a todos os Automanifestados…
— Haverá uma na Criação Perfeita que terá essa Capacidade, mas ela se Sacrificará em prol de apenas Uma Obra Definidora Revolucionária.
— Eu Vi também isso…
— Vou te deixar onde você estava.
— Eu lhe agradeço, Moldador…
— Você não falhou, Thayla Serah Comud Rackien.
— É, eu não falhei, cheguei até aqui guiada por você…
— Eu não me refiro a isto, mas você entenderá quando seu maior desejo se realizar. Feche agora seus Olhos, eu vou Remodelar o seu Ser e te Deslizar por onde eu a trouxe até aqui.
— Obrigada, Moldador… Não fosse a sua Presença, eu Extinguiria aquele Lixo Existencial…
— Sim, Extinguiria. No entanto, Nada Seria Modificado No Contexto Histórico Da Criação Perfeita. Nenhum Automanifestado Interfere Em Leis Automanifestadas Para A Perfeição De Todos Os Acontecimentos Da Obra Perfeita.




A Princesa Dos Assassinos respeitosamente cumprimenta com a cabeça O Moldador, Neste reconhecendo Alguém Além Do Além De Todas As Coisas Incompreensíveis E Compreensíveis. O Moldador rodopia e ela fecha os olhos, mas não para chorar ou se lamentar, mas a fim de conter a fúria de seu Existir por ter sido impedida de executar a Extinção de um dos Maiores Inimigos Da Criação antes dele se tornar um destes. O Rodopiar… O Rodopiar… O Rodopiar… O Rodopiar Do Moldador… O Rodopiar Do Moldador… O Rodopiar Do Moldador… Inesgotável Rodopiar… Irresistível Rodopiar… Invencível Rodopiar… Termos Aceitáveis Para A Definição De Um Inaceitável Termo A Fim De Determinar O Que Seja O Segundo Maior De Todos Os Automanifestados… Ele Rodopia… Ele Rodopia… Ele Rodopia… Ele Apenas Rodopia…


E Thayla ressurge na indefinível vastidão solitária de uma Dimensão Astral Secreta, Daraspahluh, onde fora enviada pelo irmão antes deste ser Extinto. Ressurge sem estar Automanifestada. Ressurge sem alguma lembrança do que Vira e Soubera e Compreendera no Vazio. Ressurge ainda feridíssima devido à Antimatéria Automanifestada que arrassou Tanatosera Daturaloka e aos Golpes Automanifestados de Thornadoriusis quando o enfrentou ao lado de sua família. Ela volta a ser uma dos doze sobreviventes da Família Assassina e sua única preocupação é se recuperar, retornar para sua Linha Temporal após reencontrar seus irmãos e integrar-se à resistência contra Thornadoriusis Holocausto na Guerra Da Criação. Sozinha. Isolada. Triste. Angustiada. E cheia de ódio.


E agora, uma profunda frustração, maior do que a de ter surgido após ser jogada na Dimensão onde se encontra, se une ao seu estado interno, algo que ela nem tem ideia do porquê de ter em si se manifestado. Por um momento, ela sente-se observada… Isto passa e agora ela vaga pela Dimensão sem direção, sentido, propósito e razão. Apenas caminha para não parar e chorar… Assassinato e lágrimas não são um casal perfeito. E aquela novíssima sensação de frustração é muito maior do que a de uma batalha perdida.



Inominável Ser
BÉLICO
CRONISTA
INOMINÁVEL





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domingo, 11 de setembro de 2016

Meu Deus, Meu Homem, Meu Vampiro...


Giulia Legata - Saturno Buttò


Ícaro sempre tem o cuidado de nos tratar como merecemos. É um amante cuidadoso, trabalhando para manter a nossa carne quente enquanto seu deleite próprio vai para dentro de cada uma de nós e para dentro dele tudo que somos. Somos duzentas e quatorze agora, mas não fomos as primeiras e nem seremos as últimas. Nosso Mestre, Mentor e Maestro já nos revelou que inumeráveis existiram antes de nós pelos milênios.


Ícaro sempre vem trazendo com ele as amarras de tempos nos quais o Aço definia a firme vontade da Vida e da Morte além dos comuns caminhos desta Humanidade. Suas histórias são muitas, maravilhosas, fecundas e profundas, indo de civilizações extintas a desconhecidas, de ocultas a muito próximas de nossos livros de História. Ele tem um quê de grego e de romano, de egípcio e celta, de assírio e babilônico, de raças antigas e extintas. Olhar para ele é como ver todas as raças que já povoaram a Terra.


Ícaro roubo o Fogo Estelar e ousou mostrar esse Poder Eterno às amantes que teve através dos tempos. Muitas delas foram mulheres famosas e outras ilustres desconhecidas poderosas de tribos, aldeias e clãs exterminados pela Foice Temporal. Esse Fogo me excita, é o que me faz estar aqui aguardando ansiosa por ele… Nunca tive ou terei um homem como ele, tão nobre, tão forte, tão viril, tão macho no sentido mais entranhado da palavra no coração de uma mulher como eu… Quando ele fala, chamas saem dos lábios dele… Quando ele olha para mim, minha alma arde em chamas… Quando ele me toca, eu sou incinerada… Eu e as outras sentimos a fogueira que ele é, por cima, por baixo e dentro de nós…


Ícaro é o amante definitivo, o que nos concede a dádiva de estarmos junto com ele. E quando eu sou penetrada com selvageria, me abro por inteira… Aqueles pêlos, aqueles beijos, aqueles cabelos, aquela barba… Sou toda dele, bem carinhosa, bem atrevida, bem sedutora… Libero meu cu, minha buceta, minha boca… Libero tudo, todas as outras também liberam tudo com o mesmo carinho, atrevimento e sedução… Por que nos negarmos ao melhor dos homens que surgiu em nossa vida? Por que nos fazermos de santas com receios e medos nos braços de nosso homem perfeito?


Ícaro está chegando, eu ouço os passos dele, eu sinto o cheiro da pele dele, eu já estou vendo a silhueta dele… Nu como sempre, ereto, um membro que nada fica a dever a um cavalo de alta estirpe… Os cabelos até os pés e a sedosa barba espessa são negros como a mais densa das obscuras noites… Os faiscantes olhos verdes-escuros dele brilham, uma feiticeira luz no meio da escuridão onde estou… E a pele firme em um ultramusculoso corpo sempre rubra como brasa fervente em caldeirão infernal… Meu homem se aproxima… O homem de todas as outras se aproxima… E ele tem mais uma canção para mim…


As’iaan namut
Asi’aan boaruj
Asi’aan baerta


Agalur’
Agalur’
Agalur’


Dean’ii gaersa
Dean’ii gerasy
Dean’ii hdsguer


Batak’
Batak’
Batak’


Laret’ii opier
Laret’ii reduxera
Laret’ii impusera


Noabu’
Noabu’
Noabu’


Rwaqu’aa utera
Rwaqu’aa gerasde
Rwaqu’aa vaferad


Bartun’
Bartun’
Bartun’


Lar’uu varaer
Lar’uu suytiper
Lar’uu dawaro


Kaluu’
Kaluu’
Kaluu’


Ratee’
Ratee’
Ratee’


Upart’
Upart’
Upart’


Gerer’
Gerer’
Gerer’


Ícaro canta em um Idioma Vivo de um Idioma Morto. Ele me ensinou e às outras muitos Idiomas e somente cada uma de nós compreende o que dizem essas encantadoras palavras. Após dois mil duzentos e dezesseis anos, eu vou ser consumida por ele pela última vez. Não me queixo, estou feliz, pois de escrava judia a Discípula, Protegida e Musicista da Harmonia Imortal de um dos Deuses Do Sangue tive uma prolongada existência feliz entre os Mortais e Imortais não sendo nem uma coisa nem outra. Cooptei muitas outras para ele e, dentre as atuais, eu sou a mais velha. A minha substituta pode ser a menina síria de nove anos que há seis meses eu trouxe para cá ou a angolana de vinte e dois anos que ontem foi a última que escolhi para meu homem. Não importa, meu tempo aqui já se esgotou e já ouço as vozes das minhas outras Irmãs Sanguíneas que antes de mim receberam dele A Última Unção Sangrenta.


Ícaro está agora à minha frente, vejo suas presas invulneráveis que pela última vez sugarão o meu sangue. Como Doadora (ou Black Swann, como preferem os “Vampyros” da era contemporânea), já se esgotou tudo que eu tinha a oferecer a ele e a minha hora chega…. Ah, esse pênis chupo agora pela última vez… Grossíssimo, enorme, mais vermelho do que toda a pele dele… Olho nos olhos dele, mantendo o pênis na boca, sugando como nunca suguei antes o mesmo… Ele se mantém parado, inacessível de verdade como sempre, impassível e impávido, nada sentindo, apenas me sugando… Eu quero ser agora… Agora, ele me penetra… A rocha nunca esteve tão dura entre as minhas pernas… Será que ele reserva essa inédita dureza mais poderosa para todas as Doadoras que precisam ser substituídas? Isso agora não tem mesmo a minima importância, quero o pênis dele entrando e saindo e indo até o meu útero! Pela última vez…. A última vez… A última, meu Deus, meu homem, meu Vampiro…


Ícaro crava pela última vez as presas dele em minha jugular esquerda… Eu devo estar sorrindo agora… Eu devo estar morrendo agora… Não tem mesmo importância, eu amei este Deus como a única coisa existente nesta Realidade… Mesmo que ele seja incapaz de amar alguém ou algo, para mim tem muita importância tê-lo amado… Eu sorrio, sim… Eu estou morrendo, sim… Isto é a felicidade? Sim, deve ser a Verdadeira Felicidade…


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O Terror Inominável. O Horror Inominável. A Loucura Inominável. A Cova Aqui É A Do Puro Pesadelo Das Covas Mais Profundas E Elevadas. Vozes Estranhas Aqui. Sons Estranhos Aqui. Palavras Estranhas Aqui. Estranhas E Inomináveis. Sintam-Se Conduzidos Pelo Carro Inominável Do Terror Inominável. Sintam-Se Conduzidos Pelo Carro Inominável Do Horror Inominável. Sintam-Se Conduzidos Pelo Carro Inominável Da Loucura Inominável.

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